5 de fev de 2016

Falso padre é preso suspeito de enganar e roubar fiéis

Erwin Mena enfrenta 22 acusações criminais, incluindo roubo qualificado.
Erwin Mena (foto), de 59 anos, foi preso ontem (2), em Los Angeles, EUA, acusado de fingir ser padre desde 1990 e roubo qualificado.
De acordo com o “Los Angeles Times”, no ano passado, em seu maior golpe, ele arrecadou 15 mil dólares (R$ 60 mil) de fiéis para uma excursão para ver o Papa Francisco. O evento nunca aconteceu e ele fugiu com o dinheiro.
O falso sacerdote também celebrava missas, funerais, casamentos e ouvia confissões. Ele agora enfrenta 22 acusações criminais, incluindo roubo qualificado e pratica da medicina sem licença.
Ele sempre desaparecia após receber as doações em dinheiro. Inclusive, convenceu várias igrejas a deixá-lo vender um vídeo por 25 dólares (R$ 100) sobre o Papa. O falso padre também escreveu livros sobre sua vida.
A Arquidiocese de Los Angeles contatou a polícia após inúmeras denúncias. Mena foi colocado em uma lista de sacerdotes não autorizados. A porta-voz, Doris Benavides disse ao “Times” que aqueles que receberam os sacramentos de Mena poderão fazer as cerimônias novamente sem custos.

Publicado em DM


4 de fev de 2016

A ignorância da mídia global em relação aos palestinos e a "ocupação judaica"

Recentemente dois jornalistas pediram para que fossem escoltados até a Faixa de Gaza para entrevistarem colonos judeus que lá residem.
Não, não é o começo de uma piada. Esses jornalistas se encontravam em Israel no final de 2015 e estavam falando sério.
Imagine o constrangimento deles ao serem informados que Israel tinha se retirado totalmente da Faixa de Gaza há dez anos.
Convenhamos que se faz necessário ter certa compaixão para com eles. Esses colegas estrangeiros eram novatos que desejavam causar sensação por estarem se dirigindo para um lugar "perigoso" como a Faixa de Gaza, para fazer uma reportagem sobre os "colonos" que lá residem. O pedido deles não causou nenhuma surpresa a ninguém, nem mesmo aos meus colegas locais.
Esses "jornalistas paraquedistas", como são às vezes chamados, são soltos na região sem terem recebido o mínimo de informações sobre os fatos básicos do conflito israelense-palestino. Lamentavelmente, correspondentes dessa estirpe são a regra e não a exceção. Um repórter britânico, particularmente sem noção, vem à mente:
Quando Israel assassinou o líder espiritual e fundador do Hamas, Ahmed Yasmin, em 2004, um jornal britânico despachou seu repórter investigativo para cobrir o caso. Para esse repórter, a região, bem como o Hamas, eram terra virgem. Seus editores enviaram-no ao Oriente Médio, segundo ele, porque ninguém estava disposto a ir.
Muito bem, nosso herói fez a reportagem sobre o assassinato de Ahmed Yassin no bar do Hotel American Colony. O subtítulo da sua reportagem assinalava que ele se encontrava na Faixa de Gaza e que tinha entrevistado parentes do líder morto do Hamas.
Não é raro se sentir como um para-raios desse tipo de histórias. Outro colega radicado em Ramala verbalizou que há alguns anos foi contatado por um correspondente novato para que intermediasse uma entrevista com Yasser Arafat. Só que naquela época Arafat já estava morto há vários anos. Recém formado na escola de jornalismo e desinformado sobre o Oriente Médio, o jornalista, ao que tudo indica, foi considerado pelos editores um ótimo candidato para cobrir o conflito israelense-palestino.
Em três décadas cobrindo a mesma ladainha, fiquei bem familiarizado com esse tipo de jornalista. Eles pegam um avião, leem um ou dois artigos no Times e acham que estão aptos a se tornarem especialistas no que tange o conflito israelense-palestino.
Alguns até me garantiram que antes de 1948 havia aqui um estado palestino cuja capital era Jerusalém Oriental. A exemplo dos mal informados jovens colegas que desejavam entrevistar os não-existentes colonos judeus na Faixa de Gaza de 2015, eles ficaram um tanto surpresos ao saberem que antes de 1967 a Cisjordânia estava sob o controle da Jordânia e que a Faixa de Gaza era governada pelo Egito.
Há alguma diferença entre um cidadão árabe de Israel e um palestino da Cisjordânia ou da Faixa de Gaza? Meus colegas estrangeiros podem muito bem não serem capazes de saber se há ou não há. A carta magna do Hamas realmente preconiza que o movimento islâmico objetiva substituir Israel por um império islâmico? Se for este o caso, meus colegas de trabalho de diversos países, não terão condições de elucidar a sua dúvida.
Há alguns anos, uma memorável jornalista pediu para visitar a "destruída" cidade de Jenin, onde "milhares de palestinos foram massacrados por Israel em 2002". Ela estava se referindo à operação das Forças de Defesa de Israel (IDF) no campo de refugiados em Jenin onde cerca de 60 palestinos, muitos deles milicianos e 23 soldados da IDF foram mortos em um combate.
Deixando a compaixão de lado, é difícil imaginar que na era da Internet ainda haja esse grau de desinformação e preguiça profissional.
Mas quando se trata de cobrir o conflito israelense-palestino, aparentemente a ignorância é a glória. Ideias equivocadas sobre o que acontece aqui assolam a mídia internacional. A dualidade da designação mocinho/bandido é o norte por aqui. Alguém tem que ser o mocinho (os palestinos foram incumbidos para esta tarefa) e alguém tem que ser o bandido (esta ficou para os israelenses). E tudo é refletido através deste prisma.
No entanto o buraco é mais embaixo. Muitos jornalistas ocidentais que cobrem o Oriente Médio não sentem a necessidade de disfarçar seu ódio contra Israel e contra os judeus. Mas em se tratando dos palestinos, esses jornalistas não veem mal nenhum. Jornalistas estrangeiros que fazem suas coberturas a partir de Jerusalém e Tel Aviv têm se recusado, por anos a fio, a expor a corrupção financeira e as violações dos direitos humanos tão comuns nos regimes da Autoridade Palestina (AP) e do Hamas. Eles provavelmente temem ser considerados "agentes sionistas" ou "propagandistas" de Israel.
Para completar há os jornalistas locais contratados pelos relatores ocidentais e veículos de mídia para auxiliarem na cobertura do conflito. Esses jornalistas podem se recusar a cooperar em qualquer história que possa ser considerada "antipalestina". O "sofrimento" palestino e o "mal" da "ocupação" israelense são os únicos tópicos admissíveis. Os jornalistas ocidentais, por sua vez, estão propensos a não irritarem seus colegas palestinos: eles não querem ver seu acesso às fontes palestinas ser negado.
Portanto, não deveria causar nenhuma surpresa a indiferença da mídia internacional em face da atual onda de esfaqueamentos e atropelamentos intencionais contra os israelenses. Qualquer um teria imensa dificuldade em encontrar um jornalista ocidental ou órgão da mídia que se refira aos homicidas palestinos como "terroristas". Na realidade, as manchetes internacionais, amiúde, demonstram muito mais comiseração com os algozes palestinos que são mortos no ato da agressão do que com os israelenses que são, antes da mais nada, primeiramente atacados.
Obviamente, o exposto acima não se aplica a todos os jornalistas. Alguns jornalistas dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Europa são bem informados e imparciais. Lamentavelmente, contudo, estes representam um grupo extremamente pequeno da grande mídia do Ocidente.
Repórteres ocidentais, especialmente aqueles que são "soltos de paraquedas" no Oriente Médio, fariam um bem a si próprios se não esquecessem que o jornalismo nessa região não gira em torno de ser pró-Israel ou pró-palestino. Melhor dizendo, ele gira em torno de ser "pró" verdade, mesmo que a verdade contradiga o que eles prefeririam acreditar.

