30/09/2014

Alemanha estuda cancelar lei que proíbe sexo entre irmãos

"Nem as consequências para a família, nem a possibilidade de descendentes de tais relações incestuosas podem justificar a proibição penal", disse o conselho de ética alemão.
Conselho determinou que o direito que os irmãos adultos têm sobre a autodeterminação sexual é mais importante que a "ideia abstrata de proteção à família"
As leis que transformam o incesto em crime na Alemanha devem deixar de existir. Isso porque o Conselho de Ética do governo alemão afirmou, nesta terça-feira, que o "sexo entre irmãos deve ser legal". As informações são do Daily Mail.
Segundo a publicação, o conselho determinou que o direito que os irmãos adultos têm sobre a autodeterminação sexual é mais importante que a "ideia abstrata de proteção à família".
"Nem as consequências para a família, nem a possibilidade de descendentes de tais relações incestuosas podem justificar a proibição penal", disse o conselho em comunicado oficial.
A decisão, que ainda terá que ser aprovada, é tomada após a repercussão de um caso em que um alemão foi preso por mais de três anos devido ao seus relacionamento com a irmã, que gerou quatro filhos - dois deles, com deficiências.
O comunicado do governo alemão ressalta, porém, que as relações entre pais e filhos devem continuar sendo proibidas.
O incesto é ilegal no Reino Unido e em grande parte da Europa. No entanto, relações sexuais consentidas são permitidas entre quaisquer adultos na França, na Espanha, em Portugal, na Bélgica, em Luxemburgo e na Holanda.

Terra

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'Hotel do divórcio' oferece pacote para casais se separarem em três dias

Empresa começou na Holanda e acabou de abrir em hotel de Nova York.
Casal tem processo do divórcio agilizado durante fim de semana no local.
Uma empresa holandesa criou um curioso pacote de fim de semana para casais que estão se separando: o hotel do divórcio, que acaba de desembarcar em Nova York, nos Estados Unidos.
A empresa começou na Holanda há três anos e usa a estrutura de hotéis de luxo para oferecer o serviço. Nos Estados Unidos, o escolhido foi o Gideon Putnam Resort, em Saratoga Springs. A ironia é que o resort é conhecido por ser um hotel romântico e por realizar festas de casamento.
Os casais que pretendem se separar fazem o check-in em uma sexta-feira e, durante o fim de semana, são atendidos por mediadores e outros profissionais, como contadores e corretores de imóveis, que acertam os detalhes do divórcio em tempo recorde e agilizam a parte burocrática. Em três dias, eles saem com a papelada pronta. O pacote do divórcio custa a partir de US$ 5 mil.

Globo News

Pastor é detido suspeito de bater em esposa com vassoura em Manaus

Segundo polícia, homem também chutou vítima na coxa.
Mulher conta que marido se tornou agressivo há seis anos.
Um pastor de 57 anos foi preso na noite deste domingo (28) suspeito de agredir fisicamente a esposa em uma comunidade rural localizada no quilômetro 4 da BR-174, que liga Manaus a Boa Vista (RR). Segundo informações da Polícia Civil, o homem agrediu a esposa, de 36 anos, com um cabo de vassoura por culpar a mulher pela demora para a filha do casal para retornar à casa.
Segundo o depoimento da vítima à polícia, a mulher contou que o pastor chegou da igreja à noite e perguntou onde estava uma das duas filhas do casal. Ao saber que ela ainda não estava na residência, o pastor teria iniciado as agressões. A mulher contou ainda que levou chutes na coxa.
Após ser agredida, a mulher se trancou no quarto e acionou socorro. Policiais da 20ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) atenderam a ocorrência, prenderam o suspeito e o encaminharam à Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DCCM).
Em depoimento à polícia, a vítima afirmou que esta não foi a primeira agressão realizada pelo marido. Segundo informações da Polícia Civil, a mulher informou que é casada com o suspeito há 18 anos, mas que ele se tornou violento nos úlitmos seis anos, chegando a fazer ameaças de morte à vítima.
O homem ficará detido até a tarde desta segunda, prazo que tem para pagar fiança no valor de R$ 2 mil para responder o processo em liberdade. Caso o pagamento não seja efetuado, ele será encaminhado para a Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no Centro da capital.

G1

Garoto cego lê a Bíblia pela primeira vez

A última sexta-feira foi um dia de muita emoção para o pequeno Leonardo. Isto porque, ele, que é deficiente visual e estudante do Centro de Atendimento Especializado (CAE), leu pela primeira vez um texto bíblico graças a doação de uma Bíblia escrita em Braille feita pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) ao prefeito Bongiorno durante o Seminário de Ciências Bíblicas, realizado no Seminário Presbiteriano de Cianorte. Os 38 volumes do exemplar doado ficarão disponíveis para o acesso da comunidade cianortense na Biblioteca Municipal.
Cada exemplar tem um custo de R$ 3 mil e a SBB imprime apenas dois por dia. O objetivo da SBB é promover a integração do deficiente visual, pois através da leitura da Bíblia ele pode socializar-se com as pessoas, já que terá assuntos para debater. “É uma alegria muito grande poder doar essas Bíblias aqui para Cianorte, que já desenvolve um trabalho belíssimo com o CAE”, afirmou o secretário regional da SBB, Walter Eidam.

