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terça-feira, 18 de junho de 2013

Luteranos preparam os 500 anos da Reforma

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Com vistas às comemorações dos 500 anos da Reforma protestante, congregações do mundo todo são chamadas a celebrarem cultos festivos de ações de graças no dia 31 de outubro de 2017, com transmissão ao vivo pela internet durante todo o dia, acompanhando a diferença do fuso horário.
A proposta consta no relatório do Comitê Especial 500 Anos da Reforma, apresentado no sábado, 14, pelo pastor brasileiro Walter Altmann ao Conselho da Federação Luterana Mundial (FLM), reunido em Genebra.
O relatório sugere comemorações que expressem a alegria e a gratidão pela redescoberta do evangelho da graça de Deus, um dos pilares da Reforma protestante. Mas também propõe uma análise crítica das falhas e omissões pelas quais igrejas luteranas também se tornaram responsáveis ao longo da história.
O Comitê Especial enfatiza o compromisso ecumênico das igrejas da Reforma como inerente à sua própria identidade confessional e desenha uma visão prospectiva da Reforma em face dos desafios à fé hoje e no futuro.
Sugeriu ainda o tema "Libertados pela graça de Deus" e os sub-temas "Salvação – não se vende", " Seres humanos – não se vendem" e "Criação – não se vende" para a próxima assembleia geral da FLM, agendada para 2017 na Namíbia.

ALC
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Egípcio que queimou a Bíblia é sentenciado a 11 anos de prisão

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O líder muçulmano egípcio Ahmed Mohamed Mahmoud, conhecido como Abu Islam, foi condenado a 11 anos de prisão, no último domingo, 16, pelo crime de blasfêmia. Ele queimou uma Bíblia, em setembro do ano passado na porta da embaixada dos Estados Unidos na cidade do Cairo, no Egito.
Segundo o site Ahram Online, Mahmoud queimou a Bíblia como forma de protesto contra o filme anti-islã “A inocência dos muçulmanos”, que foi produzido nos Estados Unidos e usado como arma de protestos contra os islâmicos. Mahmoud também afirmou, durante o protesto, que incitou seu neto a urinar na Bíblia.
Mais tarde, veio à tona que o produtor do filme é um egípcio copta cristão, o que aumentou ainda mais a ira dos muçulmanos e protestos anti-americanos dentro do mundo islâmico.
A corte também condenou seu filho pelo mesmo crime. Ele teria participado da queimação da Bíblia e ajudado o pai. Os dois recorreram da decisão da justiça e irão permanecer em liberdade enquanto aguardam o julgamento final. Além disso, eles foram sentenciados a pagar multas correspondentes a aproximadamente R$800 cada um.
Prisões por insultos aos islã são comuns no Egito, porém são raros os casos em que a fé cristã é envolvida e, normalmente, são casos de perseguição religiosa.
Abu Islam tem seu próprio canal de televisão a cabo e é conhecido por seus discursos de ódio em seus programas.
A constituição egípcia, assinada em dezembro de 2012, traz, em seu artigo 44, uma previsão contra os crimes de blasfêmia: “Insultos ou abuso de todos os mensageiros e profetas religiosos são proibidos”, diz a lei.

CP
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segunda-feira, 17 de junho de 2013

'Cinturão da Bíblia' inclui Vila Formosa, Água Rasa e Mooca

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Enquanto isso, a região mais agnóstica é a Bela Vista, na região central; para especialista, cultura local influi na formação.
Os dados do Ibope também mostram que São Paulo tem seu próprio "Bible belt" - ou "cinturão da Bíblia", termo usado tradicionalmente para descrever a zona mais religiosa dos Estados Unidos. Na capital, os bairros que têm mais pessoas que se declararam adeptas de alguma religião são Água Rasa, Vila Formosa e Mooca, todos no início da zona leste. Os distritos no entorno, indo ao norte até a Vila Medeiros, também concentram essa característica.
Nesses bairros, a maior parte dos fiéis é católica, seguida por evangélicos e espíritas. No líder, Água Rasa, apenas 4% dos seus moradores declararam ser ateus ou agnósticos.
O contraste é grande quando o número é comparado com a Bela Vista, na região central. Lá, essa taxa é quatro vezes maior - ou seja, praticamente um em cada cinco moradores não segue nenhuma religião.
Para o professor João Baptista Borges Pereira, da Universidade de São Paulo (USP), o "Bible belt" paulistano tem essa característica por causa da própria cultura do bairro. "São locais onde há pouca imigração recente, e os moradores costumam ter uma tendência maior de permanência. Assim, cria-se uma religiosidade de bairro, onde a igreja vira um centro social e uma referência para a sociabilidade local", explica.
Diversidade. O mapa da religião revela que existem comunidades fortes concentradas em certos bairros. Uma das mais famosas delas são os judeus. Dos 34 mil judeus que vivem na capital, cerca de 10 mil moram nos distritos de Santa Cecília e Consolação, onde fica o bairro de Higienópolis. Há também números relevantes em outros distritos de maior renda, como Jardim Paulista e Perdizes, e também no Bom Retiro, um dos primeiros locais a receber imigração judaica em São Paulo.
Os espíritas - que compõem a terceira maior comunidade religiosa paulistana, com 448 mil adeptos - estão mais concentrados no Tatuapé, Mooca e Água Rasa, onde mais de 10% dos moradores declararam seguir esse credo. É nessa região que fica o Centro Espírita Perseverança, um dos mais tradicionais de São Paulo.
Já a maioria dos muçulmanos - são cerca de 6 mil na capital - está no Pari, tradicional bairro comercial que abriga uma das principais mesquitas da cidade. Os budistas (são 63 mil) se concentram na Saúde, Jabaquara e Liberdade, distritos que também têm porcentual relevante de imigrantes orientais, como japoneses e chineses.
Os 56 mil adeptos de religiões afro-brasileiras, como umbanda e candomblé, estão mais espalhados pela capital. Em distritos com grande herança de comunidades africanas, como Tucuruvi e Carrão, cerca de 2% dos seus moradores se declararam adeptos dessa religião.