Publicado em Fatos em Foco


Europa islamiza-se: População muçulmana da Grã-Bretanha em 2051 será de 51 milhões

Estima-se que em 2051 a população muçulmana da Grã-Bretanha será de 26 milhões.
Poucos temas na Bíblia são repetidos mais do que este: Quando uma nação vira as costas para Deus, ela começa uma queda em espiral rumo à sua própria destruição. Não é um tema bom de se falar. No entanto, o Senhor nos diz: “Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima … porque a vossa redenção se aproxima”.
Só que ignorar o assunto das nações impenitentes caindo no caos não é, creio eu, uma leitura precisa do modo como Deus quer que respondamos. Afinal, toda a Bíblia nos adverte para alertarmos nossas nações rebeldes sobre o julgamento vindouro. O rei Salomão entendeu esta verdade fundamental antes de ele também se afastar de Deus e sua nação sofreu as mesmas tragédias.

A VERDADE NA DEMOGRAFIA
A demografia pode levar mais de uma geração para revelar mudanças irreversíveis. Mas ela prevê o futuro de maneira confiável se as coisas continuarem como estão. Vejam estes números:
– Hoje, existem 2.900.000 muçulmanos na Grã-Bretanha, incluindo a Escócia e a Irlanda do Norte – cerca de 5% do população.
– A população muçulmana se multiplica 75% a cada 10 anos.

A LEI SHARIA SIGNIFICA PERSEGUIÇÃO AOS CRISTÃOS
Não há como negar de que a lei Sharia já está sendo praticada em toda a Grã-Bretanha pelos muçulmanos; a poligamia é comum e a cultura islâmica referente às mulheres e às outras religiões está substituindo a lei britânica em comunidades com população muçulmana considerável. À medida em que a religião islâmica aumentar, os crentes britânicos vão experimentar severa perseguição, principalmente no que diz respeito à liberdade de expressão e a liberdade de pregar o Evangelho.

