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Pastores pela Paz denunciam perseguição política do governo federal

A Fundação Inter-religiosa para a Organização Comunitária (IFCO, a sigla em inglês), que promove as Caravanas de Amizade EUA-Cuba levando à ilha computadores, ônibus e medicamentos, contestou o Serviço de Imposto de Renda (IRS, a sigla em inglês) do governo estadunidense por cassar a isenção de impostos do organismo.
"Durante mais de dois anos fomos vítima de uma perseguição política e uma campanha de assédio agressivo pelo IRS", disse o codiretor da IFCO, Gail Walker, que qualificou a decisão como "uma vergonha moral”.
Outro diretor da organização, pastor Luis Bairros, garantiu que essa medida do governo dos Estados Unidos não vai intimidá-los, e lamentou que há "décadas nos assediam por causa do trabalho realizado na contramão do bloqueio contra Cuba".
Além de Cuba, Pastores Pela Paz apoiam ações humanitárias ao povo palestino. Ele disse que a organização continuará contestando "as políticas estrangeiras injustas dos Estados Unidos".
Pastores pela Paz foi uma resposta à agressiva política do governo do presidente estadunidense Ronald Reagan contra Cuba. No dia 2 de agosto de 1988, o norte-americano Lucius Walker foi ferido, com outras 28 pessoas, das quais duas perderam a vida, num ataque terrorista contra a Revolução Sandinista da Nicarágua em Manágua.
No dia seguinte, Walker criou a organização, que desempenhou grandes atividades no país centro-americano desafiando a política de ingerência de Washington na região. Em 1992, começaram as Caravanas Estados Unidos-Cuba, projeto contra o bloqueio, materializado em coordenação com o Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP). Uma centena de integrantes da Caravana levou à Ilha, na primeira viagem, 15 toneladas de artigos, como leite em pó, medicamentos, Bíblias, bicicletas e material escolar.

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