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Centro cívico gera polêmica nos EUA, ao receber cultos cristãos e 'missas negras'

Pastor pede para agirem contra ritual satânico com 'amor e esperança', para não alimentar o ódio.
Depois de um centro cívico na cidade de Oklahoma (EUA) permitir tanto a realização de cultos cristãos quanto de reuniões de uma seita satânica, um pastor local decidiu expor sua opinião, para que seus fiéis saibam como reagir.
Segundo post no blog da congregação cristã Oklahoma City Community Church, o pastor Tom Mannin crê que os cidadãos cristãos têm o dever de serem superiores aos membros da "missa negra", respondendo-os com "amor e esperança".
"Como Igreja, queremos responder como um povo de amor, que são consistentes com os ensinamentos de Jesus e as formas que respondia àqueles que o rejeitaram e até mesmo o odiavam", escreveu Mannin.
Para o pastor, a melhor reação a ser dada é "falar com graça e paz" sobre o povo de Deus, pedindo ao Senhor que olhe pelos satanistas e por outras pessoas de diferentes crenças.
Entre um dos argumentos, Mannin fez questão de lembrar de uma importante passagem bíblica, em Mateus 5: 38-42, onde Jesus diz aos seus discípulos que eles "recorrer a eles a outra face", quando tem de lidar com pessoas que os atacam.
O pastor acrescenta que não se pode "responder ao mal com o mal", pois desta forma abre-se uma janela para alimentar ainda mais o ódio.
"Quando alguém odeia e depois é amado, torna-se mais difícil para eles continuarem com ódio. Jesus está pintando um quadro que vai além das leis da justiça e passa para transformar nossos corações", resume Mannin.
O Civic Center Music Hall de Oklahoma City aceitou a realização das "missas negras" por compreender que é de direito da população usufruir o independente de crenças, sob a jurisdição da Primeira Emenda Constitucional dos EUA, que defende o estado laico no país.
No entanto, a decisão mobilizou milhares de pessoas contra a decisão, reunindo uma petição de 37 mil pessoas pedindo para que vetem o grupo satanista e um depoimento da governadora do estado do Oklahoma, contra o ritual satânico.
A governadora republicana Mary Fallin descreveu o ritual como um "escárnio nojento contra a fé católica" e destacou que por mais que a Primeira Emenda permita a realização da "missa negra", isto não impede de condená-la.
"Rezo para que [o centro cívico] perceba quão dolorosas suas ações são e que devem cancelar este evento [satanista]", concluiu a governadora.

Com informações do CP
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