O ISLÃ SE EXPANDE EM CIDADES TANTO GRANDES QUANTO PEQUENAS
Hoje, na Grã-Bretanha, a tendência já é bem perceptível. Em um blog, escrito por Paul Wilkinson, chamado “A islamização da Inglaterra, Uma Cidade de Cada Vez”, ele descreve pequenas cidades como Whitley Bay, um resort no Nordeste de 10.000 almas. Apesar de ter apenas 0,3% de muçulmanos, Wilkinson descreve os inúmeros restaurantes “indianos” – palavra usada para se referir ao “Oriente Médio”, e outra meia dúzia de fast food pertencentes a muçulmanos na rua principal.

JUIZ DA SHARIA PROMOVE A POLIGAMIA
No verão passado, a primeira juíza da Sharia do Reino Unido disse que o governo do Reino Unido não tem o direito de proibir a poligamia islâmica. Segundo o The Times, cerca de 100.000 muçulmanos no Reino Unido atualmente são casados sob o regime da Sharia, não reconhecido pela lei do país. Muitos desses casamentos são polígamos.

DESCRISTIANIZAR A GRÃ-BRETANHA?
Espiritualmente falando, os ativistas humanistas e ateus estão ajudando a propagar o Islã. Ao exigir que as escolas suspendam o ensino sob o ponto de vista cristão e remova todos os sinais e valores bíblicos de locais públicos, eles deixam um enorme vazio que o Islã, mais do que feliz, logo se apressa em preencher.


ALERTA À GRÃ-BRETANHA

Profecia de David Noakes

“Nação Grã-Bretanha, eu vos amei com um amor que não cessou, apesar do estado de apostasia e degradação em que caíste.

Minha ira para com esses líderes de igrejas, que ensinaram coisas falsas em meu nome e incentivaram outros a crer e agir como eles, é intensa e o meu juízo sobre eles será severo.

No entanto, tenho compaixão daqueles que têm sido como ovelhas sem pastores santos; e Meu coração ainda anseia por exercer misericórdia para com uma nação cujos antepassados ​​confirmaram o meu nome e levaram a minha Palavra aos confins da terra; uma nação cuja crença na Verdade da minha Palavra elaborou leis divinas e inspirou uma cultura de retidão”.

A GRÃ-BRETANHA JÁ NÃO É MAIS UM PAÍS CRISTÃO!
É oficial!
Bem, pelo menos segundo o relatório divulgado pela ex-juiz sênior, a baronesa Butler-Sloss, intitulado ‘A extremidade mais fina da cunha está ficando mais espessa…’ A comissão de Butler-Sloss, de dois anos, envolvendo os principais líderes religiosos de todas as fés, concluiu que a Grã-Bretanha já não é mais cristã e recomenda que a vida pública precisa ser sistematicamente descristianizada.

A EXTREMIDADE MAIS FINA DA CUNHA ESTÁ FICANDO MAIS ESPESSA
Por algum tempo, nós da Profecia Hoje, já havíamos percebido uma “fina extremidade de cunha” no que diz respeito aos sutis ataques aos fundamentos cristãos da nossa sociedade. Mas, de forma muito rápida, chegamos rapidamente à parte mais espessa dessa cunha que está sendo alojada por humanistas e por aqueles com persuasão da fé múltipla.

QUEM ESTÁ A DEFENDER A FÉ?
Costuma-se dizer que o Reino Unido tem uma constituição não escrita, o que dá a impressão de que a nossa posição é vaga e, portanto, em algum grau, sujeita a questões de opinião. Isso não é verdade quando estudado do ponto de vista do Juramento da Coroação e os muitos séculos de desenvolvimento de leis e costumes que nos trouxeram até aqui. No entanto, ela pode ser tratada como vaga se alguém se propuser a isso e se a nação for liderada por aqueles que optam por ignorar os princípios centrais que foram repassados.

“NÃO HÁ NENHUM MECANISMO…”
As respostas que tenho recebido constantemente encaminham as perguntas de volta para o Governo – na maioria das vezes para o Ministério do Interior. A rainha certamente leva a sério seu juramento em um nível pessoal, mas assumiu o papel de um “monarca constitucional” que defere os seus ministros e assina, sem questionar, qualquer coisa que for aprovada em lei pelo Parlamento.
Depois de descobrir que o Ministério do Interior é não-comprometedor, o próximo tópico da minha investigação foi tentar encontrar o gabinete governamental responsável pelas questões constitucionais, sendo que a pergunta era saber se existe algum departamento do governo que checa especificamente se as decisões do governo estão em conformidade com o Juramento da Coroação.

O QUE FAZER?
Na realidade, as únicas pessoas que se preocuparão com a nossa herança cristã são cristãos. O comitê da baronesa Butler-Sloss abriu uma questão que vai se complicar ainda mais no futuro, levantando muitas questões para os cristãos sobre a fé na vida pública da nação. Será que os cristãos ainda deveriam defender sua herança que vem sendo sistematicamente atacada e desmantelada, incentivando nossos líderes nacionais a cumprir sua promessa solene a Deus feita no dia 02 de junho de 1953? Ou devemos aceitar que os dias da ‘Grã-Bretanha cristã’ já acabaram e seguir em frente?
A Igreja deveria lutar por uma voz e influência na esfera pública, ou deveríamos viver tranquilamente e procurar testemunhar onde fôssemos colocados?

