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Morte de pastor gera polêmica

A morte do pastor Mário Sales está causando surpresa e indignação em fiéis.
Muita polêmica está tomando conta das mortes do pastor evengélico Gimário Sales de Lima, de 24 anos, mais conhecido como Mário Sales, e do também evangélico Jeissivan Cristiano Dias Brito, de 26 anos. Eles foram baleados num confronto com a Polícia Civil, que apresentou a versão de estar caçando ladrões de carros.
No perfil do pastor no Facebook, internautas lamentam, protestam contra a ação da polícia, revelando total incredulidade no envolvimento dos evangélicos com o crime.
Dois internautas chegam a sugerir que haja uma mobilização para que tudo seja apurado Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal, presidida pelo também pastor Marco Feliciano, e pela ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário.

Polícia
Segundo a polícia, eles estavam em um carro roubado e faziam parte de uma quadrilha que roubava carros em Salvador para vender em Feira. O líder do bando, segundo o delegado Ricardo Brito, era Enderson Almeida Souza Matos, 23 anos, conhecido como Rabicó, morador do Feira IX. O quarto componente era Fábio de Almeida Silva, 24 anos, morador das Baraúnas.
Ricardo Brito disse ainda que os evangélicos envolvidos eram considerados “tiro surdo”, linguagem policial para quem comete delitos, mas não tem entrada em delegacia. “O pastor estava em um carro roubado, com placas de outro veículo com as mesmas características e fazia a função de batedor para o resto do bando”, disse Brito.
No interior dos veículos roubados, um Peugeot, vermelho, placa OLD-8292 e Punto, branco, placa NZP-3230, foram encontrados três revólveres calibre 39, uma pistola 9 milímetros de uso restrito das forças armadas e de origem filipina, e três tabletes de maconha, pesando aproximadamente 3 kg, escondidos na chaparia do veículo Peugeot.

Família
A mãe Veranildes Santos e o padrasto do pastor Mário Sales afirmou que o filho sabia que o veículo Peugeot era roubado. “O próprio policial falou pra mim: olha moça! Ele não estava atirando, quem estava atirando foi o Rabicó e outro de trás. Meu filho veio comprar esse carro; meu filho sabia com certeza que o carro era roubado. Sabe por quê? Porquê um Peugeot daquele não existe (zerado) por 14 mil reais. Meu filho sabia”, contou.
Já Ivo da Silva Brito, presidente do Sindicato dos Camelôs e pai de Jeissivan, disse que o filho trabalhava com ele como camelô, era evangelista, mas estava endividado após a compra de um carro e vinha sendo ameaçado de morte. Apesar disso, negou que o filho tivesse envolvimento com bandidos e que ele apenas pegou carona.

Folha do Estado da Bahia
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