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Exaltação a Jesus Cristo quase rendeu multa a time que subiu para Série B

Chapecoense correu o risco de ser multado pelo STJD.
Após passar pelo Luverdense, a Chapecoense foi eliminada pelo Oeste na semifinal da Série C do Campeonato Brasileiro. Em meio à comemoração do acesso, os jogadores do time de Chapecó acabaram levando o clube ao banco dos réus.
Em sessão da Quarta Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), a equipe foi julgada por exibir camisas com dizeres religiosos em cima da camisa do time.
A denúncia era por descumprir regras internacionais. Mas os auditores não viram qualquer gravidade no fato, e absolveram o clube catarinense por maioria de votos.
Pelas quartas de final da Terceira Divisão, a Chapecoense foi à casa do Luverdense, no último dia 8, e poderia perder por até dois gols de diferença para subir para a Série B do Brasileiro e seguir na competição.
Segundo relatos do árbitro Luiz Flávio de Oliveira, nos acréscimos da etapa final, os jogadores catarinenses que estavam no banco de reservas “vestiram por cima do uniforme uma blusa onde constava ‘Deus é fiel, Série B 2013 (na frente) e nas costas estava escrito ‘Jesus Você’, e o desenho de um coração”.
O ato, que era uma comemoração do elenco pela conquista do acesso, acabou gerando dor de cabeça ao time de Chapecó. De acordo com a International Football Association Board, é proibida qualquer mensagem de cunho religioso dentro de campo pelos atletas, conforme regra quatro da entidade.
Desta forma, o clube acabou denunciado no STJD por “descumprir regra de obrigação legal”, conforme previsto artigo 191, inciso I, do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). A punição para tal infração é de multa entre R$ 100 e R$ 100 mil. O advogado Rodrigo Morales fez a defesa da Chapecoense nesta sexta-feira.
"A equipe da Chapecoense não era mandante e teve apenas uma ação para comemorar a conquista. Por ser um fato atípico e não ser o clube o responsável pela partida, a defesa vem pedir a absolvição do clube". O relator Lucas Rocha destacou que não houve gravidade no ato, mas que o regulamento foi ferido. Em seguida, votou no sentido de advertir a Chapecoense.
O auditor Márcio Amaral divergiu e explicou que, pelo relato, entendeu que foi mais uma ação dos jogadores que se afobaram para o término do jogo e acabaram se empolgando do que uma infração do clube.Desta forma, o auditor votou por absolver a Chapecoense, sendo acompanhado pelo presidente Paulo Bracks.

TNH
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