Estado de São Paulo
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sábado, 15 de junho de 2013

Evangélico preso em Coruripe é acusado na morte de 16 pessoas

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Joel também teria assaltado uma casa lotérica em Maceió.
Dezesseis pessoas foram mortas pelo homem de semblante calmo.
O jeito clássico de se vestir, aliado a forma calma de conversar, poderia ter enganado até mesmo a polícia, que há dias vinha investigando Joel Antônio do Nascimento, 27 anos.
A historia por trás do jovem de semblante calmo é macabra. Não foi a toa que Joel recebeu o titulo de ‘Irmão da 12’. O rapaz, procurado pela polícia pernambucana, é apontado como autor na morte de pelo menos 16 pessoas.

De evangélico a criminoso
Segundo informações da polícia de Pernambuco, logo que iniciou sua vida de crimes, Joel não abandonou a Bíblia, em uma mão carregada uma espingarda calibre 12 e na outra o instrumento de redenção espiritual, e sempre bem vestido, de terno preto.
O local onde residia, comunidade de baixa renda, o Coque, na grande Recife, o jovem recebeu o titulo de ‘Irmão Joel, o terror do Coque’, por conta das atrocidades que cometia e pelo terror que espalhou no local.
Joel foi preso nesta sexta-feira (14), na cidade alagoana de Coruripe, onde vinha mantendo uma vida de playboy. Sempre comprando boas roupas, se hospedando em pousadas e pagando tudo a vista, fato que chamou atenção da polícia e desencadeou a investigação, que acabou em sua prisão.
Com ele a PM alagoana apreendeu dois revolveres calibre 38, além de munições e dinheiro.
Em Alagoas o ‘Irmão da 12’ é apontado como autor de um assalto a uma casa lotérica, na capital, mas a polícia investiga sua participação em outra dezenas de crimes no estado.
Joel Antônio do Nascimento foi preso por policiais do 11º BPM, da 2ª Cia, e foi encaminhado para Delegacia Regional de Penedo, onde permanece preso, mas por conta de sua periculosidade, deve ser transferido para um presídio na capital.

Tribuna Hoje
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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Sul-africano afirma ser reencarnação de Jesus

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Um homem sul-africano afirma ser a reencarnação de Jesus Cristo. “Eu nunca vou morrer, Deus me deu essa graça”, afirma Moses Hlongwane. Ele já tem doze discípulos que dão dinheiro para que possa espalhar suas mensagens pelo mundo.
Moses afirma que, assim como Jesus, ele passou um tempo no deserto, onde lutou contra o diabo e foi ressuscitado como o Filho de Deus. “Estou nessa sala desde 1992 e passei 22 anos lutando contra o diabo e venci. Eu nunca verei a morte e agora estou me preparando para a abertura dos túmulos, a cura dos cegos e dos aleijados”, diz ele.
Um de seus seguidores, um aposentado de 84 anos afirma que dá toda a sua pensão a Moses como uma forma de “sacrifício para sua alma”. Além dele, seus discípulos querem que Moses seja conhecido “como o legítimo Jesus Cristo”.
Há cerca de duas semanas, um homem australiano também foi à mídia “reinvindicar” o título de reencarnação de Jesus. Alan John Miller afirma ter lembranças da sua “vida” pregressa como a crucificação, milagres que teria feito e a ressurreição.
O representante brasileiro das supostas reencarnações de Jesus é Inri Cristo, fundador da Suprema Ordem Universal da Santíssima Trindade (SOUST). Ele tem nove livros publicados e dezesseis discípulos que moram com ele na sede da SOUST, em Brasília.
O pastor e teólogo David Millikan alerta para os efeitos negativos que tais movimentos podem trazer para seus seguidores. “O perigo é que você é atraído para cada vez mais perto do centro da teia até o ponto em que perderá o acesso à sua vida social, irá gastar todo seu dinheiro, os problemas familiares só aumentarão e você poderá perder seus relacionamentos”, observa.