Luiz de Carvalho

27/09/2014

Pastor diz que ‘Jesus era uma pessoa anti-religião’ e que o cristianismo não é uma religião

Ed Young afirma que chamar Jesus de "Bom Mestre" é intelectualmente desonesto.
Ed Young, pastor da Fellowship Church, no estado do Texas, EUA, explanou em um sermão recente, sobre a diferença entre o cristianismo e outras religiões do mundo, para fazer o ponto de que seguir a Cristo não é uma religião, mas é como um relacionamento.
O sermão de Young era parte de sua série atual de mensagens intitulada “Mythbusters” (uma alusão ao programa de TV “Caçadores de Mitos”), que ele tem usado para esclarecer de maneira bíblica noções preconcebidas sobre Deus, que a sociedade tende a manter como verdadeiras. Ao falar sobre religião, Young enfatizou que Deus não quer que seus seguidores sejam religiosos, ao contrário do que as pessoas pensam.
"Existem algumas semelhanças entre as religiões do mundo, porque todas fazem reivindicações exclusivas, mas Jesus diz em João 14:6": “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém chega a Deus, senão por mim”. “Portanto, chamar Jesus apenas de ‘um bom professor’ é ser histórica e intelectualmente desonesto", afirmou Young.
Ele ainda acrescenta: "O que separa o Cristianismo das outras religiões é o fato de que na verdade não é uma religião. Jesus era a pessoa mais anti-religião que já viveu. Religião é um conjunto de fazer e não o fazer criado pelo homem a fim de agradar Deus”.
Ed observou que religiões do mundo são diferentes do cristianismo quando se trata de salvação, a condição humana, a sua história e reivindicações.
Hinduísmo, segundo ele, é sobre a noção de carma, enquanto o Budismo é "um desdobramento" do hinduísmo, em que o que objetivo é alcançar o nirvana. Young também explicou que essas religiões orientais são consideradas esotéricas, ou seja, suas filosofias são baseadas em olhar para dentro de si.
Por outro lado, as religiões ocidentais, como o judaísmo, o islamismo e o cristianismo são exotéricas, pois "Deus se revelou a partir do exterior através da natureza e também por meio de um livro de confiança", explicou Young.
"Os judeus não estão preocupados com a vida após a morte, eles estão esperando o Messias para dar-lhes de volta a sua terra e o domínio sobre a terra. É muito histórica, é uma religião baseada em obras", disse Young.
Ele acrescentou: "O Alcorão foi escrito 580 anos depois da Bíblia, é basicamente uma cópia grosseira do Antigo Testamento. Eles seguem os cinco pilares do Islã e dependendo de quão bem você seguir os pilares, você pode ser punido ou ir para o paraíso eterno. É um jogo de expectativa”.
Para ilustrar seu ponto de vista, Young contou uma anedota de um homem prestes a afogar-se no mar, que se recusou a ajuda de um salva-vidas porque ele queria ser salvo por sua própria força, através de seus próprios esforços. Young também falou sobre outro homem na mesma situação difícil, que permitiu que o salva-vidas o ajudasse, assim que ele percebeu que não conseguiria.
“É assim que muitas pessoas religiosas são”, disse Young, “pois muitos tentam fazer o bem por conta própria, com a esperança de que eles vão conseguir o objetivo final de sua religião. No entanto, a diferença em seguir Jesus em relação ao islamismo e judaísmo é encontrada na Bíblia que diz: [o seu] bom não é bom o suficiente", disse Young.
"Na religião está escrito", fazer "enquanto o cristianismo está escrito 'feito' porque o trabalho foi realizado, o preço foi pago, porque Cristo fez algo por nós que jamais podemos fazer por nós mesmos", aponta Young. "Deus colocou em prática esse plano engenhoso. Fez com que Jesus fosse homem e Deus, e Ele fez duas coisas: Ele cumpriu perfeitamente a lei, sem pecado e Ele tomou o castigo na cruz por seus pecados e os meus".

CP

26/09/2014

População de Israel atinge “marca profética”

Estado judeu já soma 9 milhões de pessoas.
Os judeus de todo mundo comemoram o Rosh Hashaná, o Ano Novo do calendário judaico, na virada do dia 24 para 25 de setembro. A chegada do ano 5775 traz um número considerado profético. A população de Israel chegou a 9 milhões, afirma o relatório da Autoridade da População e Imigração.
Apenas o crescimento demográfico natural não possibilitaria isso. No último ano nasceram 176.230 bebês em Israel. Somente este ano cerca de 25.000 judeus imigraram para Israel vindos de diferentes partes do mundo.
Destaque para os que imigraram da França e da Ucrânia, onde o aumento do antissemitismo e a guerra, respectivamente, contribuíram para o êxodo. Pela primeira vez, mais de seis milhões de judeus vivem no Estado de Israel desde 1948, quando ocorreu o seu “renascimento”.
Os outros três milhões são de muçulmanos e cristãos. Quase metade dos árabes-israelenses moram em comunidades próprias nos territórios palestinos (Cisjordânia e Gaza). Atualmente Nazaré é a maior cidade árabe do país. Em Jerusalém, vivem cerca de 200 mil muçulmanos, ou seja, 33% da população da cidade. A minoria cristã (2%) está espalhada por todo o país.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou que o índice populacional de Israel é uma evidência de sua vitória sobre o Holocausto e aqueles que tentaram destruir o povo judeu através dos tempos. “Pela primeira vez na história do Estado de Israel, mais de seis milhões de judeus vivem aqui. Este número tem um grande significado à luz da história do nosso povo no século anterior e no atual”, disse Netanyahu.
Para vários ministérios que estudam profecias, a migração é o cumprimento das promessas bíblicas. Em especial, citam Ezequiel 36: 24: “‘Pois eu os tirarei das nações, os ajuntarei do meio de todas as terras e os trarei de volta para a sua própria terra”.

