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Padre acusado de molestar crianças em Londrina é absolvido

Padre Marco Túlio Smonini
Religioso foi detido em Thermas de Londrina em novembro de 2011.
O padre Marco Túlio Simonini, de 51 anos, foi absolvido no processo em que figurava como réu por suposto abuso de vulnerável. A sentença saiu nesta quarta-feira (4) e doi dada pela juíza da Vara Maria da Penha, Zilda Romero. A informação foi confirmada na tarde desta quarta-feira (4) pelo escritório do advogado de defesa do padre, Walter Bittar.
O advogado comentou que a juíza acatou as três linhas de defesa apontadas no processo: interpretação, precipitação e preconceito. Segundo ele, 21 testemunhas foram ouvidas em juízo, sendo que "ficou evidente que algumas delas entraram em contradição". Algumas pessoas ainda não teriam sido ouvidas pela Delegacia da Mulher, que deu andamento às investigações.
Simonini foi detido no início do mês de novembro de 2011 no Thermas de Londrina. Parentes de uma das meninas e seguranças do local relataram que as crianças brincavam de cavalgar no colo do sacerdote dentro da piscina. O padre negou tais acusações.
"Muitas das que foram ouvidas sequer estavam no local quando o tumulto aconteceu. Inclusive foram pessoas que disseram que viram claramente que o padre teria cometido abuso. São contradições sérias. O processo não poderia ter divergência em dados tão importantes", declarou Bittar.
O advogado ainda apontou que um dos seguranças que estava no local declarou que só tirou Marco Túlio da piscina devido ao tumulto gerado, mas que ele mesmo não poderia afirmar se houve o abuso sexual. "Tem algumas testemunhas que disseram que Marco Túlio mexia nas partes íntimas da criança na parte funda da piscina, mas segundo a denúncia, a piscina é plana", destacou.
Ele ainda considerou que as psicólogas que deram atendimento às meninas ainda afirmaram em juizo que o sofrimento das crianças poderia decorrer da pressão gerada em torno do fato, uma vez que ficaram assustadas com a abordagem feita a elas.
O padre chegou a ser detido, mas conseguiu prisão domiciliar. Segundo Bittar, caso a soma das circunstâncias não tivesse sido precipitada, o tumulto poderia ter sido evitado.

Notícias Cristãs com informações do Diário de Maringá
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