CP
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Pastor aconselha jovens a cultivarem uma sociedade justa

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O pastor da Igreja Assembleia de Deus Pentecostal no Huambo, Constantino Mucuachissa, apelou hoje, sexta-feira, a juventude a viver de acordo com a palavra de Deus, visando uma sociedade pacífica e justa.
O religioso falava à Angop no quadro da “semana do avivamento”, uma jornada de oração promovida desde segunda-feira.
Segundo o religioso a juventude deve ser forte e organizada para contribuir para a construção de sociedade mais justa, fraterna, onde os homens vivem em paz.
Reprovou o envolvimento de jovens na prática da delinquência, prostituição, consumo exagerado de bebidas alcoólicas e outras drogas que, no seu entender, destorcem o bom desenvolvimento da sociedade.
O pastor apelou igualmente os pais, como principais educadores, a serem bons conselheiros, mostrando aos filhos o caminho a seguir.
“Quando a família estiver desestruturada, a sociedade também fica, pois a família é o berço de toda sociedade”, realçou.
A semana de avivamento, que decorre no templo da Igreja Assembleia de Deus Pentecostal, está a ser marcada com realizações de cultos e vai culminar no domingo com espectáculo de música gospel.

Angola Press
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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Justiça do Trabalho nega vínculo empregatício a pastora de igreja evangélica

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A Justiça do Trabalho não reconheceu o vínculo de emprego de um membro de igreja evangélica que alegou ter trabalhado como empregada na tesouraria da instituição.
Na decisão o juiz Plínio Podolan, titular da Vara do Trabalho de Juara, citou jurisprudência do TRT de Mato Grosso, que não reconhece o vínculo empregatício entre os religiosos e a entidade onde atuam.
A reclamante alegou que, após freqüentar a igreja por sua ligação religiosa, fora integrada a diretoria para exercer a função de tesoureira, função que exerceu de 1999 até 2005. Desse ano em diante continuou com essas atividades administrativas, porém, nas dependências da igreja e em horário comercial. Desde então passara a receber uma retribuição financeira de dois salários mínimos mensais. O valor passou a ser de três salários mínimos a partir de junho de 2011. Em dezembro de 2012 desligou-se das atividades.
A igreja fez sua defesa dizendo que os fatos ocorreram de forma semelhante à forma narrada pela reclamante. Porém, segundo a igreja, a retribuição financeira paga depois de 2005 passou a ocorrer porque ela fora nomeada “pastora em tempo integral” e como pastora tinha atribuições relativas a fé professada seguindo a missão evangelizadora da igreja. Por estas atividades, a instituição passou a contribuir financeiramente com a chamada “prebenda”, que é uma verba destinada a pastores e pastoras que se dedicam de forma integral à igreja.
Analisando o depoimento das testemunhas, o juiz concluiu que mesmo o trabalho administrativo, como no caso da reclamante que cuidava da tesouraria, se tratava de trabalho voluntário, realizado com base na fé religiosa. “É razoável admitir que mesmo nas atribuições meramente administrativas, as pessoas que se prestam a essas atividades estejam ali inseridas por vontade despretensiosa”, assentou o magistrado.
Assim, o juiz não reconheceu o vínculo empregatício da pastora com a igreja e em conseqüência nem analisou os demais pedidos formulados.

(Processo 0000090-33.2013.5.23.0116)

Âmbito Jurídico
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Igreja permite entrada de cães em seus cultos e pastora afirma: “Cachorros vão para o céu”

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A sugestão de uma fiel motivou uma iniciativa inusitada na igreja Metodista Unida Wesley, em Sheboygan, no estado de Wisconsin, nos Estados Unidos. Depois de um pedido da fiel Louise Hansen, a congregação cristã decidiu permitir que os cães dos fiéis participassem dos cultos dominicais junto com seus donos.
- Cachorros vão para o céu. Como o céu seria sem nossos cães? – brinca a pastora Ann Bullis, que afirma ainda que já que os cães têm lugar reservado no céu, seus lugares nos cultos de domingo também estão reservados.
- Há uns dois meses alguns fiéis vieram a mim e disseram, ‘Puxa, gostaria de poder trazer meu bichinho de estimação para a igreja. Podemos fazer isso?’ E nós [da igreja] respondemos ‘Porque não?’. Não encontramos uma razão para negar o pedido – contou Ann.
Hansen, que deu a ideia à pastora Ann, relata já ter levado seus dois cães para o culto. A pastora apresentou a proposta para a congregação, onde ninguém se opôs à ideia e como única exigência pediram que os donos e seus cães se sentassem nos fundos da igreja para não atrapalhar os fiéis que tivessem alguma alergia aos animais.
- Eles são parte da minha vida e os considero membros da família. Eles são verdadeiras bênçãos e Deus se preocupa com os animais… Sempre me lembro de Noé salvando sua família e os animais do dilúvio e sinto que os animais refletem o amor incondicional que Deus tem por seus filhos – relatou conta Louise, segundo o The Christian Post.
- Existem pessoas cujos animais são a única família que eles têm. Chegar a uma nova igreja pode ser assustador, mas com seu cão ao lado, pode ser que as pessoas se sintam mais confortáveis – completou Louise, que diz acreditar que a ideia de abrir as portas da igreja para os cachorros pode atrair novos fiéis.
Outro membro da igreja que aprovou a ideia foi Todd Hueppchen, que agora pode levar seu Golden Retriever Diego aos cultos dominicais. Hueppchen, que também considera seu animal de estimação como um membro da família, relata que a ida de seu cachorro na igreja não alegrou apenas a ele, mas também os outros fiéis.
- Ele vai a todo lugar comigo. E agora eu posso levá-lo à igreja e ele vai participar de tudo. Das duas vezes que vim com Diego, todos pareceram gostar dele. E ele adora ficar perto de gente – afirmou Todd.