CBN via GP

Religioso, casal cria site de swing para troca de parceiros cristãos e versículos da Bíblia

Cristy e Dean Parave criaram um site voltado para pessoas religiosas e adeptas da troca de casais. “Não acho que Deus está condenando o que estamos fazendo”, diz americana.
Um casal da Flórida vem mudando a maneira que as pessoas, especialmente as mais religiosas, praticam sua fé. Eles criaram um site de swing, a troca de parceiros sexuais, voltado para os cristãos adeptos da prática.
Cristy Parave e seu marido, Dean, afirmam não ter nenhum receio de encontrar outros casais e apresentá-los ao estilo de vida dos dois, basicamente trocando parceiros e versículos da Bíblia, segundo o “New York Post”.
Os dois, que são fisiculturistas, disseram estar cansados de procurar casais pela internet que não atendiam às expectativas de ambos e resolveram criar seu próprio site, o FitnessSwingers.com. Desde então, têm viajado pelos Estados Unidos, encontrando outros casais que querem compartilhar de sua sagrada liberdade sexual.
O casal, que se conheceu durante uma competição de fisiculturismo, diz não se importar com o que os outros pensam sobre eles e acreditam que Deus também não acha que eles estejam maculando sua fé.
“Não acho que Deus está condenando o que estamos fazendo”, diz Cristy. “No início, eu tive um conflito, mas quanto mais cremos nele, mas faz sentido para a gente.” A fisiculturista de 44 anos afirma sentir que “a humanidade foi criada para se divertir e se relacionar sexualmente um com o outro”.
“Sinto que Deus está sempre comigo e ele nos colocou aqui por algum motivo”, completa. Os dois pesos-pesados cristãos estão juntos há 20 anos e começaram a dar suas escapadas na relação após terem conhecido outro casal amante dos halteres que, sem pestanejar, os convidou para um swing.
“Eu era tão ingênua, pensei que eles estavam falando sobre a dança”, conta Cristy. “Depois, quando chegamos em casa e procuramos pelo termo na internet pareceu excitante.”

Marie Claire

24/09/2014

'Não era a vontade dele', diz mãe de desaparecido durante batismo no RS

Menino de 15 anos participava de celebração evangélica em Restinga Seca.
Adolescente foi levado pela correnteza durante ritual no Rio Jacuí.
A mãe do jovem de 15 anos que desapareceu enquanto era batizado no Rio Jacuí em Restinga Seca, na Região Central do Rio Grande do Sul, disse que o menino não estava pronto para ser batizado. Ao lamentar a morte do filho, a mulher, no entanto, afirmou que a Igreja Evangélica Nosso Senhor Jesus Cristo insistiu que o adolescente participasse da cerimônia.
“Ele dizia que não estava pronto ainda, não era a vontade dele, mas... insistiu, e ele veio”, lamenta Zenilda Carvalho. Segundo testemunhas, o adolescente escapou das mãos de um dos religiosos durante o ritual e foi levado pela correnteza.
Desde a última sexta-feira (19), parentes e amigos do adolescente não saem da beira do rio. Com dois barcos, auxiliam o Corpo de Bombeiros nas buscas. “É um local de difícil acesso. Temos aqui muitas árvores submersas, e é uma região de bastante pedras também. Com certeza não é recomendado para nada, nem para prática de banho”, descreve o tenente Jônatas Gabriel, comandante dos bombeiros de Restinga Seca.
O nível do Rio Jacuí estava alto quando um missionário da igreja evangélica Nosso Senhor Jesus Cristo começou o ritual de mergulhar um grupo de sete pessoas na água. Quando chegou a vez do menino, ele foi levado pela forte correnteza.
A Igreja Evangélica Nosso Senhor Jesus Cristo não quis se manifestar sobre o caso. A Polícia Civil vai investigar o caso.

