3 de set de 2015

Na Aldeia Xerente em Tocantínia, dezenas de índigenas são batizados

O batismo foi realizado nas águas do Rio Tocantins com a presença das famílias dos batizandos, de líderes indígenas da Aldeia Salto, também dos pastores e missionários batistas em Tocantínia e liderança da Convenção Batista do Tocantins.
Na manhã do dia 29 de agosto, 43 índios Xerente desceram às águas no batismo demonstrando a sua confissão de fé em Jesus Cristo como salvador das suas vidas.
O batismo aconteceu na Aldeia Salto no município de Tocantínia-TO, que é acompanhada pelo missionário pastor Rinaldo de Mattos e sua esposa Gudrun de Mattos. A maioria são de jovens assumindo um compromisso com Jesus Cristo, que segundo o pastor Rinaldo começaram a ouvir o Evangelho quando ainda eram crianças. “Armando e Betania Xerente, ganharam vários deles, que agora como jovens estão sendo batizados, além de Valci Xerente, que realiza cultos com os jovens todo sábado”, explica o pastor Rinaldo. Mas no meio dos jovens também foi batizado um ansião, o índio Pedro Xerente, que é pai de um dos dirigentes na aldeia, o Silvino Xerente.
Segundo o pastor Rinaldo, esta festa do batismo tem ainda um maior significado por os novos crentes serem frutos do trabalho dos próprios indígenas. “Esse batismo é importante em muitos aspectos, um deles é que os novos batizados são frutos diretos dos nossos discípulos, eles é quem ganharam esses jovens para Cristo. Vale a pena fazer discípulos que fazem discípulos”, informa pastor Rinaldo.
O discipulado vem sendo realizado pelos índios de casa em casa e também por meio da dança, teatro e celebrações. “A obra indígena tem o seu preço, e às vezes o preço é o tempo e muita gente não quer gastar todo aquele tempo, mas vale a pena. Com até 30 anos de missão tínhamos um crente aqui, um crente lá e nenhum sinal de igreja, e foi depois desses 30 anos de ministério para frente que começaram a aparecer os frutos, mas também apareceram como sementes jogadas em terra boa”, declara pastor Rinaldo.
O batismo foi realizado nas águas do Rio Tocantins com a presença das famílias dos batizandos, de líderes indígenas da Aldeia Salto, também dos pastores e missionários batistas em Tocantínia e liderança da Convenção Batista do Tocantins.

Culto de Batismo
A celebração do batismo começou com um Culto em Gratidão à Deus pelo trabalho realizado dentro da Aldeia e que tem sido desenvolvido pelos próprios índios. O culto foi conduzido na língua Xerente e foram entoados hinos de louvor pelos 43 novos batizados e cantadas composições inéditas criadas por ministros de louvor.
A palavra foi ministrada pelo pastor Guenter Carlos Krieger e logo após toda a Aldeia e os batizandos desceram à beira do Rio Tocantins para celebrarem os batismos, que foram conduzidos e realizados pelos líderes e dirigentes indígenas.
Para o dirigente indígena Pedro Xerente, é uma alegria realizar esse batismo. “Nós como líderes ficamos felizes em ver os nossos irmãos, em Cristo agora, e que foram evangelizados por nós, seguindo os ensinamentos de Jesus e o primeiro deles foi o batismo. Nunca aconteceu antes de batizarmos essa quantidade de pessoas, mas Deus já havia marcado esta data, que hoje está acontecendo, e de agora para frente vamos ajudar esses jovens a serem futuros líderes para ganharmos o nosso povo para Cristo”, declarou Pedro Xerente.

Evangelho de casa em casa
Segundo o pastor Rinaldo Mattos, o evangelho pregado de casa em casa é uma das maneiras em que os Xerente estão aprendendo, dentro da sua realidade, a fazer a sua própria igreja.
Pastor Rinaldo e sua esposa Gudrun de Mattos são os missionários batistas que atuam naquela região. Foto:Divulgação/BatistasTocantins
“Os índios estão fazendo muitas vigílias noturnas com a iniciativa de impedir que o novos crentes participem de festas regadas por bebidas alcoólicas, que acarreta com muitas brigas e até mesmo com mortes. Depois da vigília, eles passam o dia fazendo cultos nas casas copiando o modelo das festas de folia e com isso já são vistos os frutos com a conversão de vidas por meio da iniciativa genuínamente indígena”.