ANOS CRÍTICOS À FRENTE
Essa questão não vai desaparecer. Eu até creio que o próprio Senhor Deus não vai deixar passar em branco. Se chegar o dia quando forem adoptadas as recomendações loucas do Comitê da baronesa Butler-Sloss, então nosso declínio como nação estará sob a Mão de Deus e vamos colher as consequências da nossa insensatez. Isto mostra quão críticos serão os próximos anos a um ritmo crescente.

Os cristãos são perseguidos quando o islã toma conta de um bairro
Nissar Hussain vem de uma bela região da Caxemira, no Paquistão. Em 1996, ele e sua esposa Kubra, como cidadãos britânicos, decidiram abandonar o islã e passaram a seguir a Cristo. No entanto, seus vizinhos muçulmanos não aceitaram com amabilidade essa conversão e passaram a persegui-los com agressões, intimidações diárias e danos criminais à propriedade deles, incluindo janelas quebradas e destruição de três de seus carros. Eles literalmente expulsaram os Hussain de sua própria casa em Bradford, Inglaterra.

Publicado em Maoz Israel


Seita alia estudo da Bíblia com o cultivo da maconha

“Freiras” dizem que objetivo de sua produção é “ajudar os doentes”.
Elas se apresentam como freiras e possuem uma vida cheia de hábitos religiosos. Curiosamente, vivem da cultura de canabbis, a popular maconha. A Sisters of the Valley é uma organização com sede na cidade de Merced, na Califórnia.
Elas cultivam e vendem produtos derivados dessa planta que é considerada droga pela lei, mas acreditam estar fazendo algo de cunho espiritual. Essas freiras extraem o cannabidiol (CBD) e o utilizam para produzir remédios homeopáticos, além de cremes para pele e suplementos para pacientes que fazem uso da chamada maconha medicinal. Seus produtos são todos comercializados online.
No site é possível ver que os produtos feitos por elas possuem uma quantidade irrisória de THC, substância que gera os efeitos psicoativos da droga.
A irmã Kate, 56 anos, a responsável pela organização Sisters of the Valley, relata que elas estão enfrentando problemas por causa de uma mudança nas leis da cidade de Merced. No início de 2016, os vereadores votaram um projeto de lei que impede o cultivo e venda de maconha medicinal. Isso acabaria com o trabalho da irmã Kate e de outros quatro grupos registrados no município.
Ao invés de mudar de cidade ou de ramo, as freiras estão fazendo uma campanha para invalidar o projeto de lei e tem recebido bastante apoio.
“Nós estamos trazendo renda para a cidade. Pagamos impostos altíssimos”, escreveu irmã Kate na petição on-line lançada por ela. Seu principal argumento é que elas sempre estiveram dentro da lei, pois o cultivo na Califórnia é legalizado desde o final da década de 1990.
Contudo, um equívoco no texto do Medical Marijuana Act deu abertura para que as cidades tivessem autonomia para proibir o cultivo, a distribuição e a venda da droga. Isso inclui Merced.
A pequena produção de cannabis, plantada em vasos que ficam na garagem e possuem a temperatura controlada, é transformada pelas freiras em produtos com fins medicinais. Elas ainda não encerraram sua produção, mas admitem: “Sabemos que estamos fora-da-lei”.
Seu movimento chamou atenção da imprensa e já foram procuradas por um canal de TV que deseja fazer um filme sobre elas. Mas embora se vistam como freiras e se chamam de “irmãs”, não fazem parte da Igreja Católica, nem pertencem a nenhuma religião organizada.
A opção pelo uso do hábito e do véu, além da nomenclatura, é uma questão de filosofia de vida, pois seguem o padrão de ordens católicas. Tampouco querem ser chamadas de seita, pois Kate, sua líder, justifica que foi criada em uma família católica.
Questionada, a líder das Sisters of the Valley diz que nunca quis enganar as pessoas, afirmando que ela era uma freira “de verdade”, mas confessa que gosta da maneira como as pessoas a tratam quando veem o seu hábito. O aspecto religioso, sem dúvida, as ajudou nos negócios até agora.
A fé das Sisters of the Valley é uma mistura de vários elementos, incluindo cristianismo e nova era, pois fazem uma associação com os rituais xamânicos indígenas. “Achamos que essa planta é divina, algo que a Mãe Terra deu para nós, humanos”, explica Kate.
Para elas, que vivem reclusas, a rotina inclui começar o dia lendo a Bíblia e debatendo sobre ela. Também fazem suas orações. Dentro de sua filosofia, o trabalho que fazem é de caridade, pois acreditam nas propriedades curativas do CBD.
O objetivo de sua produção é “ajudar os doentes”. Mesmo parecendo contraditório, nos Estados Unidos existem outros grupos que acreditam que maconha e Bíblia combinam.

