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Para autor de 'Deus Não É Grande', Deus não passa de criação do homem

Deus não criou o homem à sua própria imagem, foi o contrário.
A frase polêmica serve como fio condutor para o escritor e jornalista britânico Christopher Hitchens no livro "Deus Não É Grande".
Para o autor, como todo e qualquer ser supremo, Deus não passaria de uma criação humana. As consequências disso? Profusão de deuses e de religiões e guerras entre os credos que retardaram o desenvolvimento da civilização.
Christopher Hitchens explica que a religião organizada degrada as crianças ao doutriná-las, provocando a repressão sexual. Além disso, controla a alimentação (e aumenta a culpa ao multiplicar proibições), distorce as origens do ser humano e do cosmos e incentiva o fanatismo.
Mesclando erudição e humor, "Deus Não É Grande" apresenta conclusões baseadas em experiências do autor, fatos históricos e análises críticas de textos religiosos. As análises se concentram no cristianismo, judaísmo e islamismo, mas o budismo e o hinduísmo também são mencionados.
No livro, publicado pela Globo Livros, Christopher Hitchens ainda defende que nenhuma religião oferece uma resposta satisfatória às questões fundamentais da existência humana. De acordo com ele, dilemas morais e éticos estão melhor representados em autores como William Shakespeare, Fiódor Dostoiévski e Liev Tólstoi.
"Se você dedicar um pouco de tempo a estudar as impressionantes fotografias tiradas pelo telescópio Hubble, estará examinando coisas que são muito mais assombrosas e belas - e mais caóticas e atordoantes e ameaçadoras - que qualquer história da criação", afirma o autor.

Publicado em Folha

Opinião Pessoal: Puro secularismo disfarçado de ciência...

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