Publicado em JM Notícias

Respeito ao Sabá pode acabar com futebol em Israel

Os amantes do futebol em Israel podem ficar sem campeonato nacional, caso o governo não autorize os atletas a jogarem durante o Sabá, dia de descanso da religião judaica, alertou a Federação do país nesta quarta-feira.
"Se o governo não nos autorizar a jogar durante o Sabá, todos os jogos, tanto da liga nacional como da liga juvenil, serão anulados a partir do dia 12 de setembro", declarou à AFP Eitan Dotan, um porta-voz da Associação de Futebol de Israel.
Os israelenses sempre jogaram futebol durante Sabá, que se respeita de sexta-feira à noite ao sábado à noite, explicou a federação. Uma parcela das partidas do campeonato é disputada aos sábados pela tarde, quando as atividades em Israel são suspensas para respeitar o dia de descanso previsto na Torá, texto sagrado do judaísmo.
Mas esta exceção para o futebol foi questionada em agosto por um tribunal do trabalho de Tel Aviv, que proibiu as partidas durante o Sabá. A corte foi solicitada por vários jogadores profissionais judeus que não queriam continuar "dessacrando o Sabá".
A proibição está prevista para entrar em vigor de forma permanente em 12 de setembro.
"Tudo depende agora do ministro da Economia, Aryeh Deri, o único autorizado a acordar derrogações para atividades autorizadas durante o Sabá", segundo Eitan Dotan.
Aryeh Deri é o chefe do Shas, partido ultraortodoxo que luta por uma aplicação severa das normas do judaísmo.
"Devemos considerar os jogadores que não querem jogar durante o Sabá e encontrar uma solução, que poderia ser adiar as partidas para domingo, por exemplo", declarou à rádio pública Yitzhak Cohen, vice-ministro da Fazenda e também membro do Shas.
"A opção de jogar domingo é impensável, porque não há campos suficientes para sediar os jogos, que atualmente são disputados em 80% no Sabá", respondeu Eitan Dotan.
A religião judaica proíbe o trabalho, num sentido mais amplo da palavra, aos sábados e incentiva seus crentes a estudar a Torá, a orar na sinagoga ou a ficar de repouso nesse dia.

Publicado em Yahoo Esportes

Homem aplica golpe em pastores de RO após suposta cura em cultos

Suspeito diz querer retribuir cura de doença com doação e aplica o golpe.
Pelo menos cinco igrejas de Ji-Paraná foram vítimas do suspeitos.
Um homem é procurado pela Polícia Civil por aplicar golpes em igrejas de Ji-Paraná (RO). Conforme as investigações, o suspeito se finge de doente e após ser supostamente curado oferece móveis à instituição como gratidão. O golpe se concretiza quando o homem pede ao pastor que arque com o frete da doação. Um depósito é realizado e a oferta não é enviada. Pelo menos cinco igrejas foram vítimas do estelionato.
Segundo a Polícia Civil, o suspeito chega às instituições religiosas contando que estava há anos com problemas de saúde e recebeu a cura após a participar do culto na igreja. Em gratidão ao feito, ele oferece uma doação aos pastores. Até agora, a polícia estima que os prejuízos causados pelos golpes sejam de cerca de R$ 6 mil.
Romário Augusto da Silva, pastor de uma das igrejas vítimas do golpe, conta que o homem chegou ao templo e afirmou doaria vários móveis. "Ele disse que havia recebido uma cura e queria ofertar, mas ele pedia que ajudássemos no frete das coisas. Depositei cerca de R$ 2 mil para ele, mas a oferta nunca chegou", lamenta o pastor.
Após as denúncias, a equipe de investigação da Polícia Civil identificou o suspeito e checou que ele tem históricos de outros crimes, como extorsão em Cacoal e Vilhena.