Publicado em GP com informações de The Guardian

3 de fev de 2016

Após pressão, prefeito irá substituir estátua 'do coisa ruim' por Bíblia

Prefeito de Nova Olímpia (MT) diz que sofreu pressão por parte de religiosos.
Autor da obra 'A Guardiã', colocada no local em 2013, se diz indignado.
Uma escultura produzida com sucatas de ferro velho foi retirada de um canteiro em Nova Olímpia, a 207 km de Cuiabá, após quase três anos de exposição. O prefeito do município, Cristóvão Masson (PP), afirmou que a retirada se deu após pressão dos moradores, principalmente, dos religiosos, que chegaram a afirmar que a escultura seria “a representação do coisa ruim”. A arte será substituída por uma Bíblia de concreto, segundo ele.
O monumento criado pelo escultor Genival Soares foi inaugurado no dia 13 de maio de 2013 e retirado do na terça-feira (26).A nova obra deve ser executada em até 20 dias, conforme o prefeito.
'A Guardiã', como era chamada, estava fixada na entrada do município. Segundo o artista, a ideia da criação é representar “uma figura mitológica feminina que vigia o cruzamento de vias e a principal entrada do Centro de Eventos [da cidade]”.
A retirada desapontou o artista. Ele alegou não ter sido consultado pelo prefeito. “A retirada aconteceu de forma espontânea e brusca, com a ajuda de um trator. Fiquei indignado. Foi um descaso com tudo o que fiz. Se viessem falar comigo, eu aceitaria entrar num consenso e até retirar ela [escultura] de lá”, pontua.
A peça foi realocada para um pátio dentro da Secretaria de Obras do município. O escultor deve pegar a obra do lugar e revela pensar em colocá-la em frente a uma pizzaria de um amigo, que chegou a lhe pedir por isso.
O artista lembra que toda a construção foi autorizada e até que recebeu apoio na época. “Eu fiz [a obra] com a autorização da prefeitura. Meu objetivo era ornamentar os canteiros da cidade. Era um negócio que não teve gasto nenhum para a cidade, porque fui atrás de todo o material e realizei a montagem”, conta.
Genival ainda diz que a pressão para a retirada da obra aconteceu por falta de conhecimento. “Foi resultado de fanatismo e ignorância. São pessoas que não têm conhecimento do mundo artístico. A arte serve justamente para incomodar e fazer refletir”, defende.
Segundo o prefeito da cidade, a retirada da escultura não foi debatida porque avalia ser desnecessária. “A decisão foi minha. Não conversei com ele [Genivaldo] porque senti que não precisava. Eu que mandei colocar, então depois eu que mandei retirar também”, disse.
Masson argumenta que sofreu pressão da maioria das pessoas da cidade e que os grupos religiosos foram os que mais o influenciaram na tomada dessa decisão. “Fui detonado pela população. Tentei contornar a situação e deixei ela lá durante todo esse tempo. Vários segmentos religiosos pediram para que eu retirasse. Eles afirmaram que [a estátua] era do 'coisa ruim', que só chamava coisa negativa para a cidade”, comenta.
O prefeito explica que a nova escultura da Bíblia de concreto não foi debatida com a população e que não irá repensar sua colocação na entrada da cidade.
“É um livro de todas as religiões, das melhores e das piores. Vou colocá-la e não pretendo repensar, mesmo que algum grupo não goste”, defende.

Publicado em G1


Planalto sanciona lei que cria Dia da Proclamação do Evangelho

Os calendários vão registrar mais uma marca no dia 31 de outubro.
A data em que são comemorados o Dia das Bruxas e o Dia do Saci-Pererê também será marcada pelo Dia Nacional da Proclamação do Evangelho.
A presidente da República Dilma Roussef (PT) sancionou nesta terça-feira (13/1) a Lei 13.246/2016, que instituiu a celebração, "sem qualquer discriminação de credo dentre igrejas cristãs".
A Lei 13.246/2016, que instituiu a data, traz o adendo de que a celebração deve ser feita “sem qualquer discriminação de credo dentre igrejas cristãs”.

Leia a íntegra do texto da lei:

LEI Nº 13.246, DE 12 DE JANEIRO DE 2016.
Institui o dia 31 de outubro como Dia Nacional da Proclamação do Evangelho e dá outras providências

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o Fica instituído o dia 31 de outubro de cada ano como Dia Nacional da Proclamação do Evangelho.
Art. 2o No dia 31 de outubro dar-se-á ampla divulgação à proclamação do Evangelho, sem qualquer discriminação de credo dentre igrejas cristãs.
Art. 3o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 12 de janeiro de 2016; 195o da Independência e 128o da República.
DILMA ROUSSEFF