G1

TC anula acórdão de despedimento por causa de religião

O Tribunal Constitucional (TC) anulou uma decisão judicial de despedimento de uma funcionária de uma empresa, por esta recusar trabalhar após o por do sol de sexta-feira até ao crepúsculo de sábado, devido à religião que professa.
Em acórdão publicado hoje em Diário da República, os juízes conselheiros da 3.ª Secção do TC entenderam "conceder provimento ao recurso" apresentado pela recorrente, funcionária de uma empresa de de instrumentos médicos, que alegou "o direito à liberdade religiosa", consagrado na Constituição.
O TC determinou ainda que o Tribunal do Trabalho de Loures, primeira instância, proceda à revogação do "acórdão recorrido, para que seja reformado".
A decisão do 2.º Juízo do Tribunal do Trabalho de Loures, datada de 19 de junho de 2011, considerou a "licitude" do despedimento, porém a funcionária recorreu para a Relação de Lisboa por entender que tinha o direito "de recusar a prestação da sua atividade a partir do por do sol de sexta-feira até ao por do sol de sábado".
Justificava com o facto de "a religião que professa observar esse período como dia de descanso", pelo que recusou o "cumprimento do horário integral às sextas-feiras", quando o seu turno "terminava à meia-noite", ou "prestar trabalho suplementar ao sábado, quando solicitado" pela empresa. A 15 de novembro de 2011, o Tribunal da Relação de Lisboa confirmou a decisão da primeira instância, sublinhando que a funcionária causou "prejuízos consideráveis à sua entidade empregadora".
No recurso para o TC, a profissional alegou "violação dos princípios constitucionais da proporcionalidade e da igualdade" e sustentou que a Lei da Liberdade Religiosa consagra "o direito de dispensa do trabalho".

Diário Digital com Lusa

Barbie católica causa polêmica na Argentina

Na exposição serão exibidas 33 figuras dos bonecos da Mattel adaptados como figuras de diversas diversas religiões.
A dupla de artistas Pool e Marianela, da cidade de Rosario, na Argentina, causou polêmica e despertou crítica dos religiosos com sua mostra "Barbie, a Religião Plástica". "Se existe uma Barbie doutora, professora e policial, por que não poderia existir uma Barbie Virgem Maria?", questionam eles em seu site.
Na exposição, que acontecerá em Buenos Aires, serão exibidas 33 figuras dos bonecos da Mattel adaptados como figuras católicas, budistas e judaicas, assim como também de crenças populares do país. "Em um mundo que nos recompensa para pensarmos, agirmos e sentirmos de maneira igual, Marianela e Pool rebelam-se ao se reafirmarem diferentes. Usam o humor para destacar seu desligamento a partir de um universo histórico, político e religioso que ressalta a ficção ligada aos mais velhos", dizem eles.
Uma das obras, que representa a "La Difunta Correa", figura venerada na Argentina, foi a maior causadora de polêmica. As autoridades de San Juan, onde é encontrado o santuário dela, já entraram em contato com os artistas. Eles reconheceram que esperavam que a mostra poderia despertar críticas, mas não imaginavam que chegaria ao ponto de tanto as autoridades quanto os fiéis reclamarem.
"Sabíamos que poderia haver alguma polêmcia com a Mattel, que reclamaria do uso da boneca Barbie", disse Marianela à BBC Mundo. "Mas nunca imaginamos que teríamos que pedir permissão para usar a imagem de "La Difunta Correa. Me ligaram do governo de San Juan para contarem que teríamos que pedir permissão, que ela está patenteada, eu não conseguia acreditar", acrescentou.
Seu parceiro, Pool, explicou que não tinha nada contra as religiões e que tomara cuidado para respeitar todas. Ele aponta como exemplo disso a ausência da imagem de Maomé, já que o Islamismo considera ofensiva qualquer representação do profeta. "Nosso compromisso é homenagear, não faltar com respeito", completa ele.

Administradores

"Religião é só um pretexto para jovens se radicalizarem", diz especialista

Estudioso do islã na Europa vê crescente número de adolescentes que aderem ao "Estado Islâmico" como uma busca por aceitação e identidade, algo que nem sempre possuem no país onde vivem.
Estima-se que 12 mil estrangeiros estejam entre os combatentes do "Estado Islâmico" na Síria e no Iraque, muitos deles europeus descendentes de estrangeiros. O recrutamento de adolescentes é motivo de crescente preocupação na União Europeia.
O alemão Jochen Müller, estudioso do islã especializado em jovens imigrantes, diz que a razão para a radicalização de adolescentes vai além da religião.
Segundo ele, ao deixarem a Europa rumo ao Oriente Médio, esses jovens buscam sobretudo aceitação na sociedade, o que não possuem no país onde vivem.
"Eles apresentam problemas sociais ou escolares, estão desempregados ou não são aceitos. Eles estão atrás de uma comunidade, de uma orientação, de respostas claras", afirma. "A religião é apenas um pretexto – a possibilidade de, em nome de algo, atacar de forma gratuita.

Deutsche Welle: Acredita-se que, entre os alemães recrutados pelo "Estado Islâmico", 24 sejam menores de idade. Qual é o perigo potencial que eles representam?

Jochen Müller: Isso é difícil de avaliar. Claro que existe um perigo potencial que não deve ser subestimado. É de se supor que alguns recebam treinamento de combate na Síria e no Iraque e que possivelmente também viajem a Alemanha em missões terroristas. Os órgãos de segurança precisam ficar em alerta. Apesar dos riscos à segurança, não vejo esses adolescentes e esses jovens adultos apenas como uma ameaça em potencial ou como possíveis transportadores de armas, mas também como uma juventude carente. Minha preocupação é negligenciarmos o fato de que são pessoas em busca de respostas e orientação. Muitos vão voltar frustrados e desiludidos. Seus problemas continuarão a existir depois de seu retorno. É preciso considerar o que os levou à Síria ou ao Iraque e só então pensar em como eles poderão ser reintegrados na sociedade alemã.