Golpes
O homem também teria aplicado golpes em comércios do município, oferecendo produtos com preços mais baixos. Conforme a polícia, o suspeito contava que o órgão público onde trabalhava tinha mercadorias que haviam ido a leilão, mas não foram arrematadas e agora estavam por um preço mais em conta. O empresário depositava o dinheiro e depois não conseguia mais contato com o homem.
A Polícia Civil ainda realiza levantamento para chegar ao número total de vítimas. Informações sobre o suspeito e vítimas podem entrar em contato pelos telefones 197 e 190 ou procurar alguma delegacia.

Publicado em G1

“Estrutura misteriosa” dos tempos de Jesus intriga arqueólogos

Monumento de Jerusalém não tem paralelos na arqueologia.
Arqueólogos israelenses descobriram uma estrutura de pedra em Jerusalém que acreditam ser dos dias de Jesus. Como data aproximada de 2.000 anos, seu uso continua sendo um mistério. A Autoridade de Antiguidades de Israel anunciou nesta segunda (31) que uma espécie de escada em forma de pirâmide do primeiro século foi achada no sitio arqueológico da Cidade de Davi. Ela ficava em uma antiga rua que levava peregrinos judeus ao tanque de Siloé. Este lugar mencionado no Novo Testamento, ficava no caminho para o Segundo Templo, lembra o diretor da escavação, Dr. Joe Uziel.
Contudo, os arqueólogos não têm certeza sobre como essa “enigmática” construção era utilizada.
“É uma estrutura única. Não leva a nenhum lugar específico”, explica a nota emitida pela Autoridade de Antiguidades de Israel. “Nenhuma outra estrutura semelhante foi encontrada em Jerusalém e, até quanto sabemos, em todo o mundo.”
Uziel, juntamente com o diretor da escavação Naasson Szanton, assevera que “pela ausência de um paralelo arqueológico claro dessa estrutura escalonada, sua finalidade permanece um mistério.”
Uma das hipóteses é que a estrutura servia como um pódio para fazer anúncios públicos, situados estrategicamente em uma via importante. Uziel explica que o estilo de pedras usadas era o mesmo da rua.
“Não podemos saber com certeza se quem ficava sobre o pódio fazia anúncios aos peregrinos ou mensagens em nome do governo. Eram notícias ou fofocas, admoestações ou mesmo pregação? Infelizmente não sabemos”, disseram os diretores da escavação.
Na tradição rabínica, menciona-se uma “Pedra das reivindicações”, um lugar que existia em Jerusalém durante o período do Segundo Templo.
Na verdade, os arqueólogos britânicos Frederick Bliss e Archibald Dickie encontraram a ponta da estrutura cerca de 100 anos atrás. Na época, antes que ela fosse totalmente escavada, afirmaram que poderia ser o acesso a uma casa.
Os arqueólogos também encontraram vasos de cerâmica, vasos de pedra e utensílios de vidro ao pé da “escada em forma de pirâmide”, comprovando a data de 30 dC, período em que Jesus andava por Jerusalém. “Ele possivelmente andou por esta rua. Possivelmente passou por este caminho até o Templo”, disse Uziel.