Publicado em Conjur


Sermões evangélicos estreiam no Netflix

Mudanças na grade já tem 4 televangelistas.
O serviço de streaming Netflix reinventou alguns conceitos sobre o que é televisão. Além de programas originais como “Orange is the new black” e “House of Cards”, Netflix agora oferece aos usuários um outro tipo de conteúdo: sermões cristãos. A programação para os usuários dos EUA e Canadá já tem quatro pregadores conhecidos desde o final do ano passado.
“Eu acredito que se Jesus vivesse na Terra hoje, certamente estaria no Netflix”, afirmou Ed Young, um dos pastores que já acertou a transmissão dos seus programas. Ele afirma que foi um dos primeiros a negociar com a Netflix sobre programas religiosos, que não faziam parte da programação.
Ed acredita que, como Jesus fazia, é preciso que os pastores vão até onde as pessoas estão. Ele celebra a inovação da empresa de streaming, que pode levar a fé evangélica para uma geração que está vendo uma transição histórica nas comunicações.
“Jesus foi o comunicador mais criativo na história. Se nós precisamos imitar seu modo de agir em tudo, a igreja deve ser a entidade mais criativa no universo”, finaliza Young.
“Isso se encaixa com padrões antigos da TV”, minimiza Stewart M. Hoover, diretor do Centro de Mídia, Religião e Cultura da Universidade do Colorado em Boulder. O estudioso acredita que as igrejas evangélicas foram rápidas ao se adaptar ao rádio, depois à televisão e outras tecnologias conforme foram surgindo.
Para o analista, essas novas “séries de sermões” num primeiro momento servirão mais para atrair cristãos para o Netflix que converter os atuais usuários para o cristianismo.
Com sede em Dallas, a Igreja Fellowship, do pastor Ed Young já possui um canal de TV na internet. Autor de mais de uma dúzia de livros, o pastor há anos já disponibiliza sermões no iTunes e conteúdo para plataformas como YouTube e Roku.
Os programas gravados por Young são cinco episódios (leia-se sermões) com o tema “50 Shades of They”, um trocadilho com o livro/filme “50 tons de cinza”. A temática? Sexo na perspectiva bíblica.
As três outras ‘séries’ de pastores na Netflix têm formatos semelhantes. A “#DeathToSelfie”, mostra o jovem pastor Steven Furtick falando sobre a busca pela identidade em episódios (sermões) sobre o tema.
O outro pastor com programas é Andy Stanley, que apresenta palestras (sermões) sobre os desafios da vida com o título “Starting Over”. Finalmente, a pastora Joyce Meyer, única mulher do grupo, optou por um formato mais tradicional e mostra suas pregações como fazia na TV aberta, diante de um auditório enorme. No Netflix são sermões temáticos sobre “Como vencer as batalhas da vida”.
Paul Huse, diretor executivo de marketing do ministério de Joyce Meyer disse que foi uma decisão estratégica. “Um número crescente de pessoas está a cortar o cordão umbilical com a TV”, disse Huse. “Ainda que aluguemos horários em seis ou sete canais a cabo, as pessoas estão se afastando [da TV] e queremos estar onde elas podem ter acesso a nós.”
A Netflix não forneceu muitos detalhes sobre o conteúdo para os episódios, mas há uma regra. Os programas devem evitar a promoção de produtos e pedidos para os telespectadores fazerem doações, explica Huse.
A mudança proposta pela Netflix é um “ajuste lógico”, define Tom Nunan, professor na Escola de Teatro, Cinema e Televisão da UCLA e ex-produtor de Hollywood.
“Em muitos aspectos, Netflix é o oposto de redes de TV tradicionais, que têm como alvo um público de nicho específico. A Netflix está tentando ser tudo para todas as pessoas e a espiritualidade, em geral, é muito bom como negócio”, assevera.
Representantes da Netflix se recusaram a dar detalhes sobre o acordo com os pastores, preferindo emitir um comunicado que diz: “Novos títulos são continuamente adicionados ao serviço para atender ao gosto diversificado dos nossos mais de 75 milhões de membros em todo o mundo.”

Publicado em GP com informações de Christian Headlines


Retiros espirituais são opções para quem quer fugir da folia

Igrejas programam acampamentos como opções, principalmente para os jovens, nos dias de folga do Carnaval.
Longe dos desfiles e trios elétricos, os retiros e acampamentos de Carnaval são a saída para muitos jovens e adultos que optam por uma programação mais calma e reflexiva.
Na igreja católica cerca de 300 pessoas, a partir de 14 anos, devem participar do retiro espiritual na casa de Emaús, entre os dias 6 e 9 de fevereiro. “O intuito é que, por mais que você goste ou não de Carnaval, participe e se divirta no retiro. O importante é evangelizar todas as pessoas e transformar a vidas, para isso basta ter vontade e fé”, explica Eduardo Farias, de 28 anos, vice coordenador do retiro. “A evangelização é importante e no retiro as pessoas têm suas vidas transformadas”.
O retiro de Emaús é aberto a qualquer interessado e as inscrições podem ser feitas nas livrarias Petrus e São Pio, que ficam no Centro e na Igreja Sagrada Família, no Jardim Imperador. O custo é de R$ 50 e durante os dias de retiro serão realizadas pregações, danças, teatros e partilhas. “No retiro as pessoas acabam fazendo novas amizades e aqui não haverá apenas oração, mas também teremos dinâmicas direcionadas aos jovens”, ressalta Farias.

