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Grupo jurídico cristão incentiva faculdades dos EUA a restabelecer Bíblias mesmo com queixas de ateus

Um órgão ateu exigiu que fossem retiradas as Bíblias de hotéis dos campi universitários.
Mesmo diante de objeções de ateus, um grupo jurídico cristão decidiu tomar a iniciativa de estimular faculdades dos Estados Unidos a restabelecerem a presença de Bíblias, depois de serem vetadas por determinação de grupo não-crente Freedom From Religion Foundation (FFRF).
O grupo cristão Aliança em Defesa da Liberdade (ADF) enviou cartas para a Universidade de Wisconsin e para a Iowa State University, e pediu para que as instituições colocassem de volta as bíblias que estavam em quartos dos hotéis dos campi, retiradas sob acusação da FFRF de "propaganda religiosa indesejável".
Segundo o órgão ADF, a determinação da FFRF é falha, pois constaria um caso de discriminação religiosa, já que a legislação americana não impede a presença de Bíblias em locais públicos, dentro dos limites que protegem os EUA como estado laico.
"Presumivelmente, os quartos dos hotéis exibem uma variedade de materiais impressos, incluindo revistas, listas telefônicas e informações sobre o campus, além de facilidade aos hóspedes. Ao retirar as Bíblias por serem religiosas, você pode envolver um caso de sentimento hostil, ao trazer um flagrante de discriminação de conteúdo", relata a carta da organização.
Em contrapartida, a FFRF apontou por meio de seu advogado, Patrick Elliot, que as escolas estatais podem colocar qualquer tipo de literatura nos quartos de cada hotel de cada campus, mas devem permanecer neutras à religião, sob qualquer circunstância.
Por outro lado, a ADF reforça sua defesa sob a tese de que as universidades públicas devem respeitar o direito de manifestar sua liberdade religiosa, ao invés de limpar todo o campus da livre expressão do que pensam.
"As universidades públicas são lugares de ideias abertas, que devem compreender a legislação, e não obrigá-las a remover algo do campus só porque possui conteúdo cristão. Pelo contrário, a lei exige que acomode a religião", disse Travis Barham, membro do conselho da ADF.

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