Publicado em GP Com informações The Blaze

2 de set de 2015

Bombeiros evacuam igreja de Brasília após superlotação em culto

Mais de 2 mil fiéis ocupavam templo com capacidade para 300 pessoas.
Igreja foi interditada e deve passar por vistoria para ser reaberta, diz major.
O Corpo de Bombeiros evacuou e interditou uma igreja superlotada na 513 Sul, em Brasília, durante a realização de um culto na noite desta segunda-feira (31). Alguns fiéis passaram mal e uma viatura da corporação que passava pelo local foi chamada para prestar socorro.
"Estávamos passando na W3 Sul, na 516, quando fomos abordados por uma grande quantidade de pessoas que estavam passando mal aqui no local", disse o major Lourival Correia. "Quando descemos da nossa viatura e fomos averiguar, era um evento religioso. O templo não comporta o número de pessoas que estava aqui no local e tomamos a iniciativa de interromper o evento."
O major afirma que a lotação máxima do espaço é de 300 pessoas, mas mais de 2 mil ocupavam o templo. "O local estava insalubre, a pista movimentada, o trânsito muito forte e muitas pessoas correndo o risco de serem atropeladas no local", diz. "Interrompemos o evento e trouxemos todo mundo para o lado externo."
"Se acontecesse um incidente qualquer, as pessoas seriam pisoteadas e poderiam até chegar à morte", disse. "Vamos fazer uma vistoria no local para verificar a colocação de extintores, saída de emergência [...]. A princípio está interditado para saber se o local pode ou não ser liberado."

Publicado em G1

Pastor mata-se acidentalmente enquanto se preparava para comemorar o seu aniversário

Amigos e familiares deveriam estar comemorando com seu pastor e sua esposa, felicitando os dois em seu aniversário.
Em vez disso, eles estão de luto depois que o bispo Phillip Davis morreu de um tiro de bala acidental.
O pastor da Nations Ford Community Church,  estava limpando sua arma quando acidentalmente ela descarregou.
"Hoje ia ser uma grande festa para todos nós", disse o porta-voz da Igreja Jacinda Garabito. "A congregação, família, amigos, e estamos apenas em um choque enorme. Você sente o Espírito aqui. É um dia muito triste. É um dia muito pesado."
Por favor, orem pela família e igreja sobre este assunto.