Gospel+
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Após 2 dias no fundo do mar, homem é achado vivo em banheiro de navio

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Harrison Okene estava em barco que afundou na costa da Nigéria.
'Ouvia os peixes comendo os corpos que boiavam ao meu lado', conta.
Harrison Okene, de 29 anos, estava no fundo do mar, dentro de um banheiro de um navio rebocador, quando foi encontrado por mergulhadores. Okene passou mais de 60 horas respirando graças a uma bolha de ar que se formou ali na hora do naufrágio, no dia 26 de maio, a 30 quilômetros da costa da Nigéria. Okene tinha certeza de que ia morrer.
O cozinheiro de 29 anos estava dentro do rebocador "Jascon-4" quando chuvas fortes atingiram o navio no oceano Atlântico. Das 12 pessoas a bordo, só ele foi encontrado com vida.
"Eu estava lá na água em total escuridão e tinha certeza de que era o fim. Fiquei pensando que a água ia encher a sala, mas isso não aconteceu", disse o rapaz, que contou também que partes da sua pele estavam descascando após dias de imersão na água salgada.
"Eu estava com muita fome, mas, principalmente, com muita sede. A água salgada tirou a pele da minha boca", disse ele. Às 4h50, Okene diz que estava no banheiro quando percebeu que o rebocador estava começando a virar. Como a água entrou e o navio virou, ele forçou a porta de metal.
"Três rapazes estavam na minha frente e de repente a água entrou muito forte. Vi o primeiro, o segundo, o terceiro apenas sendo levados. Eu sabia que esses caras já estariam mortos”, disse ele à Reuters. O que ele não sabia era que ele iria passar os próximos dois dias e meio preso no fundo do mar rezando para que ele fosse encontrado. Para ser resgatado, Okene foi arrastado ao longo de uma estreita passagem entre o banheiro e o quarto. Para a surpresa dos mergulhadores, ele ainda estava respirando.

Peixes comendo cadáveres
Okene, vestindo apenas cueca, sobreviveu a cerca de um dia no pequeno banheiro, segurando a bacia virada para manter a cabeça fora da água, que só enchia uma parte do cômodo, permitindo com que o rapaz respirasse.
Ele sentiu que ele não estava sozinho na escuridão. "Estava muito, muito frio e estava muito escuro. Eu não conseguia ver nada", diz Okene. "Mas eu podia perceber que os corpos da minha tripulação estavam nas proximidades. E eu podia sentir o cheiro deles. Vieram os peixes e começaram a comer os corpos. Eu podia ouvir o som. Foi um horror."
Okene não sabia que uma equipe de mergulhadores enviada pela Chevron e pelos proprietários do navio, a Ventures África Ocidental, estava à procura de membros da tripulação.
Na tarde de 28 de maio, Okene ouviu um som estranho. "Ouvi um martelo batendo no navio. Bum, bum, bum! Nadei para baixo e encontrei um dispensador de água.
Puxei o filtro de água e martelei o lado do navio esperando que alguém me ouvisse. Então, o mergulhador me ouviu."
Os mergulhadores invadiram o navio, e Okene viu a luz de uma lanterna, presa à cabeça de alguém que nadava em sua direção.
"Quando eu comecei a acenar, ele ficou chocado”, disse Okene. Ele pensou que estava no fundo do mar, embora a empresa afirme que a profundidade era de 30 metros.
A equipe de mergulho colocou em Okene uma máscara de oxigênio, roupas de mergulhador e um capacete para que ele conseguisse chegar à superfície, mais de 60 horas depois de o navio ter afundado.
O cozinheiro descreve a sua extraordinária história de sobrevivência como um "milagre", mas a memória de seu tempo na escuridão ainda o assombra, e ele não tem certeza se um dia voltará para o mar.
"Quando estou em casa, às vezes parece que a cama em que eu estou dormindo está afundando. Acho que ainda estou no mar novamente", diz Okene, balançando a cabeça.
"Eu não sei o que impediu a água de encher o cômodo. Eu só fiquei chamando por Deus. Ele me protegeu. Foi um milagre."

G1
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Conflito no Oriente Médio é mais do que religião

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O Hizbollah está envolvido e há confrontos entre xiitas e sunitas, mas somente o sectarismo não explica a escalada da tensão.

