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Cristãos africanos correm risco na Líbia

Um relatório da Anistia Internacional divulgado em maio descreveu o avanço do estado de ilegalidade em que a Líbia se encontra.
Há inúmeros incidentes de sequestros, tortura, violência e discriminação por traficantes, contrabandistas e grupos criminosos organizados. O relatório destaca especificamente a situação precária das minorias religiosas, afirmando que "em especial os migrantes e refugiados cristãos são perseguidos e estão em maior risco de abuso de grupos armados que procuram impor a sua própria interpretação da lei islâmica."
Dennis, analista de perseguição da Portas Abertas, destaca que o relatório comprovou as conclusões do setor de Investigação da Portas Abertas Internacional sobre a Líbia. Os migrantes da África Subsaariana estão vulneráveis ​​por causa de três razões:
Africanos negros têm uma posição ruim na sociedade e são menosprezados. O racismo só aumentou e os negros carregam uma má reputação. Em questão de segurança, eles também sofrem. Há diversos conflitos entre eles e os líbios. As acusações contra os africanos são muitas vezes planejadas.
Muitos migrantes subsaarianos são cristãos. A posição dos cristãos na Líbia é impactada, principalmente, no nível cultural, por uma aversão profunda dentro de maioria muçulmana no país pelo seu forte potencial cristão. Comunidades cristãs estão vulneráveis ​​a acusações, e os cristãos se colocam em risco caso exponham publicamente, de alguma forma, sinais do cristianismo, como o uso de cruzes ou transporte de Bíblias.
"Os migrantes subsaarianos são a maioria da população cristã do país, e correm o risco de ser alvo de ataques de milícias locais e líbios frustrados e desempregados à procura de um bode expiatório para desabafar suas frustrações", conclui ele.

Publicado em Portas Abertas
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