Os vídeos da propaganda do EI na internet são assustadores. Por que os adolescentes são receptivos a essas imagens?
As motivações dos jovens são variadas. Aqueles mais radicais e violentos, que também se dispõem a participar da guerra, geralmente vêm de uma situação familiar difícil, onde frequentemente a figura do pai é ausente. Além disso, eles apresentam problemas sociais ou escolares, estão desempregados ou não são aceitos. Eles estão atrás de uma comunidade, de uma orientação, de respostas claras. Também me refiro à geração 11 de Setembro. São jovens que cresceram na Alemanha em um tempo em que o islã é cada vez mais questionado. Eles precisam lidar com isso – e mais ainda depois do 11/9, em relação à violência e ao terrorismo. Trata-se de jovens com histórico de imigração buscando uma identidade. Mas entre os combatentes, também há uma grande parcela de convertidos.

Onde eles encontram tais respostas?
Faltam oportunidades para as famílias, associações e mesquitas – e também para mim – de se aproximarem dos jovens. Com frequência, eles vão parar na internet, seguem procurando, e acabam caindo nas respostas dos salafistas, que inundam a rede com suas ofertas. Os salafistas dão respostas simples e claras. A sociedade precisa criar espaços onde os jovens consigam lidar naturalmente com sua religião – na escola, por exemplo. O islã é parte da Alemanha e obviamente que os jovens, sejam eles religiosos ou não, também pertencem a ela.

Há alguns anos as autoridades monitoram a cena salafista na Alemanha, seja ela pacífica ou voltada ao terrorismo. Existe uma ligação entre os jihadistas do Iraque e da Síria e os salafistas?
Quando falamos em radicalização, pensamos imediatamente nesses 6 mil salafistas radicais [na Alemanha]. Eu diria que uma grande parte dos salafistas segue uma ideologia e apresenta uma ameaça à democracia, à concepção democrática. Apenas algumas centenas são tão radicais a ponto de se prontificarem à violência. Nesse caso, a sociedade precisa intervir: na escola, em centros para jovens, na formação política, alertando para esses perigos e sensibilizando os mais novos.

Fala-se que o jihadista alemão mais jovem teria apenas 13 anos de idade.
Isso é assustador. Eu faço uma comparação com atiradores solitários que querem se livrar de frustrações e de uma agressividade acumuladas. O desejo de aventura também desempenha um papel, mas isso são casos isolados. Nas escolas, também lido com jovens de 13 anos prestes a se radicalizarem que afirmam querer economizar suas mesadas e aderir à Jihad islâmica.
Essa radicalização se dá de formas bem diferentes. Às vezes, leva muito tempo. Eles são abordados em algum lugar e se juntam a uma comunidade, onde se radicalizam. A partir de então, eles confirmam cada vez mais suas convicções e sempre chegam a posições extremas. Em algum momento, surge o desejo de fazer algo, e não apenas de falar. Nessas radicalizações muito rápidas de alguns poucos jovens também é possível observar que a crença religiosa não desempenha um papel importante. Antes de tudo, são histórias familiares, sociais e individuais que desequilibram a balança. A religião é apenas um pretexto – a possibilidade de, em nome de algo, atacar de forma gratuita.

O monitoramento de mídias como Twitter e Facebook por parte do governo provocou grande revolta alguns meses atrás. A radicalização se dá sobretudo através das redes sociais. A vigilância pode ajudar esses jovens em situação vulnerável?
Só é possível chegar aos jovens quando as pessoas ao redor se sensibilizam com as mudanças e as entenderem. Nesse caso, precisamos ser sensíveis a tais desenvolvimentos e interagir com os jovens de forma individual e presencial e ver quem pode fazer algo. Essa pessoa pode ser a irmã, o técnico de futebol ou até o próprio pregador religioso, como o imã.

DW

22/09/2014

"Povo precisa de oração para ter discernimento"

Marina Silva, que há um mês e meio afirmou que a "providência divina" a livrou de embarcar no voo que matou Eduardo Campos, pediu hoje oração para que os brasileiros tenham "discernimento" para identificar o que é mentira nas eleições; "É tanta coisa, gente. Olha, até porque vocês que são pessoas de fé, contra o marketing selvagem não vale argumento, só discernimento. Então peçam a Deus para o discernimento do povo brasileiro", disse a candidata do PSB, que é evangélica, durante evento da Associação Nacional de Educação Católica; declaração foi feita em novo discurso contra o que chama de boatos dos adversários.
Em novo discurso contra o que chama de fofocadas e boatos dos adversários contra ela nessas eleições, a candidata do PSB, Marina Silva, pediu oração para que o povo tenha "discernimento" na hora de identificar o que é mentira. Declaração foi feita durante evento promovido pela Associação Nacional de Educação Católica, que reúne estabelecimentos confessionais de educação da igreja católica.
Marina, que é evangélica da Assembleia de Deus, negou que acabará com programas como o Prouni, o Fies, o Pronatec, o Bolsa Família, o Minha Casa, Minha Vida, a transposição do Rio São Francisco, a Transnordestina, o 13º, as férias, privatizar a Petrobras, a Caixa Econômica ou o Banco do Brasil. "Se uma pessoa pode fazer isso é porque temos um país que é o que, de papel? Não é, isso fere o bom senso, a inteligência do brasileiro", disse Marina.
Na semana passada, citando seu consultor econômico Eduardo Giannetti, Marina defendeu a "atualização" da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), a fim de que ficassem menos burocráticas. Mas não esclareceu o que seria feito. Seu discurso sobre o pré-sal é de que o petróleo é um mal necessário. A exploração do petróleo em águas profundas ganhou uma linha em seu programa de governo, como criticou a presidente Dilma Rousseff.
"É tanta coisa, gente. Olha, até porque vocês que são pessoas de fé, contra o marketing selvagem não vale argumento, só discernimento. Então peçam a Deus para o discernimento do povo brasileiro", apelou Marina. Esse não é o primeiro discurso em que a candidata apela para a fé. Quando seu então companheiro de chapa Eduardo Campos morreu em um acidente aéreo, há um mês e meio, a candidata disse que "foi providência divina" que não permitiu que ela estivesse naquele mesmo voo.
Abaixo, reportagem da agência Reuters sobre o evento:

Marina defende que polarização política não deve ser estendida à religião

BRASÍLIA (Reuters) - A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, defendeu nesta segunda-feira, em encontro com associação de educação católica, que a polarização que vem criticando na política não seja estendida a outros setores da sociedade como a religião.
Evangélica, Marina é constantemente questionada sobre a influência de sua escolha religiosa no desempenho de uma função política.
"Nós sempre tivemos uma convivência adequada na diversidade social, cultural, religiosa. Não podemos aprofundar a polarização que acontece erradamente na política para outros setores da sociedade", disse a candidata durante assembleia da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (Anec), em Brasília.
"Como presidente da República, serei a presidente de todos os brasileiros. Nosso Estado laico assegura o direito de quem crê, de quem não crê, e assegura sobretudo que Estado laico não é Estado ateu."
Ao discursar e responder a perguntas durante o evento da Anec nesta segunda-feira, Marina deixou clara sua opção religiosa e defendeu o respeito à diversidade religiosa. A influência da religiosidade de Marina foi posta em xeque após o episódio da revisão do capítulo sobre direitos para homossexuais do programa de governo. O partido divulgou uma errata, que parte do movimento LGBT considerou uma retrocesso.
Ao ser questionada sobre suas propostas na área social, a candidata voltou a dizer que irá manter e aprimorar programas como o Bolsa Família. Marina aproveitou ainda para criticar o que chama de "marketing selvagem", contra o qual pediu que haja "discernimento".
"Estão dizendo aí que vou acabar com tudo e ainda vou acabar com o resto", afirmou.
"Peçam a Deus para o povo discernir. Porque não dá para acreditar que uma pessoa possa acabar com pré-sal, o Prouni, o Fies, o Pronatec, o Bolsa Família, o Minha Casa Minha Vida, a transposição do São Francisco, a Transnordestina, o 13o, as férias, privatizar a Petrobras, a Caixa Econômica, o Banco do Brasil... Isso fere o bom senso, a inteligência do brasileiro."
A candidata se comprometeu a aperfeiçoar e encaminhar as ações do governo a uma "terceira geração" de programas sociais, melhoria que será possível, segundo Marina, em um contexto de retomada do crescimento, queda da taxas de inflação e dos juros.
"Uma coisa perversa é o juro alto. (Isso) baixa o investimento. Quem é que vai investir para ter uma fábrica, ou uma pequena indústria, se ele pode especular no sistema financeiro?"
Antes da conversa com representantes de instituições de ensino católicas, Marina participou de encontro com ciclistas por causa do Dia Mundial sem Carros, evento no centro de Brasília para o qual a candidata se dirigiu de carro.
A presidenciável, que utilizou um táxi para se deslocar até a assembleia da Anec, lamentou, entre uma foto e outra em que se posicionou ao lado de uma bicicleta, não saber utilizar esse meio de transporte.
Marina criticou ainda sua principal adversária na disputa eleitoral, a presidente Dilma Rousseff, que tenta a reeleição, por utilizar o Palácio da Alvorada para conceder coletivas sobre assuntos relacionados à campanha.
"O problema da reeleição é exatamente esse, de criar uma confusão entre o uso institucional para o exercício da função e o uso dos meios e equipamentos que são do Estado para a campanha", disse. "Essa é uma ambiguidade que será resolvida com o fim da reeleição, que eu estou comprometida."

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Grupo vai distribuir livro satanista de colorir em escolas públicas dos EUA