Em Sidon, no Líbano, sírios e libaneses exibem a antiga bandeira da independência síria, símbolo dos rebeldes, e a bandeira do Líbano, com o cedro no centro. O evento era em solidariedade à queda de Qusair

Há alguns dias, o influente religioso sunita Yusuf al-Qaradawi denunciou o movimento xiita libanês Hizbollah – cujos combatentes ajudaram o regime de Bashar al-Assad a retomar a cidade síria de Qusair na semana passada – como o "partido de Satã".
Falando em Doha, pouco antes da queda de Qusair, Qaradawi não parou por aí: o religioso, cujos discursos e sermões são ouvidos por milhões de pessoas, deu um passo perigoso, pedindo que os muçulmanos sunitas com treinamento militar apoiem os rebeldes sírios contra Assad.
Foi um sermão que não apenas marcou uma clara mudança nas tensões sectárias no Oriente Médio entre sunitas e xiitas, mas uma escalada na própria retórica de Qaradawi. Quando o ouvi pregar sobre a Síria na mesquita lotada de al-Azhar no Cairo, no outono passado, ele foi firme ao condenar o regime Assad, mas não chegou a endossar uma jihad.
Em Doha, porém, os comentários de Qaradawi abrangeram uma noção sectária mais perigosa. "O líder do partido de Satã vem combater os sunitas... agora sabemos o que os iranianos querem... eles querem continuar os massacres de sunitas", disse Qaradawi. "Como 100 milhões de xiitas poderiam derrotar 1,7 bilhão [de sunitas]? Só porque os muçulmanos [sunitas] são fracos."
Os comentários de Qaradawi -- endossados na semana passada pelo grande mufti da Arábia Saudita, Abdul Aziz al-Asheikh – não saíram do nada. Foram uma resposta direta ao discurso feito pelo secretário-geral do Hizbollah, Hassan Nasrallah, em Beirute, que não apenas admitiu que seus combatentes estavam na Síria, como prometeu que seus homens ajudariam Assad – um membro da secto xiita alauíta – até a "vitória" final.
Se houvesse necessidade de prova da escalada da dimensão sectária da crescente instabilidade regional no Oriente Médio – na qual o agravamento do conflito na Síria tem uma grande papel – ela ficou clara na semana passada.
É visível nos destroços de Qusair, na Síria, agora esvaziada da maior parte de sua população e dominada por uma força conjunta do Hizbollah e do governo Assad, assim como o balneário libanês de Trípoli, o segundo maior do país, onde as batalhas entre milícias alauítas e sunitas continuam.
Também foi visível no Iraque, onde tensões letais, inspiradas em parte pela Síria, mas mais amplamente pelas próprias tensões políticas do país, vêm crescendo quase semanalmente, como testemunham as mais de mil mortes em maio, o maior número mensal desde 2008.
E tem sido a Síria -- principalmente -- que serviu como ímã para os que desejam lutar, tanto para os jihadistas sunitas quanto para xiitas iraquianos e libaneses.
Tornou-se um clichê nos últimos meses falar sobre uma divisão sectária inevitável e insuperável entre sunitas e xiitas, por causa de um cisma que ocorreu no islã há 1.400 anos. A realidade é que o momento atual das tensões no Oriente Médio é muito mais complexo do que o simples ódio religioso. Ele reflete sobretudo um atrito crescente que se origina em rivalidades mais recentes sobre poder, direitos e identidade que foram exacerbados pela guerra no Iraque e pelas reconfigurações da Primavera Árabe.
No próprio cerne do debate está o quanto as tensões sectárias em si impulsionam os novos conflitos, ou se as tensões sunitas-xiitas foram usadas em rivalidades locais e regionais cuja natureza tem tanto a ver com poder, política e distribuição de recursos quanto com a religião.
A separação dos dois ramos do islamismo é quase tão antiga quanto a própria religião, resultado de uma disputa política pela liderança entre seguidores do profeta Maomé depois de sua morte. O que surgiu foram interpretações às vezes sutilmente diferentes – e às vezes radicalmente – dos ensinamentos de Maomé. Apesar disso, não houve equivalente na história islâmica a uma Guerra dos Trinta Anos entre protestantes e católicos na Europa, enquanto por longos períodos e em muitos lugares – principalmente no Iraque, apesar de seus problemas recentes – xiitas e sunitas não apenas coexistiram como se misturaram amplamente através do casamento.
Marc Lynch, diretor do Instituto para Estudos do Oriente Médio na Universidade George Washington, escrevendo recentemente na revista Foreign Policy, advertiu que a ênfase estreita para o sectarismo não é útil. "A narrativa mestre sectária", escreveu Lynch, "obscurece mais que revela as linhas principais do conflito no Oriente Médio emergente. A próxima era será definida pela concorrência entre candidatos ao poder domésticos (na maioria sunitas) em países transnacionais radicalmente incertos e candidatos (na maioria sunitas) ao manto da liderança regional árabe. O antixiismo não garante mais a unidade sunita do que o pan-arabismo produziu a unidade árabe nos anos 1950."
Em outras palavras, os conflitos emergentes são principalmente intersunitas, mais que sunitas-xiitas. Lynch também aponta para a rivalidade entre o Catar e a Arábia Saudita para armar facções rebeldes diferentes, uma concorrência que minou a unidade da oposição síria, como ele sugere.
Geneive Abdo, uma associada no grupo de pensadores Stimson Centre e autora de The New Sectarianism [O novo sectarismo], entretanto, admite ser "razoavelmente pessimista" sobre a atual trajetória das tensões entre as duas seitas islâmicas, afirmando que ela ocorre em meio a uma "intensificação" mais ampla da identidade sectária em todo o Oriente Médio que não pode ser facilmente explicada com referência ao contexto social, econômico ou político.
"Não devemos esquecer que parte do novo sectarismo começou com o Iraque [depois da invasão]. A queda dos regimes autoritários durante a Primavera Árabe", ela acrescenta, "coincidiu com um interesse maior pela política de identidade de todo tipo, incluindo a identidade sectária."