Evangélicas
Na Igreja Resgate para Cristo, o retiro será direcionado aos jovens de 12 a 17 anos e será realizado em uma chácara, com inscrições no valor de R$ 170. “Serão 40 adolescentes que terão um lugar para se divertir - com gincanas e festas - e receber a palavra de Deus”, explica Cibele Pires de Lima, 34, organizadora do retiro.
Para ela, o intuito é interagir e aprender mais sobre Deus. “Será um encontro seguro e esse é um trabalho que vem crescendo anualmente”.
Na Igreja Presbiteriana, o retiro será realizado entre os dias 5 e 9 de fevereiro, para participantes de 12 a 30 anos de idade, que ficarão em alojamentos ou em barracas de camping.
O encontro que será realizado em uma fazenda e terá capacidade para 130 pessoas. “Neste ano o objetivo é mostrar para os jovens como enfrentar as batalhas da vida. Temos a parte espiritual e também a diversão, com piscina, quadra e recreação”, explica o orientador do ministério dos adolescentes, Nivaldo Pereira de Souza, 32. “O acampamento é um aprendizado para a vida. Eu participo desde 1995 e vale a muito a pena. São momentos marcantes, que nos ajudam a reavaliar muitas coisas”.

Na Igreja Batista, o retiro será realizado no clube Banespinha, entre os dias 5 e 9 de fevereiro e é direcionado a crianças a partir de dez anos de idade. “A intenção é que os jovens fiquem longe das drogas e de toda a sensualidade relacionada ao Carnaval. Além disso, vamos buscar uma aproximação com Deus e seus princípios básicos”, destaca o pastor Rogério Marcos Tedeschi, um dos organizadores da regional.
Daiane conheceu o marido no retiro - A técnica de enfermagem Daiane de Jesus Oliveira da Silva, 21 anos, frequenta a missa desde criança e há cinco anos não perde um retiro. “Lá a gente aprende a viver no caminho do bem, aprende a seguir as coisas da igreja, o significado de tudo que mais deixa dúvida, como história de Maria e tem música e dança. A gente sai motivado de lá”, conta.
Para Daiane, enquanto o Carnaval, assim como todas as festas, traz a felicidade momentânea, o retiro e a oração nos completa traz felicidade permanente. A oração é o alimento da alma pra nossa fé se fortalecer”, ressaltas.
Mas para Daiane, não foi apenas um aproximação com Deus, foi no retiro da igreja católica que ela conheceu seu grande amor. “Lá no retiro você faz muitas amizades. E quando era a hora do almoço sentamos perto e começamos a conversar entre amigos numa roda comum. E aí os amigos começaram a dizer que tínhamos haver e aí eu me encantei por ele pela beleza e pelo papo interessante e por estar ali em vez de estar numa festa cheia de bagunça. Trocamos os telefones e nos achamos no Facebook. Passamos a conversar mais”, conta.
Logo eles começaram a namorar e o casamento ocorreu em novembro de 2014.

Primeira Foto
Daiane e seu marido Jailson, na primeira foto que tiraram juntos no retiro de 2013. Os dois começaram conversando, trocando mensagens pelo Facebook, conversar pelo telefone e acabaram se casando em novembro de 2014.

Publicado em EPTV


2 de fev de 2016

Sadad: A pequena cidade cristã que resiste ao terror na Síria

Centenas de combatentes cristãos de toda a Síria se concentram em Sadad para evitar que a cidade volte a cair nas mãos dos terroristas do Daesh (autodenominado Estado Islâmico).
Símbolo da resistência cristã, Sadad – que fica a apenas 17 quilômetros de uma estrada estratégica que liga a capital Damasco à cidade de Homs, no oeste do país – tem enfrentado investidas do Daesh e de outros militantes jihadistas desde finais de outubro de 2015, em meio ao avanço dos terroristas sobre a região central da Síria. O comando militar e os membros das milícias locais estão plenamente conscientes do fato de que a queda desta cidade cristã ortodoxa representaria o corte efetivo de Damasco do resto do país.
Quando os militantes extremistas da Al-Nusra tomaram a cidade em 2013, os cristãos da Síria preferiram ficar longe do que consideraram ser um conflito entre sunitas e xiitas. Foi apenas quando os jihadistas saquearam o antigo monastério cristão em Maaloula que eles finalmente perceberam que o mesmo destino aguardava sua própria comunidade.
Pouco tempo depois, sete grupos militantes islâmicos uniram forças para sitiar Sadad. Enquanto os jihadistas se preparavam para invadir a cidade, seus defensores decidiram lutar até o fim. E, de fato, resistiram até o Exército sírio chegar e expulsar o inimigo.
Com Sadad libertada, os defensores da cidade estão agora se voltando para a cidade cristã de Al-Karyatein – último reduto restante dos terroristas na província de Homs, onde os jihadistas tomaram muitos moradores como reféns, ameaçando matá-los se o Exército decidisse invadir a cidade.
Todos os reféns cristãos estão agora livres, após terem fugido ou sido resgatados.
Depois que a Força Aérea turca abateu o bombardeiro russo Su-24 sobre o espaço aéreo sírio em novembro do ano passado, muitos habitantes de Sadad se reuniram nas igrejas locais para prestar homenagens ao piloto russo Oleg Peshkov, que morreu em decorrência do ataque injustificado.
Sadad é uma cidade tranquila agora, mas os traços dos recentes combates estão por toda parte, nas expressões marcadas de seus habitantes e nos buracos de balas abertos nas paredes das casas destruídas.

