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O primeiro templo para todas as religiões é português

O primeiro Templo Ecumênico – edifício que irá receber pessoas de todas as religiões – universalista do mundo vai ser português e localizar-se em Miranda do Corvo, no distrito de Coimbra.
A primeira pedra para a construção do templo foi lançada na sexta-feira (dia 11), mas o edifício já está a chamar a atenção por, de acordo com o projeto da obra, ser em forma de pirâmide, tal como as famosas pirâmides egípcias.
O principal objetivo deste projeto ecumênico é, segundo a Fundação, aproximar as diferentes convicções e manifestações de fé entre os homens, tentando assim responder às orientações do Papa Bento XVI, promovendo o encontro e o diálogo entre as várias religiões, incluindo os ateus.
Cem crianças de todo o país juntaram-se na sexta-feira, dia 11 de setembro, no local onde será erguido o Templo Ecuménico, para lançar a primeira pedra. Nesse momento, o Embaixador da UNESCO em Portugal, Jorge Lobo Mesquita, considerou “exemplar o trabalho desenvolvido pela Fundação ADFP, no âmbito da promoção da igualdade, do acesso à educação para todos e na luta contra a descriminação”.
Paulo Mendes Pinto, Embaixador do Parlamento Mundial das Religiões, falou à imprensa de “uma radicalização da sociedade encapotada pelo discurso politicamente correto das televisões sobre a questão dos refugiados da Síria”. Daí que, a construção de um templo ecuménico e universalista seja, para Paulo Mendes Pinto, “da maior importância num momento da história nacional e internacional, em que potenciem o conhecimento e a capacidade das pessoas de diferentes religiões para estarem lado a lado”.
“No mundo – concluiu – há vários espaços que mostram a dimensão histórica das religiões. Aqui a religião é posta enquanto vivência social e não como parte da história”.
Edificado no cimo de uma colina, numa área cercada pela floresta, maximizando o contacto das pessoas com a natureza, o templo tira partido da vista natural da Serra da Lousã criando uma sinergia entre fiéis e natureza. Será também visto desde Penela à Lousã, incluindo áreas dos concelhos de Poiares e Penacova.
Outra razão pela qual foi escolhida a localização no topo da colina, é também o acesso condicionado ao local, o qual só é visitável “por opção”, visto que não se encontra em zona de passagem para parte alguma. Ou seja, só é visitável por quem se dirige propositadamente ao local.
O templo insere-se na zona mais elevada deste local, com um formato de pirâmide com base quadrangular e com cerca de 13,40 metros de altura, e as mesmas dimensões do Templo de Salomão.

Publicado em Port.com
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