Abdo – como vários outros analistas – situa as raízes das atuais tensões entre xiitas e sunitas nos anos 1960 e 70, e não mais para trás no tempo. Nesse período começou o movimento de renascimento xiita no Líbano, que – como o movimento de oposição na Síria hoje – pedia igualdade de direitos inclusivos para os xiitas em Estados governados por sunitas.
Abdo acredita, entretanto, que o novo sectarismo é promovido por fatores concorrentes, que incluem tanto a maneira como os Estados sunitas e xiitas estão envolvidos na Síria, as tensões sectárias na própria Síria e "a percepção" em lugares como Bahrein, onde uma monarquia sunita concorre com uma maioria xiita sobre direitos políticos, que a concorrência é sectária por natureza – uma profecia que se cumpre por si mesma.
A questão de como o sectarismo está influindo nos conflitos emergentes na região – principalmente na Síria – torna-se duplamente difícil pelo fato de que o espectro do conflito sunita-xiita ampliado também está sendo cinicamente explorado, uma alegação feita pelo estudioso iraquiano Harith al-Qarawee, que escreveu sobre o Iraque na National Interest no início deste ano.
Lá, ele afirma, "as identidades sectárias são usadas por empreendedores políticos para alcançar objetivos políticos. Embora o simbolismo cultural e as narrativas coletivas façam parte desse processo, os verdadeiros objetivos são políticos – e amplamente calculados".
Qarawee e outros também apontam para o recente processo de "sunificação". Em um nível local no Iraque, a minoria sunita – que já dominou o país e foi política e economicamente excluída em um Iraque pós-Saddam dominado por xiitas – adota uma identidade cada vez mais sectária.
Mais amplamente, embora muito menos perigosamente, isso coincidiu com a emergência de novos governos islâmicos em toda a região, estreitamente associados a ou dominados pela Fraternidade Muçulmana.
Outros afirmam que o sentido de uma crise sectária – mais notadamente em relação à Síria – foi criado pelo regime Assad.
"O elemento sectário foi introduzido na revolução em março de 2011 pelo próprio regime Assad, que quer identificá-lo com o conflito sectária", diz a escritora e analista síria Rime Allaf. "Ele deliberadamente abraçou essa ideia porque sabe que as pessoas têm medo dela... O regime e seus aliados no Hizbollah tentaram apresentar sua posição como defensiva, mas as pessoas não a estão comprando." Ela também argumenta que a recente assimilação do Hizbollah por Assad tem tanto a ver com sua falta de confiança em setores de suas próprias forças armadas quanto com uma aliança estratégica pan-regional que se estende do Irã ao Líbano.
E se foi a intervenção aberta do Hizbollah no combate em Qusair que fez disparar um alarme ainda mais forte, vale a pena notar que o interesse do Hizbollah na Síria tem menos a ver com o destino de seus correligionários alauítas e tudo a ver com sua própria sobrevivência e seus interesses.
Um cliente libanês do Irã, o Hizbollah há muito tempo contou com o regime Assad como canal para as armas sofisticadas e outros apoios que permitiram ao movimento exercer uma influência desproporcional no Líbano.
Não foi só na Síria que o alegado perigo da interferência sectária foi usado para justificar abusos aos direitos humanos. No Bahrein, que teve protestos intermitentes durante dois anos e uma constante repressão pelos governantes sunitas contra os xiitas marginalizados, a família reinante tentou pintar os protestos legítimos como interferência inspirada pelo Irã.
Vali Nasr, um membro do Conselho de Política Externa do Departamento de Estado dos EUA e autor de The Shia Revival [O renascimento xiita], que mapeou a crescente importância da influência e da política xiitas desde a queda de Saddam, suspeita que também pode haver considerações doutrinárias mais sutis em ação nos comentários cada vez mais febris de pessoas como Qaradawi. Nasr indica o comentário de Qaradawi de que os sunitas só podem ser derrotados se "forem fracos".
"O Hizbollah e o Irã armaram uma coisa grande. Eles mostraram [em Qusair] que são mais capazes de combater que os sunitas. Para aqueles como Qaradawi – para os quais o discurso é sobre o empoderamento dos seguidores da verdadeira religião – não se pode permitir que os sunitas sejam mostrados de alguma forma como frágeis."
Enquanto Nasr há muito tempo previu uma mudança decisiva no centro de gravidade no Oriente Médio em direção ao Iraque e ao Irã xiitas, ele toma cuidado para distinguir entre as motivações de combatentes xiitas individuais que estão sendo atraídos para a Síria de lugares como o Iraque, e jihadistas sunitas que viajaram para combater por grupos como o Jabhat al-Nusra, depois das recentes alegações da emergência de um novo tipo de "jihadismo xiita".
"Para os xiitas, a Síria não é a guerra civil espanhola ou o Afeganistão. Muitos desses xiitas que vão lutar vêm de lugares como o Líbano e o Iraque, porque acreditam que estão lutando por si mesmos.
"É considerado uma mobilização por aqueles que temem que, se Assad perder, os sunitas virão persegui-los. Eles a consideram uma defesa preventiva." E acrescenta: "As pessoas no Oriente Médio em geral se importam com a Síria não necessariamente porque se importem com os sírios, mas porque se importam com suas próprias lutas".
Nasr, que é mais otimista que a maioria, sugere também que as atuais tensões podem ser vistas como o desenrolar final da forma da região concebida no acordo anglo-francês de Sykes-Picot, que previu o desmembramento do Império Turco-Otomano.
"Aquelas estruturas estão se desfazendo agora: primeiro sob as botas dos soldados americanos no Iraque e, mais recentemente, sob os calcanhares dos manifestantes pró-democracia na Primavera Árabe."

