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Governo de Israel autoriza o retorno da última leva de judeus perdidos na Etiópia há 3000 anos

Israel aprovou no último domingo (15/nov) a entrada de cerca de 9.000 etíopes conhecidos como Falash Mura de linhagem judaica.
O gabinete votou unanimemente a favor de permitir que o último grupo de Falash Mura imigrem pelos próximos cinco anos, mas sua aceitação estará subordinada em um processo de conversão judaica bem sucedido, disse o Ministério do Interior.
Eles ficaram em campos de trânsito na Etiópia há anos à espera de luz verde de Israel.
“Hoje demos uma decisão importante, para trazer a Israel nos próximos cinco anos, a última das comunidades com ligações a Israel de Adis Abeba e Gonder [Etiópia]”, disse o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em um comunicado.
Os primeiros judeus etíopes foram levados da Etiópia para Israel nos anos 1980 e 1990. Segundo um credo rabínico esses judeus seriam descendentes da tribo Dã, uma das dez tribos de Israel que foram levadas pelos assírios, após a invasão do reino do norte (Israel).
Por quase 3 mil anos os judeus negros da Etiópia mantiveram sua fé e identidade — eles falam hebraico e guardam o Shabat — lutando contra a fome, a seca e as guerras tribais. Acredita-se que eles faziam parte de uma das dez tribos perdidas e seus ancestrais remontariam ao rei Salomão e à rainha de Sheba (Sabá). E apenas em 1975, foram reconhecidos pelo Estado de Israel como descendentes de uma das dez tribos perdidas.
Cerca de 135.000 judeus de descendência etíope vivem hoje em Israel.

Publicado em Reuters via Holofote


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