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Religioso que usar púlpito para pregação homofóbica deve ser criminalizado, indica pesquisa

Pregadores que dirigirem homilias condenando o homossexualismo devem ser criminalizados. Essa é a opinião de 60% de brasileiros e brasileiras ouvidos pela pesquisa IBOPE Inteligência/CNT (Confederação Nacional dos Transportes) para a revista Época.
Oito em cada dez brasileiros são a favor de que divorciados se casem de novo no religioso, 73% entendem que recorrer a métodos contraceptivos não fere preceitos religiosos, assim como sexo antes do casamento não é problema para 61% dos entrevistados.
Mas ao mesmo tempo 61% dos ouvidos são contrários ao casamento religioso de pessoas do mesmo sexo. Para 45% dos entrevistados, a homossexualidade fere preceitos religiosos; 49% discordam dessa posição. Independente de credo, 69% disseram que praticar aborto fere princípios religiosos.
Pouco mais de seis em cada dez brasileiros (65%) são de opinião que a Igreja Católica devesse aceitar que padres se casem e constituam família, mas 48% são contra; 46% são favoráveis a que mulheres exerçam o ministério sacerdotal e 74% não aceitam padres homossexuais no ministério.
Para 60% do universo ouvido na pesquisa, o maior problema da Igreja Católica são os casos de pedofilia, seguidos dos problemas de corrupção (16%) e o distanciamento da realidade dos fiéis (8%). Mas após a escolha de Francisco ao pontificado, 37% dos ouvidos disseram que aumentaram a confiança na Igreja Católica, 4% diminuíram e 59% manifestaram que não houve alteração.
A pesquisa ouviu 2.002 pessoas de 141 municípios brasileiros entre os dia 5 a 9 de dezembro no ano passado.

ALC
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