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Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

Carta Capital

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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Manuscritos do Mar Morto valem ouro no mercado negro

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Palestino pede US$ 40 milhões por fragmentos da Bíblia em hebraico, reivindicados por Israel.
Quase 70 anos após a descoberta dos manuscritos do Mar Morto, o mais antigo texto bíblico, a família palestina que vendeu as relíquias originais a pesquisadores e colecionadores está discretamente comercializando resquícios e pede até US$ 40 milhões pelos pedaços dos documentos históricos.
A maioria é do tamanho de um selo, e alguns estão em branco. Mesmo assim, compradores chegam a oferecer milhões de dólares por um fragmento, o que acirrou a disputa pela posse.
Por um lado, o Estado de Israel, detentor da maior parte, reivindica o direito ao que restou; por outro, os proprietários palestinos, como William Kando, alegam que propuseram um negócio com as autoridades israelenses, mas que foram ignorados.
"Eu disse a Kando há muitos anos que, se depender de mim, ele pode morrer com os pergaminhos", afirmou à Associated Press Amir Ganor, chefe da autoridade israelense de Combate a Saques. "A única casa dos pergaminhos é Israel."
Por sua vez, Kando disse que os objetos são "as coisas mais importantes do mundo" e que os venderá caso haja interessados. O palestino não revela detalhes de seus negócios, mas, segundo fontes, ele teria pedido US$ 40 milhões por pedaço de pergaminho com um trecho do Gênesis, o primeiro livro tanto da Bíblia hebraica quanto da cristã.

Importância
Escritos há cerca de 2 mil anos, os pergaminhos foram encontrados, em 1947, em cavernas do Mar Morto e são considerados as cópias mais antigas da Bíblia em hebraico. Por isso, guardam as raízes do judaísmo e do cristianismo na Terra Santa.
Eles também são importantes porque provam as diversas versões do Antigo Testamento que circulavam antes da canonização, por volta de 100 d.C. Alguns escritos são praticamente idênticos aos textos hebraicos tradicionais do Antigo Testamento. Porém, outros contêm variações significativas.
Os pergaminhos foram bem preservados em cavernas áridas e escuras, mas ao longo dos séculos se desfizeram em fragmentos de vários tamanhos.

Estadão
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Valdirene de ‘Amor à Vida’ será humilhada e ganha Bíblia de presente