Publicado em Charisma News

1 de set de 2015

Moda evangélica: é possível unir tendências e doutrina religiosa

A moda está cada vez mais acessível. Ela se transforma a todo momento e fica adaptável para atender ao estilo pessoal de mulheres de diferentes estaturas, pesos, culturas e até mesmo religiões. As doutrinas de inúmeras igrejas evangélicas, por exemplo, sugerem discrição na escolha das roupas, mas isso não impede as fieis de se vestirem bem e de serem aliadas da moda. Há tempos o velho estereótipo de evangélicas usando apenas saias longas e blusas de mangas compridas, foi deixado para trás. Hoje, elas conciliam tendência, gostos pessoais e, acima de tudo, o respeito à doutrina da igreja que frequentam; seja ela mais conservadora ou liberal.
A assistente administrativo Agatha Rocha Miranda, 19, é evangélica desde os quatro anos de idade e atualmente congrega na Igreja Monte Gileade, de Sumaré. Ela diz que a doutrina da igreja não é tão rigorosa e por isso, não existe um padrão ideal de qual peça se pode usar ou não. “Eu procuro me vestir da maneira mais decente possível, então procuro peças que valorizem meu corpo, mas sem expor demais. Isso não quer dizer que eu não possa usar o que está na moda; eu posso, mas sempre levo em consideração meus princípios e o que a Bíblia diz sobre isso”, comenta.
“Me considero uma amante da calça jeans. Então, na maioria das vezes uso calça jeans para ir à igreja e combino com camisas sociais. Mas isso não é uma regra. Uso camisas porque gosto. Nenhuma igreja me impede de ir aos cultos de tênis, por exemplo. Para sair normalmente uso jeans também, tênis… Algo mais descontraído”, comenta sobre seu estilo de se vestir.
Sobre o preconceito existente a respeito da moda evangélica, Agatha diz que embora ainda exista, não é tanto quanto antes. “Normalmente as pessoas que não estão envolvidas com a igreja acreditam que quem é cristão não pode usar isso ou aquilo, ou ainda que não pode andar na moda. Porém, quem está envolvido sabe que na realidade não é bem assim. Claro que existem igrejas que são bem rigorosas, mas a maioria não é. Acredito que esse preconceito vem sendo bastante reduzido em relação ao que era no passado”, aponta. “Como cristã eu procuro respeitar o que a Bíblia diz. O que é ensinado para as pessoas na igreja é que o interior é mais importante que o exterior, e que, manter a decência é algo imprescindível. Eu posso me vestir da maneira que eu quiser e achar adequado. Andar na moda, no meu ponto de vista, não é errado e nem algo condenado por Deus. Afinal, as mulheres, principalmente, amam se vestir bem e estar bonitas, independente se são cristãs ou não”, completou.
Jennifer do Nascimento, 22, recepcionista, que é evangélica há 14 anos, também congrega na Igreja Monte Gileade. “Não temos uma doutrina quanto a vestimenta, apenas buscamos obedecer a palavra de Deus em todas as áreas de nossas vidas. Ou seja, podemos usar saias, vestidos, calças, shorts, blusinhas sem mangas. Porém, com ordem e decência. Nada muito curto ou decotado; roupas bonitas, mas sem sensualidade. Normalmente uso bastante calça para ir à igreja, ou às vezes, vestidos”, conta.
“Na igreja onde congrego aprendemos que Deus diz que todas as coisas nós podemos, mas nem tudo nos convém. Cabe a nós separarmos aquilo que nos convém e o que agrada o coração de Deus. E particularmente, eu acho que a melhor coisa é me vestir, me maquiar, me sentir bem, sem precisar expor meu corpo para isso”, diz.
A Igreja Adventista da qual a estudante Sarah Lombardi, 19, faz parte desde quando nasceu, é mais rígida.
“A igreja que faço parte é contra o uso de joias, por exemplo, mas não possui regras explícitas sobre o que devemos ou não vestir. O que existe são recomendações de como se vestir com simplicidade e decência, pois o que deve ser ressaltado é o nosso caráter, a beleza natural com a qual nascemos e principalmente o nosso relacionamento com Deus”, explica.
Sarah também acredita que é possível conciliar seu estilo próprio, as tendências da moda e o respeito à doutrina adventista, pois “a moda oferece muitas possibilidades”. “Nos cultos da igreja onde frequento, as mulheres não usam calças ou shorts, por uma questão mais tradicional. Enquanto os homens usam camisas e ternos, as mulheres optam por saias e vestidos. Para sair, uso calça, saia ou vestido. Sendo peças decentes, não tem restrição”, diz. “A doutrina da igreja sobre a roupa que usamos é importante porque, como cristãos, não devemos deixar as questões materiais nos dominar”, acrescenta.
A consultora de moda Paula Caroselli de Biasi, conta o segredo para conciliar a moda com a doutrina evangélica, independente de qual denomincação evangélica a mulher seja. “Atualmente, os tecidos e as modelagens das roupas facilitam para o desenvolvimento de uma peça mais moderna para as evangélicas, mas com alguns detalhes ainda mantidos, como por exemplo o comprimento mais longo de saia, vestidos menos decotados e caimento natural sem marcar muito a silhueta. Podendo ainda dar uma ousada no tecido com uma estampa mais diferenciada”, aponta.
“As peças que mais estão em alta e que as mulheres evangélicas podem usar e abusar sem medo de errar são as saias com estampa, camisas de diversas cores ou até mesmo as básicas conciliando com acessórios como bolsas, colar, brincos e pulseiras. As calças com tecido mais fluido também são adequadas e tem um ótimo caimento para todas as silhuetas”, cita.
A saia, peça mais ‘queridinha’ das mulheres independente da religião, é aliada da moda para as evangélicas, pois além de ressaltar a feminilidade, é indicada para diversos tipos físicos. “A saia longa é indicada para mulheres de diversos tipos físicos. Para as de estatura baixa, recomenda-se colocar um colar para dar uma alongada na silhueta. Outra opção é a saia jeans, que também é ‘hit’ do momento. Já para as mulheres mais baixinhas, é indicado que abuse do monocromático [peças de uma única cor]. Não tenha medo ou receio de ousar nas cores”, orienta a profissional. “O monocromático é ideal até mesmo para as mais conservadoras. Um look assim fica super elegante e mantém o visual discreto. Para finalizar, é legal usar acessório delicado como por exemplo os de pérola”, aconselha.
E não são apenas as saias longas e vestidos até o pé que são permitidos, não. Segundo Paula, as saias mídis, que têm o comprimento um pouco abaixo do joelho, também estão super em alta, ganhando cada vez mais força entre as fashionistas. Além disso, essa tendência é adaptável à doutrina de qualquer igreja evangélica; basta respeitar as proporções do corpo de cada uma, uma vez que a peça mídi pode achatar a silhueta. O segredo, neste caso, é apostar, mais uma vez, no monocromático. “Os sapatos que possuem a mesma cor que o as saias ou vestidos mídis, criam a ilusão de que a silhueta é maior. Abuse do modelo mídi com tecidos mais fluidos e leves. Eles estão com tudo e acrescentam um visual romântico ao look”, diz.
Mesmo usando peças comportadas, a stylist afirma que é possível destacar o look, basta apostar em alguns toques especiais. “Para destacar o look, mesmo usando peças completamente discretas, aconselho ousar nas peças com renda. Além, é claro, de completar com acessórios. Os cintos, por exemplo, são itens importantíssimos para compor o look e acrescentam um charme especial. Outra dica valiosa e que acrescenta elegância ao look é abusar dos terninhos e blazers, estampados ou em um único tom; seja o look composto por saias e vestidos longos, comprimento mídi, calças, blusas básicas ou chamativas”.
Quanto à modelagem, a especialista aponta que as saias lápis não são recomendadas, uma vez que são justas e marcam o corpo. “Tem que ser uma união de modelagem e tecido. Os modelos ‘envelope’ são uma boa opção, pois mantém o desenho do corpo sem deixar o visual vulgar”, diz.
“Como personal stylist sempre indico para minhas clientes serem elas mesmas e se sentirem bem. Independente da roupa que você usa ou da sua cultura, não tem porque se importar com a opinião externa. O importante é você saber o seu propósito de vida e tentar transmitir isso com o seu look e a sua personalidade. Muitas vezes queremos passar uma imagem e não passamos. A moda existe como uma aliada para facilitar a comunicação. Por isso, use da moda para se comunicar e se expressar”, finaliza.

