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Judeus franceses já são os que mais imigram para Israel

A França já é o país de onde mais judeus partem para fazer "alyah" - regresso a Israel.
O anti-semitismo já deixou de ser um "tabu" na sociedade francesa, pelo que a insegurança vivida pelos judeus franceses devido às ameaças da extrema-direita e da forte presença islâmica no país tem "obrigado" os judeus que há gerações vivem em França a considerarem seriamente abandonarem o país e fazerem retorno à Terra dos seus ancestrais - a nação judaica, Israel.
Segundo estatísticas fornecidas pelo "Ministério Israelita para a Absorção e Imigração", até ao dia 31 de Agosto e desde o início deste ano, um total de 4.566 judeus deixaram a França com destino a Israel.
Este número já supera o dos judeus oriundos da Ucrânia (um país em guerra), de onde saíram 3.252 judeus durante este ano. Muita da violência atual na Ucrânia afeta a comunidade judaica local.
A Rússia surge em terceiro lugar, com 2.632 imigrantes e os Estados Unidos em quarto, com 2.213.
Segundo fontes francesas, o número de judeus a sair este ano de França deve atingir os 6 mil, cerca de 1% da população total de judeus que residem naquele país europeu.
Para além das já anteriormente mencionadas, as razões alegadas têm também a ver com a elevada taxa de desemprego entre os jovens e a taxa de crescimento de 0% que a França tem vindo a experimentar com o atual governo socialista de François Hollande.
Além dos atos de violência já habituais em França contra os judeus, ainda na semana passada foi abortada uma tentativa de explosão com uma bomba contra a sinagoga na cidade de Lyon.
Durante a operação "Margem de Proteção" contra os terroristas da Faixa de Gaza, várias manifestações anti-semitas foram organizadas em Paris, terminando algumas delas em violência contra as próprias sinagogas da cidade.
Um estudo realizado pela Organização Sionista Mundial em Agosto demonstra que o número de incidentes anti-semitas a nível mundial aumentou 383% em Julho comparativamente com o mesmo mês do ano anterior, com um aumento de 436% na Europa.

Shalom Israel
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