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Suzane Von Richthofen casa com presa, que é ex de Elize Matsunaga e deixa de ser evangélica

Suzane Von Richtofen deixa de ser evangélica para se casar no presidio do Tremembé. Sandra Regina atual companheira de Suzane é ex-mulher de Elize Matsunaga. Casal vive em regime de comunhão dentro de cela.
Presa pelo assassinato dos pais, Suzane Von Richthofen que vivia no espaço reservado para as evangélicas, mudou radicalmente de vida dentro do presídio do Tremembé. Com pena a cumprir de 39 anos e 6 meses de prisão, Suzane se casou com Sandra Regina Gomes, condenada a 27 anos de prisão pelo sequestro de uma empresária no estado de São Paulo.
Segundo divulgado na imprensa o relacionamento de Elize Matsunaga e Sandra Regina, havia terminado por causa de Suzane Von Richthofen.
No Tremenbé, as presas podem assinar um documento reconhecendo o relacionamento afetivo, este documento de relacionamento funciona como uma certidão de casamento e permite que as presas vivam uma união dentro do presídio. Em caso de separação, são necessários seis meses para que a presa possa voltar a utilizar a cela especial para casadas.
O relacionamento com Sandra é apontado como um dos principais motivos de Suzane ter negado a progressão para o regime semiaberto, concedido pela juíza da Vara de Execuções Penais de Taubaté, Sueli Zeraik de Oliveira Armani, e não foi aceito pela condenada.

Entenda o Caso Richthofen
Em 2006, Suzane foi condenada a 39 anos de reclusão em presídio de segurança máxima em regime fechado por participar do assassinato dos seus pais. Ela confessou participação no assassinato dos pais em 31 de outubro de 2002. O casal Manfred e Marísia von Richthofen foi morto pelos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos na mansão onde moravam, na capital paulista.
Na época, Daniel namorava a filha das vítimas. Suzane teria planejado o crime porque não tinha um bom relacionamento com os pais e queria dividir o dinheiro da herança da família com os Cravinhos. Os irmãos também foram presos e condenados ao regime fechado, mas o deixaram em fevereiro de 2013, quando foram para o semiaberto.
Cumprindo pena em regime fechado, a detenta ainda aguarda resposta sobre o pedido feito por sua defesa para a progressão ao regime semiaberto. Em abril desse ano, um exame criminológico sobre Suzane chegou a ser feito, mas foi desconsiderado pela Justiça.

Baseado em informações da CBN

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