Publicado em Página Popular

31 de ago de 2015

Teto de igreja desaba durante culto e deixa feridos no sul do Tocantins

Caso foi registrado por volta das 19h50 deste sábado (29), em Gurupi.
Bombeiros disseram que três pessoas foram levadas ao hospital.
O teto da igreja Deus é Amor desabou durante um culto por volta das 19h50 deste sábado (29), em Gurupi, sul do Tocantins. Segundo o Corpo de Bombeiros, várias pessoas ficaram feridas, sendo que três precisaram ser levadas para o Hospital Regional do município. A mais grave sofreu fraturas em uma das pernas.
"As informações são de que o teto começou a desabar. As pessoas que estavam lá dentro saíram e algumas ficaram debaixo dos escombros e foi necessário o Corpo de Bombeiros para fazer o resgate destas pessoas. Retiramos duas pessoas debaixo dos escombros, uma com gravidade um pouco maior, outra com pequenas lesões. A terceira já estava do lado de fora", explicou o comandante Tiago Franco.
Cerca de 35 pessoas participavam do culto no momento do desabamento, conforme testemunhas. A igreja fica no setor Pedroso, saída para o município de Dueré. Ainda não é possível dizer o que provocou o acidente. Segundo os Bombeiros, o local será periciado.
"A gente vai interditar o local por causa da precariedade da estrutura e vai notificar o responsável. O templo vai ficar interditado até a realização da perícia pela Polícia Civil. Posteriormente, será feita a recuperação do local. O templo só vai ser liberado para uso após feita a reforma e a vistoria pelo Corpo de Bombeiros", explicou o comandante.