Publicado em Sputinik


1 de fev de 2016

Governo israelense decide abrir área para reformistas no Muro das Lamentações

Gabinete de Israel votou domingo para permitir que a oração judaica não-ortodoxa no Muro das Lamentações em Jerusalém, marcando um evento histórico de apoio do governo para fluxos liberais do judaísmo.
A questão é de particular importância para a comunidade judaica nos Estados Unidos, onde a reforma mais liberal e fluxos conservadores do judaísmo são dominantes. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu empurrou o plano em uma tentativa de agradar os judeus americanos, uma fonte fundamental de apoio a Israel, apesar da forte oposição por elementos nacionalistas religiosos em Israel que são membros-chave de seu próprio governo ultra-ortodoxos.
“Eu sei que este é um tema sensível, mas eu acho que é uma solução adequada, uma solução criativa”, disse Netanyahu no início da reunião do Gabinete de domingo, onde os membros votaram sobre o plano.
De acordo com o plano do governo, cuja cópia foi obtida pela Associated Press, Israel vai construir uma nova praça para a oração de gênero misto no Muro das Lamentações, ao lado da praça oração ortodoxo, mas separado dela.
As Federações Judaicas da América do Norte, um grupo guarda-chuva das comunidades judaicas, emitiram uma declaração conjunta com a Reforma e movimentos conservadores chamando a decisão de “uma confirmação dramática, sem precedentes e crítica” por Israel de que o local sagrado deve incorporar tradições judaicas de oração liberais.
“Apesar de muito trabalho sobre a implementação desta decisão ainda permanece, é por causa da nossa perseverança e compromisso com peoplehood judeus que estamos mais perto mensurável hoje para o último símbolo de que a realidade – uma parede de um povo”, disse o comunicado.
O Muro das Lamentações, um remanescente do antigo complexo do Templo judeu, é o local mais sagrado onde os judeus possam rezar. O local é administrado pelas autoridades rabínicas ortodoxas, que têm um monopólio sobre assuntos religiosos em Israel. Há seções de oração dos homens e das mulheres separadas e oração não-ortodoxos, como serviços mistos de gênero e por mulheres, orações, são proibidos.

Um grupo de oração de mulheres entitulado, Mulheres do Muro, causou uma polêmica há anos, mantendo orações não-ortodoxas mensais no site. A polícia prendeu mulheres carregando os rolos da Torá e usando artigos religiosos tradicionalmente reservadas aos homens, pratica judeus ultra-ortodoxos se opõem e considerar uma provocação.
Os movimentos de reforma e conservadora do judaísmo têm apoiado a causa do grupo e exigiram representação no local sagrado. Nomeou um Comitê Netanyahu em 2013, liderado pela Agência de quase-governamental judaica, para buscar soluções para a oração não-ortodoxa lá. Pouco depois, uma plataforma de oração temporário foi erguido para a oração mista em termos de género, mas defensores dizem que ele não era um site oficial e que nem sempre estava aberta.
A iniciativa vai construir uma área de oração permanente mista em termos de género, onde a plataforma temporária é hoje. Ele também irá criar uma nova entrada para a área do Muro das Lamentações assim tanto ortodoxos e áreas de oração não-ortodoxos será dado igual destaque. A área de oração pluralista não serão geridos pelo rabino ortodoxo do Muro das Lamentações, mas por um comité incluindo representantes da Reforma e movimentos conservadores. A nova área de oração permitirá Mulheres do Muro de realizar orações das mulheres.
Uri Ariel, um ministro do Gabinete do partido ortodoxo Bait ha Yehudi, disse que se opôs à iniciativa. Ele “dá legitimidade para ao movimento reformista. Sua intenção é criar conflito e disputa. Não é o caso. O Muro Ocidental é um lugar de unidade”, disse Ariel na rádio do Exército israelense.
Arieh Deri, chefe do partido ortodoxo Shas, também se opuseram a decisão. “Israel de todos os seus anos tem sido administrado pelo judaísmo devoto. Todo este problema com a Reforma e conservadores nunca existiu em Israel, e não há nenhuma razão que deve agora”, Deri à Rádio do Exército.
O estabelecimento Ortodoxo de Israel exerce um monopólio sobre aspectos fundamentais da vida religiosa no país, como o casamento, divórcio e enterros enquanto reformistas e rabinos conservadores não sejam reconhecidos e os seus movimentos são em grande parte marginalizadas. Ao contrário de os EUA, a maioria judeus em Israel, enquanto secular, seguem as tradições ortodoxas.

Publicado em ABCNews