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Funcionária de cartório nos EUA que se negava a casar gays é libertada

Juiz determinou que Kim Davis não pode interferir na emissão de certidões.
Ela foi presa por desacato ao citar crença religiosa para não cumprir lei. A funcionária pública americana que foi enviada à prisão porque se negava a emitir certidões de casamento para homossexuais será libertada nesta terça-feira (8) porque seu condado, no estado rural do Kentucky, já está obedecendo a lei de oficializar os matrimônios.
Kim Davis estava na prisão desde quinta-feira passada por desacato à autoridade.
A cristã devota de 49 anos se negava a emitir as certidões de casamento alegando que suas crenças religiosas são contrárias ao casamento gay, que é legal desde junho em todos os Estados Unidos.
Um juiz federal ordenou que seja libertada imediatamente, já que cinco dos seis adjuntos de Davis no condado de Rowan "declararam sob juramento que obedecerão a ordem do tribunal e emitirão certidões de casamento a todos os casais legalmente aptos".
Davis recebeu a ordem de "não interferir de nenhuma maneira, direta ou indiretamente", na emissão de tais certidões, escreveu o juiz David Bunning, advertindo que será punida se não agir desta forma.
Ao se negar a emitir as certidões de casamento a casais do mesmo sexo, Davis passou de uma simples funcionária pública a uma heroína para milhares de americanos que se opõem ao casamento gay. Inclusive foi elogiada por vários candidatos presidenciais do Partido Republicano.
No fim de junho, a Suprema Corte dos Estados Unidos legalizou o casamento entre homossexuais em todo o país, uma decisão histórica e uma vitória emblemática do presidente democrata Barack Obama.

Publicado em G1
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