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Darwin: “Lamento informar, mas não acredito na Bíblia nem em Jesus Cristo”

Em 1880, Charles Darwin escreveu uma carta a um advogado na qual admitia que não acreditava na Bíblia nem em "Jesus Cristo como filho de Deus". Agora será leiloada, no mínimo, por 62 mil euros.
Charles Darwin é conhecido, sobretudo, por ser o autor do livro “A Origem das Espécies”, obra que muito contribuiu para a Teoria da Evolução.
Inglês, viveu 73 anos, foi biólogo e uma das mentes mais brilhantes de sempre. O também cientista, porém, sempre foi parco nas palavras que dedicou, em público, ao tema da religião. Hoje sabe-se que Darwin não acreditava em Deus ou na Bíblia, mas quem pretender ficar com a prova em mão terá de desembolsar, pelo menos, 62 mil euros — o preço base de licitação de uma carta que será leiloada a 21 de setembro em Nova Iorque, EUA.
Nesse pedaço de papel constam as palavras com que Charles Darwin. Cerca de dois anos antes de morrer, respondeu a Francis McDermott, um advogado que lhe perguntou se acreditava no Novo Testamento, ao que o biólogo respondeu: “Lamento informá-lo de que não acredito na Bíblia como revelação divina e, por isso, tão pouco em Jesus Cristo como filho de Deus”, lê-se, na carta que Darwin enviou a McDermott, perto de dois anos antes de morrer. “Atentamente, Ch.Darwin”, assinou, no final da carta. Tudo isto quando McDermott lhe pedira para dar uma resposta de sim, ou não, com a promessa de que não revelaria o seu conteúdo.
Não o fez, já que a carta apenas foi tornada pública quase um século mais tarde. Esta é uma de de 78, da autoria de Charles Darwin, que será leiloada pela Bonhams, uma casa de leilões britânica, a 21 de setembro. O preço da carta em que o cientista confessa a sua descrença terá um preço entre os 62 mil e os 90 mil euros.
Charles Darwin chegou a estudar Teologia, durante três anos, na universidade de Cambridge, por sugestão do pai, após o jovem (tinha então 22 anos) não conseguir seguir os estudos na área da Medicina. O El País, aliás, refere que terá sido um professor que conheceu em Cambridge que o aconselhou a fazer a viagem que inspirou o livro “A Origem das Espécies”.

Publicado em Observador
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