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Matar cristãos já é desporto olímpico

As tais prisões-fábrica da China tem muitos prisioneiros religiosos. Sim, pessoas presas devido à sua fé, e muitos são cristãos. Aliás, prender cristãos já é desporto olímpico em Pequim. É a resposta da liderança comunista ao crescimento exponencial do cristianismo na China.
Em Regresso de Deus, Micklethwait e Wooldridge falam em cerca de 60 milhões de protestantes e 12 milhões de católicos, mas o número real deve ser mais alto, porque grande parte da acção religiosa é feita na clandestinidade. Existe, por exemplo, uma Igreja Católica clandestina. São estas células clandestinas que, volta meia, acabam na prisão ou no gulag fabril .
Prender e matar cristãos não é desporto apenas na China. Um sujeito olha à volta e só vê cristãos a cair como tordos. Ele é cristãos estilhaçados no Paquistão. Ele é cristãos estorricados na Nigéria. Ele é cristãos atacados no Egipto e na Síria. Ele é igrejas destruídas na Índia. Como podem ver, partir o fofinho teológico do cristão é um desporto em alta. Na Arábia, o governo chega ao ponto de pagar um salário a quem denunciar uma reunião cristão, mesmo que seja numa garagem. "Salva Alá, sê um bufo", podia ser o slogan.
Curiosamente, este fenómeno marcado pela violência está a passar ao lado das percepções dos média europeus. O que faz sentido. Estamos na presença de dois factos que não encaixam nas narrativas do costume. Em primeiro lugar, o crescimento exponencial do cristianismo no resto do mundo não combina com a - suposta - morte de Deus. Em segundo lugar, as vítimas desta violência são cristãos e não muçulmanos, budistas ou focas, o que complica um pouco o ângulo narrativo da coisa.

Expresso
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