Capa do livro de colorir do Templo Satânico
Ideia serve para protestar contra distribuição de Bíblias em escolas públicas.
Templo Satanista diz que é a favor da separação entre Igreja e Estado.
O Templo Satânico nos Estados Unidos, um grupo de pessoas que defendem a liberdade individual e o secularismo, decidiu protestar contra uma decisão do Conselho Escolar do Condado Orange, na Flórida, de permitir a distribuição de bíblias nas escolas públicas locais. Na segunda-feira (15), o grupo anunciou que vai imprimir e distribuir um livro de colorir e de atividades com temas pagãos e satânicos aos alunos do condado.
"Em resposta à decisão recente do Conselho Escolar do Condado Orange, na Flórida, que permitiu a disseminação de materiais religiosos nas escolas públicas, o Templo Satânico anuncia que vai seguir a regra e providenciar materiais satanistas aos alunos durante o novo ano letivo", afirmou o grupo em um comunicado distribuído à imprensa. O protesto aconteceu depois que outro grupo defensor da separação entre Igreja e Estado nos EUA ser proibido pelo conselho de distribuir panfletos sobre o tema, apesar de o mesmo órgão ter permitido que um grupo cristão evangélico distribuísse bíblias nas escolas.
No comunicado, o porta-voz do templo, Lucien Greaves, afirmou que o grupo é favorável a que qualquer formação religiosa seja proibida no ambiente escolar. "Acreditamos que nossos valores constitucionais sejam melhores servidos ao respeitarmos uma forte separação entre Igreja e Estado. Porém, se um conselho de escolas públicas vai permitir que panfletos religiosos e Bíblias inteiras sejam distribuídas aos alunos, então achamos que a coisa mais responsável a fazer é garantir que esses alunos tenham acesso a uma variedade de opiniões religiosas diferentes, ao contrários de observar passivamente que uma crença domine o discurso e entregue propaganda à juventude", explicou ele.
Livro de colorir tem brincadeiras como o jogo das diferenças, mas com personagens do paganismo e do satanismo
A cartilha, batizada de "Grande livro satânico de atividades para crianças", que já tem uma versão digital, traz atividades e brincadeiras conhecidas, como caça-palavras, o jogo das diferenças, ligue os pontos, desenhos para colorir e labirintos em papel. Porém, as brincadeiras têm como temas as imagens infantilizadas de Baphomet, o bode que representa o demônio, do cão Cérbero, guardião da entrada do inferno, e do pentagrama, a estrela de cinco pontas do paganismo.

A cabeça de bode de Baphomet é o tema principal da brincadeira de ligue os pontos, para formar o pentagrama pagão
Voz às religiões marginalizadas
O Templo Satânico é conhecido por seus esforços em chamar a atenção para aspectos da vida pública que têm o envolvimento de diferentes grupos religiosos. Em Oklahoma, por exemplo, o grupo tenta construir uma estátua satanista para contrastar com um monumento dedicado aos Dez Mandamentos do Cristianismo, afirmando que, se esse monumento não existisse, eles desistiriam da ideia de criar o seu próprio.
"Nós preferimos que as políticas públicas respeitem o secularismo, mas acreditamos que oportunidades como essa, de estabelecer uma voz igual para constrastar com opiniões religiosas na esfera pública, tendem a favorecer religiões alternativas, marginalizadas e menos convencidas", disse Greaves. "Estou certo de que todas as crianças dessas escolas na Flórida já sabe sobre a religião cristã e sua bíblia, e essa pode ser a primeira exposição que essas crianças terão da prática do satanismo. Acreditamos que muitos estudantes ficarão muito curiosos sobre o que temos a oferecer."

G1

300 mil exemplares da Bíblia entrarão no Irã secretamente

Isso foi anunciado pelos editores da nova edição da Bíblia na apresentação do livro em Londres, informa The Times.
Planeja-se a entrada de 300 mil exemplares do livro durante três anos no Irã.
O clero muçulmano iraniano manifesta-se contra a difusão da Bíblia e persegue quem faz isso. O transporte para o país de algumas cópias da Bíblia pode levar à prisão.
Ao mesmo tempo, os grupos missionários cristãos que trabalham no país declaram que a comunidade cristã no Irã é a que mais cresce no mundo. Segundo dados dos missionários, atualmente, ela conta com cerca de 400 mil pessoas e aumenta 20% ao ano.

Voz da Rússia

Em culto satânico, britânica foi forçada pela mãe a fazer sexo com 1.800 homens

Em rituais satânicos, a menina teria sido obrigada a se deitar com diferentes homens, com o padrasto e até com a própria mãe.
Uma britânica acabou de lançar um livro em que conta como foi forçada pela própria mãe, Jacqueline Marling, a fazer sexo com 1.800 homens entre os 7 e os 17 anos, em rituais satânicos promovidos na casa de um dos vizinhos - que se tornou seu padrasto. As informações são do Daily Mail.
“Annabelle Forest”, como se autodenomina, conta que foi iniciada nos cultos com o vizinho e namorado de sua mãe, Colin Batley, aos 7 anos. Segundo ela, Batley a fez acreditar, na época, que estava fazendo algo para provar seu amor aos deuses e, se não fizesse, poderia deixa-los irritados e ir para uma espécie de inferno. “Colin consegue convencer qualquer pessoa a fazer o que ele quer. Ele me perguntava se eu estava gostando, e eu tinha que dizer que sim. Mas, por dentro, estava morrendo, era horrível”, disse.
Annabelle Forest afirmou que, aos 14 anos, teve de fazer sexo em grupo – no qual estava a própria mãe e outros vizinhos da cidade de Llanelli, em Wales, em atividades do culto satânico. A britânica também contou que Batley estuprava várias crianças, assim como fez com ela, sempre usando uma capa com capuz. As crianças e mulheres não podiam encarar o homem durante o ritual, que era sempre iniciado com canções. No "altar" da casa de Batley havia algumas cobras.
Aos 17 anos, Annabelle ficou grávida de seu estuprador e, por isso, fugiu de casa. Hoje, a britânica se diz mais aliviada pela prisão de Marling e Batley – condenados em 2011.
Na época, ela disse que acompanhou o julgamento e percebeu que sua mãe também era uma pessoa “satânica e fria” e diz que não entende como ela teve coragem de permitir tudo isso. “Eu fui assistir à sentença na corte porque queria vê-la pela última vez. Ninguém no mundo pode me machucar mais do que os dois”, afirmou.
O livro “The Devil on the Doorstep: my escape from a Satanic Sex Cult”, escrito por ela, tem o objetivo de alertar as pessoas a perceberem o que acontece na sua vizinhança, “já que “crianças são exploradas sexualmente em qualquer lugar do mundo”, conclui a britânica.

