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Casal diz que Deus mandou vender maconha para ajudar doentes por meio de uso medicinal

Bryan Davies conta que necessitava de dinheiro e Deus o orientou para abrir loja de maconha.
Em uma situação controversa, um casal cristão da Califórnia (EUA) decidiu revindicar o uso da maconha para fins medicinais, com o objetivo de curar doentes e usar de ferramenta para difundir o Evangelho, tudo através de seu consumo.
Ao abrirem a loja especializada Canna Care, Bryan e Lanette Davies revelaram que Deus conversou com eles, dando o aval para que se tornassem os únicos fornecedores de "erva medicinal evangélica". Bryan conta que precisava de dinheiro, e Deus o orientou a abrir a loja fazendo a Sua vontade, de acordo com a revista Time.
Davies abriu a loja de maconha medicinal com a intenção de vendê-la a um público de jovens entre 20 e 30 anos, e ao ganhar uma clientela fiel, passou a abordar os consumidores para difundir o cristianismo. "A erva foi cultivada no jardim do Éden, e por isso não é nada mais do que Deus por aqui", disse Martina.
Na loja, Davies espalha diversas bíblias para que os funcionários da loja orem todos os dias, com a inclusão de clientes que queiram participar. Já Lannette afirma que o empreendimento tem sido um processo educativo, à medida que ajudam pacientes de câncer, artrite e várias doenças que precisam do tratamento com a erva cannabis.
"Deus criou isto... É um medicamento e quando usado para esta finalidade, o mandamento de Deus para nós é cuidar dos doentes e dos males... Jesus Cristo declarou que todas as pessoas devem cuidar uns dos outros, e esta é a nossa maneira de levar isso para a nossa comunidade", refletiu Lannette.
Apesar do negócio ser considerado legal na Califórnia, a loja Canna Care luta atualmente contra sanções fiscais na justiça. A Receita Federal dos EUA quer mais de 800 mil dólares por prescrições estabelecidas em um código fiscal que penaliza deduções sobre despesas de negócios que envolvem operações de tráfico de drogas.
Em sua defesa, Lannete relata que tudo está dentro da legalidade. "Nós mantemos nossos registros completamente limpos, pois tudo foi feito de forma tão correta ao ponto de termos passado por uma auditoria", garante Lannette.

CP

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