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Até evangélicos rejeitam misturar política e religião

Eleições municipais da capital paulista dá importantes vitórias ao estado laico. No auge da discussão sobre "kit gay", Serra caiu nas pesquisas.
As eleições municipais de São Paulo têm muito a ensinar ao mundo político. Depois de Celso Russomano (PRB) liderar as pesquisas por semanas e não ter sequer ido ao segundo turno também por conta do apoio do bispo Edir Macedo à sua candidatura, agora é a vez de descobrir que até evangélicos rejeitam administradores públicos que usam os cargos para defender religiosidade.
José Serra (PSDB), que disputa o segundo turno com Fernando Haddad (PT), recuperou parte do eleitorado evangélico justamente depois de ter parado de atacar o kit contra homofobia, elaborado pelo concorrente quando foi ministro da educação.
De acordo com o analista de pesquisas José Roberto de Toledo, nos últimos sete dias, Serra foi de 38% para 48% das intenção de voto dentre evangélicos justamente porque saiu da polêmica do kit e deixou de demonstrar que misturaria poder público com religião. No auge da discussão sobre o material, Serra caiu nas pesquisas.

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