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Personagem irá se converter ao Cristianismo ao longo do folhetim.
A personagem Valdirene, interpretada por Tatá Werneck será humilhada mais uma vez e ganhará uma Bíblia de presente no capítulo que vai ao ar nesta terça-feira (11). O papel, desde o anúncio da novela, é divulgado como o personagem evangélico da trama.
Após procurar Vanderlei para tirar satisfações, papel de Marcelo Argenta, a periguete é ridicularizada como “baranga” e fica decepcionada. Ao perceber sua tristeza, Maristela – Vera Mancini – tenta lhe dar consolo e dá de presente uma Bíblia para Valdirene.
Vanderlei some com as roupas da moça depois de se encontrar com ela em um motel. Quando chega ao local de trabalho do médico, o mesmo exibe sua calcinha para os amigos como um troféu.
“Só um coitado sente prazer em humilhar uma mulher. Saí com você duas vezes, você já me humilhou da primeira vez, deixou dinheiro, como se eu fosse uma garota de programa”, diz Valdirene ao presenciar a cena.
“Essa gente se acha só porque sabe comer com todos os talher, porque sabe umas finezas que eu não sei! Só que ninguém é melhor que ninguém. Quer dizer, é sim. Um cara como você é pior que os outros, porque gosta de pisar em cima de gente como eu. Você é ridículo. Vê se não aparece na minha frente. Nunca mais!”, complementa a personagem.
“Valdirene é dona de um jeito sensual de ser. Incentivada pela mãe, Márcia, sonha em dar um golpe da barriga e ter um filho de um jogador de futebol ou algum milionário”, explica o site da novela sobre a personagem. Durante a trama, ela irá se converter e se tornar uma cantora gospel. "Isso só aconteceria num contexto de respeito aos evangélicos", disse recentemente o autor Walcyr Carrasco.
"Não me inspirei em alguém. Foi tudo muito rápido e acabei me inspirando na própria Valdirene, no que o texto estava me dando ali para a personagem. Me inspirei mais em pessoas com autoestima do que em periguetes. Porque a Valdirene acha que é bonita, mas não é. Ela acha que é sensual, mas não é", disse Tatá ao jornal O Dia sobre o seu papel em Amor à 'Vida'.

CP
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terça-feira, 11 de junho de 2013

Prefeitos entregam cidades a Cristo

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Prefeitos de município mexicanos aderiram a apelo de pastores pentecostais e neopentecostais ao “entregarem a cidade a Jesus” em atos religiosos com grande apelo popular.
No sábado, 8, a prefeita Margarita Alicia Arellanes Cervantes, de Monterrey, terceira cidade mais importante do país, entregou a cidade a Jesus durante a celebração denominada “Monterrey ora!”, realizada na praça central e organizada pela Aliança de Pastores do município.
No discurso, a prefeita declarou: “Eu, Margarita Alicia Arellanes Cervantes, entrego a cidade de Monterrey, Novo León , a nosso senhor Jesus Cristo para que seu reino de paz e bênção seja estabelecido. Abro as portas deste município como autoridade máxima. Reconheço que sem a presença e ajuda Dele não poderemos ter sucesso real”.
A coluna “Rede Política”, do portal do periódico Universal, anexou vídeos de vários prefeitos mexicanos que já aderiram ao movimento evangélico. Margarita é do Partido Ação Nacional (PAN), de centro-direita, de cunho católico desde as suas origens. Estão nessa condição as prefeituras de Benito Juárez, Guadalupe, Ensenada.
Essas ações rompem com a continuidade histórica do protestantismo mexicano, que sempre foi muito zeloso da separação Igreja/Estado. O politólogo Joel Diaz García afirmou ao portal Publimetro que a manifestação religiosa de governantes é uma tendência que se acentuou nos últimos anos.
Mas questionou: “Quem assume posições de liderança na estrutura estatal deveria visualizar que sua função é governar para todos, independentemente de seu credo religioso, posição ideológica, preferência sexual. A responsabilidade do governante é a de governar para todos”.

ALC
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Joelma, da Calypso, lançará disco gospel, e banda está garantida até 2015

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A assessoria da banda Calypso negou o fim do grupo, após uma polêmica declaração da cantora Joelma em show no Recife, neste último fim de semana. Ela havia dito que tem vontade de se dedicar apenas à música gospel.
Segundo os assessores, o grupo deve continuar até pelo menos 2015, por compromissos comerciais, mas não há qualquer previsão de encerrar as atividades depois disso.
Porém, a incursão de Joelma (que já é evangélica há anos) na música gospel deve aumentar depois disso. A assessoria da Calyspo confirmou à Folha que ela está trabalhando num disco nesse segmento.
Em cada disco da Calypso, já há uma música gospel. O novo projeto de Joelma deve ter como repertório essas músicas, reunidas num só álbum, além de outras canções evangélicas.
Ainda esse ano, a banda tem gravações de CD e DVD novos já marcadas.
Joelma, que é casada com o guitarrista Chimbinha, causou polêmica recentemente ao fazer declarações sobre casamento gay e "conversão" de homossexuais.

Folha
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“Encontrei com Deus no hospital”, revela Alexandre Frota em livro

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Biografia Identidade Frota: A Estrela e a Escuridão, 5,0 será lançada em outubro.
Dono de uma carreira bastante polêmica, o apresentador Alexandre Frota resolveu contar as suas melhores histórias em uma biografia. O livro sobre a sua vida, Identidade Frota: A Estrela e a Escuridão, 5,0, está quase pronto e será lançado em outubro.
Na publicação, Frota promete revelar, entre outras coisas, o que teria sido o “seu encontro com Deus”.
- Encontrei com Ele em 2006, quando fiquei internado no hospital Albert Einstein. E em 2007, quando uma mulher me parou na frente da Record e falou sobre a minha vida.
O apresentador também afirma que tem frequentando a Igreja de Nossa Senhora de Fátima, em São Paulo, todos os domingos. Identidade Frota: A Estrela e a Escuridão, 5,0 também deve virar um documentário.

R7
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