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Igreja doméstica em Mianmar cresce em meio à perseguição

Stephen* é filho de um tenente-coronel que se converteu ao cristianismo em 1970. Depois de terminar os estudos teológicos, ele iniciou uma igreja doméstica no centro de Mianmar, um país de maioria budista que ocupa o 32º lugar na Classificação de países por perseguição (ranking anual das nações onde os cristãos são severamente hostilizados por conta de sua fé).
"Quando eu comecei, a igreja era uma estrutura de dois andares com paredes de bambu e tinha um telhado de palha", disse Stephen, pai de dois filhos. "Era muito quente durante o verão e, durante a estação chuvosa, a água vazou muito através do telhado".
Quando a igreja cresceu, o lugar onde eles se encontraram para a adoração tornou-se muito congestionado para a congregação, então Stephen decidiu que precisava expandir. Instantaneamente, seu ministério encontrou a oposição das autoridades locais, que foram pressioná-lo a assinar um papel alegando que ele iria parar a construção.
"Oficiais chegavam repentinamente", disse ele. "Por isso, tivemos de trabalhar de noite, enquanto os vizinhos dormiam. Mas eles nos denunciavam às autoridades".
No entanto, isso não os impediu de terminar o trabalho e a igreja foi concluída e inaugurada em junho de 2006. Meses depois, as autoridades locais retornaram e insistiram para que a placa da igreja fosse removida. Apesar disso, Stephen e os cristãos continuaram a testemunhar de Cristo.
Por causa de sua persistência e perseverança, muitas pessoas de diferentes origens religiosas – budistas, muçulmanas e hindus - foram atraídas para Cristo. O Senhor lhes acrescentava pessoas, diariamente. Este crescimento teve bons resultados, embora o governo tenha emitido um mandado proibindo a igreja de realizar cultos, em 2008. Ele afirmou que o evangelho pode ser compartilhado sem a aprovação das autoridades. Nenhuma reunião com mais de 10 pessoas foi permitida.
As pressões e as proibições pareciam não ter efeito sobre Stephen e os cristãos. "Nós continuamos a testemunhar de Cristo", disse Stephen. "Nós conduzimos os cultos de casa em casa. Tivemos até canção de Natal, cantada na casa de um funcionário local. Por isso, ele nos deu permissão para celebrar o Natal no prédio da igreja".
O ministério da Portas Abertas em Mianmar ajuda pastores como Stephen, a realizarem seminários de preparação para a perseguição e fornece ajuda prática. "Estamos fortes e Deus continua a nos conceder bênçãos. Agora, a igreja tem aumentado e temos batizado centenas de novos cristãos em um período de 13 anos".
O que começou como uma igreja com sete cristãos, agora é uma congregação com 200 membros. Mas alguns deles são deserdados, abandonados e amaldiçoados por seus pais e parentes. "Mesmo assim, eles são fortes na sua fé", compartilhou Stephen, que ofereceu abrigo e oportunidades de renda para os cristãos perseguidos em sua igreja.
*O nome e outros detalhes foram alterados para a segurança do cristão.

Portas Abertas
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