Publicado em G1

29 de ago de 2015

Pastor de igreja evangélica não tem relação contratual de trabalho reconhecida

O exercício da atividade de pastor de igreja não se confunde com uma relação contratual. De acordo com o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP), a pessoa que exerce a função eclesiástica o faz por razões vocacionais, não podendo ser enquadrado como empregado.
No caso, a Justiça analisava a reclamação trabalhista de um homem que foi pastor da Igreja Universal do Reino de Deus. O homem alegou que atuava como pastor com dedicação exclusiva, recebendo pagamento regular pelos serviços prestados. Além disso, alegou que tinha que cumprir metas de arrecadação e que havia subordinação. Portanto estariam presentes os requisitos exigidos no artigo 3 da Consolidação das Leis do Trabalho.
O pedido foi negado em primeira instância. Inconformado, o homem recorreu ao TRT-2, que manteve a sentença. De acordo com a relatora, desembargadora Maria da Conceição Batista, o exercício da atividade pastoral não se coaduna com o conceito de empregado, "porquanto aquele que exerce a função eclesiástica, notadamente o sacerdócio, o faz, acima de tudo, por razões vocacionais".
"Não pode ser enquadrado como empregado, desta feita, aquele que divulga a sua fé, já que não se trata, tecnicamente, de um trabalho, mas de uma missão vocacional, uma profissão de fé, decorrente de uma convicção íntima, que leva o indivíduo a atendê-la".
Em sua concepção, no exercício da atividade pastoral não há subordinação jurídica, mas divina. "Os aspectos materiais dessa missão decorrem das necessidades do modelo de vida atual, são circunstanciais, e não elementos jurídicos de um contrato", explica. Segundo a magistrada, o exercício da atividade pastoral trata-se de uma manifestação do direito fundamental de consciência, crença e culto.
Em seu voto, a desembargadora diz ainda que o valor recebido pelo pastor por suas atividades não se assemelha ao salário, " tratando-se de mera ajuda financeira para que o pároco possa fazer face às necessidades básicas de todo ser humano, como despesas com alimentação, saúde, vestuário, educação etc".
O argumento de que havia subordinação que justificasse o reconhecimento do vínculo também foi rechaçado pela relatora. De acordo com ela, no caso, a subordinação que existe não é pessoal, mas espiritual decorrente da fé. "Não há subordinação, apenas convergência de vontades e comunhão de fé com os superiores e paroquianos com objetivo comum de difundir, pelo culto e pela pregação, o ideário da Igreja", diz a relatora, que foi seguida pelos demais integrantes da 5ª Turma do TRT.
O pastor ainda tentou reverter a decisão com um recurso ao Tribunal Superior do Trabalho. Porém, sem sucesso. Após ter o recurso de revista negado, o autor ingressou com agravo de instrumento, mas a ministra Maria Cristina Peduzzi negou seguimento.
Clique aqui e aqui para ler as decisões.

AIRR-2650-13.2012.5.02.0036 (TST)
0002650-13.2012.5.02.0036 (TRT-2)

Publicado em ConJur

Igreja realizará 1º casamento de transexuais na Dinamarca

Uma igreja de Ringsted, no oeste de Copenhague, realizará neste sábado o primeiro casamento religioso de transexuais na Dinamarca, informou a televisão pública "DR".
O Parlamento dinamarquês aprovou em junho de 2012 uma nova lei para permitir os casamentos homossexuais na igreja nacional luterana, mas até agora não tinham sido oficiados casamentos entre transexuais.
"Para nós é importante que não somente o prefeito nos case. Amamo-nos, e é lindo ter a aceitação da igreja", declararam à "DR" Isabell Storm e Cecilie Mundt, que nasceram como homens.
O pároco da igreja de São Benito de Ringsted, Henrik Fuglsang-Damgaard, se mostrou encantado de oficiar a cerimônia e ser o primeiro pastor a casar dois transexuais no país nórdico, onde não existe separação entre Estado e Igreja.
"Penso que tomaram uma boa decisão, seguiram o que sentem seus corações e não têm medo de mostrar a Deus e aos seres humanos que estão juntas. Acho que Deus se alegrará lá sentado no céu", afirmou Fuglsang-Damgaard.
A Dinamarca se tornou em junho de 1989 o primeiro país do mundo a reconhecer por via legal a união civil de casais do mesmo sexo.

Publicado em EFE via Exame