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Instituição confessional assume compromissos no combate à corrupção

Carta de Príncipios 2012
Embora existam causas externas para a corrupção, o problema reside, em última análise, “no coração das pessoas”, diz a Carta de Princípios 2012 “Universidade, Educação e Corrupção”, emitida pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo. A Carta frisa que uma instituição de ensino que se pauta pelos princípios cristãos de mundo tem contribuições a dar para reduzir a corrupção no país. Ela deve incluir o ensino e a transmissão de valores como honestidade, integridade, verdade, justiça e amor ao próximo.
“Como instituição confessional, devemos ter um interesse redobrado sobre o entrelaçamento da ética com a formação acadêmica, como uma das armas contra a corrupção de nossa sociedade”, sinaliza a Carta, assinada pelo chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, reverendo Augustus Nicodemus Lopes.
Defensora da educação integral, a Carta destaca que uma instituição confessional deve lembrar sempre os seus alunos de que “somos responsáveis por nossos atos e que não podemos responsabilizar a sociedade, o governo e os outros pelos nossos desvios de conduta”.
Mas além dos órgãos responsáveis de combate à corrupção, como os Tribunais de Conta e as Controladorias, também cabe à população fazê-lo, repudiando, inclusive, práticas financeiras desonestas de muitas igrejas.
“A corrupção é fator de injustiça social, porque tira os direitos de muitos, impede o desenvolvimento justo e equânime dos cidadãos, produz um efeito cascata que começa no topo e corrompe a população como um todo, anestesia a consciência, afronta a lei e promove a impunidade”, explica a Carta do Mackenzie.
O texto destaca que a corrupção ocorre também na esfera particular, não só no âmbito público, mencionando o “caixa dois” numa empresa, o uso de “laranjas” em negócios irregulares, compra e venda de produtos pirateados, baixa de “softwares” sem permissão dos seus proprietários.
O texto da Mackenzie analisa o sentido original da corrupção: deterioração ou apodrecimento. “Toda vez que alguém deixa de cumprir o seu dever estabelecido diante de pessoas, instituições e até mesmo ideais – por interesse próprio ou de terceiros – ocorre a corrupção”, aponta. Lembra, ainda, que a corrupção tem sido combatida em todas as épocas.

Notícias Cristãs com informações da ALC
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