Terra

Os evangélicos ocupam o MST

Novidade no Movimento dos Sem-Terra, protestantes, historicamente conservadores, se dividem entre devoção religiosa e militância política pela reforma agrária no interior do País.
É cada vez maior o número de evangélicos no Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Eles têm assumido papéis de liderança nos assentamentos e conseguem se dividir entre os compromissos religiosos e a militância política. Os protestantes, pentecostais em sua maioria (leia quadro), são uma novidade no movimento criado na década de 1980. Mas a origem da luta pela reforma agrária no Brasil tem um forte DNA religioso, graças a parte da Igreja Católica, que há 40 anos se posiciona contra os interesses dos grandes proprietários de terra por meio da Comissão Pastoral da Terra (CPP). Atentos às denominações evangélicas que se assentaram nas organizações do campo, uma série de pesquisadores que estudam a relação entre religião e reforma agrária tem observado esse fenômeno. “Trata-se de um novo agente religioso que reivindica políticas sociais para o desenvolvimento rural”, diz o sociólogo Fábio Alves Ferreira, autor de “Pentecostais e a luta pela terra no Brasil – deslocamento e equivalências entre identidades religiosas e agentes sociais em assentamentos de reforma agrária”, tese de doutorado defendida no ano passado na Universidade Federal de Pernambuco. O curioso, segundo os acadêmicos, é que a teologia pentecostal costuma enfatizar uma espiritualidade mais individualista e menos coletiva. Para eles, a experiência de Deus no coração seria suficiente. Mesmo assim, os fiéis dessa corrente têm se envolvido em ações políticas coletivas.
Um exemplo é Elisabeth de Oliveira Costa, 41 anos, no MST há cinco. Uma irmã da Assembleia de Deus, igreja que ela frequenta, a levou para conhecer “o grupo que estava ganhando terras do governo”. Elisabeth se identificou com a causa, fez um curso de militância e foi convencida a fazer parte da equipe de educação do acampamento Luiza Ferreira, em Moreno, região metropolitana do Recife (PE). Hoje, ela preside a associação de mulheres agricultoras rurais no local. “Sou socialista, mas antes morria de medo dos sem terra. A vida melhorou muito. Como o que planto e colho”, diz. Autora de uma tese de doutorado da Universidade de São Paulo (USP) sobre as relações entre os movimentos sociais e as religiões em dois assentamentos paulistas, a socióloga Marluse Maciel refuta uma visão unilateral que pesa sobre os evangélicos. “Acham que são apáticos à política e vulneráveis a opiniões externas. Mas participam de movimentos sociais e ocupam terras”, diz ela.
No acampamento Herbert de Souza, também em Moreno (PE), e no assentamento Luiza Ferreira, ambos do MST e estudados pelo sociólogo Ferreira, os militantes pentecostais são, respectivamente, 30% e 90%. A interiorização dos evangélicos, grupo que tem crescido de forma significativa em zonas rurais, é um dos motivos que os aproximam do engajamento social, uma vez que a luta por terras se dá no interior. Em 2010, o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou a existência de 4,4 milhões de fiéis em zonas rurais, cerca de nove vezes mais do que o registrado dez anos antes. “Por acreditar que estão lutando pela terra por um chamado de Deus, essas pessoas tendem a ser mais perseverantes. Isso gera uma força muito grande ao movimento”, diz o professor Agnaldo Portugal, do departamento de filosofia da Universidade de Brasília (UnB). Ciente disso, o MST – que foi procurado, mas não quis se manifestar sobre a reportagem – conduz essa força religiosa para uma prática política.

Com 30 anos de lutas sociais no currículo, a assentada Maria Solange Barbosa, 65, vive em Bela Vista do Chibarro, uma antiga fazenda de café, na região de Araraquara, interior paulista. Na agrovila de cerca de 120 casas existem cinco igrejas evangélicas. “Conheci muita violência no início da minha militância, pancadaria era o meu símbolo”, diz ela, fiel da Assembleia de Deus, que enfrentou madeireiro de arma em punho e foi ameaçada de morte. “Hoje, não vou deixar de lutar pelos nossos irmãos, mas não vou tomar nada de ninguém.” Apesar de vários evangélicos participarem do movimento, nenhuma denominação apóia oficialmente o MST. Os fiéis, porém, não abandonam a crença para levar adiante uma identidade social. Para se livrarem do pecado de estar tomando o que seria de outra pessoa, passam, de acordo com o sociólogo Ferreira, a interpretar a “Bíblia” pelo próprio olhar e não mais pelo viés do líder religioso. “Quando Deus criou o mundo, deu terra para todos. Ele não queria que um grupo morasse na favela”, afirma a militante Elisabeth. São reinterpretações como essa que têm amparado a atuação do militante evangélico pela reforma agrária.

IstoÉ