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Polícia pede perícia em imagens de motel onde vereador teria abusado de menores

O pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular de Rio Preto Gilson César Geraldo será convocado pela Polícia Civil para dizer se o presidente da Câmara, Oscarzinho Pimentel (PSL), participou da inauguração do novo templo, no dia 22, no horário em que é acusado de fazer programa sexual com duas adolescentes de 17 anos, num motel de Rio Preto.
O pastor adiantou ontem, ao saber que será convocado, que vai confirmar que Oscarzinho esteve na igreja, mas deixou o local antes de o culto começar, às 22 horas, conforme revelou ao Diário na última quinta-feira.
A polícia também encaminhou para perícia no Instituto de Criminalística (IC) as imagens coletadas por investigadores no motel onde Oscarzinho teria se relacionado com duas adolescentes de 17 anos. Denúncia da menor A.C. e sua mãe, L., indicam que Oscarzinho teria pego as menores entre 21h30 e 22 horas do dia 22 de junho e seguiram para programa no motel. Oscarzinho teria pago R$ 400 para ser dividido entre as garotas, segundo a denúncia. O caso é investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM).
Por meio de nota, divulgada no dia 13 de julho, Oscarzinho negou as acusações de que fez programa com as garotas e disse que na Justiça provará sua inocência. Ele não vai conceder entrevista sobre a investigação da polícia, segundo sua assessoria. Ele confirmou apenas que conhece a garota T., uma das adolescentes que teria participado e agenciado o programa. Em depoimento à polícia, A.C. confirmou o programa, enquanto T. negou.
Na sessão da próxima terça-feira, fim do recesso legislativo, grupo promete entregar um abaixo-assinado na Câmara com o pedido de afastamento de Oscarzinho da presidência da Casa até que o caso seja esclarecido pela polícia. Ontem, no Calçadão, o grupo reuniu mais de mil assinaturas. A delegada da DDM, Dálice Aparecida Ceron, não comenta o andamento do inquérito policial, que tramita em sigilo por envolver menores de idade.
Os vereadores também foram alvos de manifestação no Calçadão pela aprovação de projetos de lei de inclusão de áreas no perímetro urbano. O panfleto pede para não votar em parlamentares favoráveis a esse tipo de proposta na Casa.
Outro grupo promoveu debate sobre a “Marcha das Vadias”, que discute a violência e a opressão contra a mulher. A marcha será realizada no dia 28 de julho, a partir das 11 horas, com saída da praça Dom José Marcondes.

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