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Professor cristão receberá US$ 700 mil de indenização após ter promoção negada por sua fé

O professor abriu uma ação contra a universidade por discriminação religiosa.
Depois de ter uma promoção negada por sete anos por manter seus pontos de vista conservadores, o professor cristão Mike Adams, da Universidade da Carolina do Norte (UNC), nos EUA, receberá uma indenização de 700 mil dólares por conta de uma acusação de discriminação prolongada contra a instituição.
Adams acusou a universidade por discriminação religiosa baseado em discurso de uma ação judicial de 2007, após ter sido negado a ganhar uma promoção a professor titular, em 2006. Um tribunal distrital federal deu causa favorável à faculdade em 2010, mas a decisão foi anulada por um tribunal federal de apelações em 2011.
Agora, o juiz sênior da corte distrital dos EUA, Malcolm J. Howard, validou a ação cível contra a universidade, consignando uma indenização de US$ 698,131.50, sendo que em março, um júri federal havia dado uma condenação de US$ 50 mil, por sua crença ser apontada como um "fator substancial ou motivador" na decisão da UNC.
Imagem de JesusVer a imagem de Jesus em uma fatia de pão é algo normal, diz pesquisa da Universidade de Toronto Entretanto, a porta-voz da UNC, Janine Iamunno, explicou que a universidade conseguiu comprovar que não houve "nenhuma evidência de discriminação religiosa". Além disso, a universidade acredita que as taxas são excessivas e ainda é possível apelar por uma redução na indenização.
Por sua vez, o advogado de Adams, Travis Barham, aponta que a UNC precisa entender que não está acima da Primeira Emenda Constitucional dos EUA, que estabelece que o "congresso não deverá fazer qualquer lei a respeito de um estabelecimento de religião, ou proibir o seu livre exercício".
Barham acrescenta que o problema seria menor se a faculdade entrasse em um acordo no início do caso. "A UNC poderia ter evitado cada centavo se tivesse reconhecido seu erro em 2006, conformando que Adams era totalmente qualificado para sua promoção, e assim teriam tratado de forma justa como tratam professores de outras convicções e visões de mundo".

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