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Titular contra o Avaí, Magno Alves, do Fluminense, divide o tempo entre a bola e a Bíblia, e quer virar pastor

Fé e futebol movem o responsável por fazer os gols do Fluminense neste sábado, contra o Avaí, às 18h30, no Estádio da Ressacada, em Florianópolis. Aos 39 anos, Magno Alves conta com as preces tricolores na missão de substituir Fred e ajudar o time na busca pela liderança do Campeonato Brasileiro. O vigor com que se dedica em campo é o mesmo com o qual sobe ao púlpito e arrebata seguidores em cultos religiosos no Rio.
Magno falou pela primeira sobre como concilia o papel de jogador de futebol com o de evangelizador — como o próprio se intitula neste momento. Na última segunda-feira, o atacante esteve em um culto da Assembleia de Deus, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste. E, por mais de uma hora, um novo Magno Alves surgiu. Em suas pregações, o artilheiro determinado se transforma em no pastor aguerrido, com menções da Bíblia na ponta da língua.
— Você tem que se aprofundar para ser pastor, e tenho feito isso. Ser pastor é algo futuro para mim, isso é fato. Mas não posso perder tempo agora. Posso pregar o evangelho mesmo não sendo formado — disse Magno Alves em conversa com o Jogo Extra.
Magno Alves está fazendo curso para ser pastor. Magno Alves está fazendo curso para ser pastor. Foto: Marcelo Theobald / Agência O Globo Com o microfone na mão e diante de dezenas de atentos fiéis, Magno cantou, esbravejou, e, acima de tudo, rezou. Antes católico, o atacante foi convertido em 2000, ao perceber que “cometia muitos erros na vida”.
— Fui catequizado, cheguei a ser coroinha e participei de novena. Mas uma coisa que nunca fiz foi ler a Bíblia. Quando fiz isso descobri o quanto de errado estava fazendo na vida — disse Magno, sem detalhar seus erros.
No culto, o atacante mencionou que, àquela hora da noite, uma “festa” poderia estar em sua rotina. Hoje, isso passa longe de sua cabeça. Em um dos momentos do culto, os irmãos Rodrigo e Matheus, de 14 anos, que jogam na base do Madureira, foram abençoados por Magno.
— Foi a primeira vez que isso aconteceu. Conhecemos o Magno pois ele é amigo do nosso pai, mas nunca estivemos em um culto com ele — disse Rodrigo.
Entre os companheiros de elenco, o estilo de Magno foi bem recebido. Nas viagens da equipe no Brasileiro, os jogadores se reúnem para rezar. Tema combatido em sua pregação, Magno falou sobre as fofocas que acontecem nos bastidores do futebol.
— Questão da fofoca, de disse me disse, existe em todos os âmbitos da vida. Felizmente nós temos um grupo maravilhoso. Parece brincadeira, mas isso é verdade.

Publicado no Extra
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