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Pregador queniano prevê chuva de insetos sobre o Brasil se a Igreja não se arrepender

Ao desembarcar no Brasil, o pastor queniano David Owuor ficou abismado com o modo de trajar da mulher brasileira. "Se você olhar para o vestido das mulheres, verá que o Brasil foi para o inferno", disse, agregando que o "pecado sexual" da vestimenta é a primeira mancha da igreja brasileira. Ele qualificou o país como "o número um em pecado".
Conhecido como "o profeta da chuva", Owuor apresentou conferências de arrependimento e santidade em Itaborai, no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Campo Grande, de 20 a 26 de março. "Vim para varrer as minissaias, as calças apertadas, as mentiras, falsidade, prosperidade, fumo e bebida", anunciou em concentração no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande.
O queniano também teceu duras críticas à Teologia da Prosperidade. "Não existe um contrato entre o senhor Jesus Cristo que garanta segurança e prosperidade. Não é dê e receba em dobro". São falsos profetas os que pregam a necessidade de enriquecimento, disse.
No Brasil, Owuor alertou para os pecados da igreja e da nação, chamando-as ao arrependimento. A Igreja e seus fiéis, afirmou, "pararam no tempo". Ele criticou os líderes das igrejas que "querem repreender o pecado, mas estão no pecado".
Vestindo sempre roupas brancas, o pregador do arrependimento era médico, atividade que largou para se dedicar ao Evangelho, atendendo, como manifestou, um chamado de Deus. Na África, ele é conhecido como o profeta da chuva, pois pediu água dos céus para irrigar campos secos , contam, e foi atendido em mais de uma ocasião.
Em reunião com pastores a portas fechadas, em São Paulo e em Itaboraí, ele profetizou uma invasão de insetos no Brasil, segundo informou ao Campo Grande News o bispo Carlos Ferreira, 55 anos, um dos coordenadores regionais da visita do queniano. "Ele falou que vem uma grande nuvem de insetos, que vai tomar conta das casas, caso a Igreja e as pessoas não se arrependerem", contou Ferreira.
Organizadores do encontro de Arrependimento em Campo Grande esperavam a participação, na terça-feira, 25 de março, de 50 mil pessoas no Parque das Nações Indígenas. Além do prefeito da cidade, Gilmar Olarte, sua mulher, Andréia, e dois vereadores, o evento reuniu cerca de dez mil pessoas, de acordo com cálculos da Polícia Militar.

ALC
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