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Trabalho escolar sobre cultura africana causa confusão entre deputado e Educação

Rodrigo Delmasso (PTN) pediu explicações à escola de Ceilândia após professora passar trabalho envolvendo candomblé.
Um trabalho escolar sobre culturas africanas causou desconforto entre o Centro de Educação 07, de Ceilândia, e o deputado distrital Rodrigo Delmasso (PTN).
Uma das professoras pediu que os alunos apresentassem um projeto sobre questões culturais africanas envolvendo aspectos religiosos. De acordo com o coordenador regional de ensino de Ceilândia, Marco Antônio de Souza, uma das alunas se sentiu obrigada a usar as vestimentas características da religião e fez uma reclamação no gabinete do deputado.
“Ninguém foi obrigado a usar as roupas. Havia várias etapas dentro do projeto e cada um poderia fazer a etapa que achasse interessante”, afirmou. Segundo ele, o projeto sobre culturas africanas está sendo tocado em parceria com o Ministério da Educação e a Secretaria de Cultura.
Souza explicou que há leis que obrigam o ensino de cultura africana e indígena das escolas.
Ao receber a denúncia da aluna, Delmasso se revoltou e pediu explicações à direção da escola. "A professora a obrigou a ensinar os ritos, como ela se recusou a professora disse que ela não teria nota", contou Delmasso, que retrucou: "Se a aluna sentiu sua liberdade religiosa ferida, que a professora arranje outro trabalho para ela fazer".
Um assessor do deputado foi à escola na tarde desta sexta-feira (4) cobrar explicações. O assessor foi acompanhado de um documento dizendo que a direção teria até às 15h para responder os questionamentos.
O caso aconteceu poucos dias após um incidente que acendeu a discussão sobre intolerância religiosa, sobretudo contra religiões de matrizes africanas. No final de semana passado, um terreiro de candomblé pegou fogo. A polícia investiga se o incêndio foi criminoso.
O distrital negou que sua atitude tem caráter de intolerância religiosa. "Não se trata de intolerância religiosa, até porque sou presidente da comissão da diversidade religiosa, mas não podemos permitir que a religião das pessoas seja afrontada”, disse.
Até o fechamento deste texto, a reportagem não conseguiu falar com a diretora da escola ou a professora que passou o trabalho.

Publicado em Fato Online

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