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Tribunal confirma condenação de pastor a 14 anos de prisão

Um tribunal chinês confirmou hoje a condenação a 14 anos de prisão dada a um pastor, por corrupção e perturbação da ordem social, depois de este ter tentado travar a demolição da cruz da sua igreja.
Bao Guohua foi ainda sentenciado por manter negócios ilícitos e ocultar informações sobre contas da sua empresa, detalhou a imprensa local.
A mulher de Bao, Xing Wenxiang, foi condenada a 12 anos de prisão. Os dois foram também multados e os seus bens apreendidos por se terem apropriado de uma casa e dinheiro que pertencia à igreja, segundo os jornais da província de Zhejiang, na costa leste da China.
Bao e Xing foram detidos em julho do ano passado depois de se terem oposto publicamente contra a demolição forçada de cruzes em Zhejiang.
O tribunal condenou outras dez pessoas relacionadas com este caso, segundo a televisão local, sem avançar com mais detalhes.
Pequim justifica as demolições com uma lei que exige que as cruzes sejam colocadas na fachada da igreja em vez de no telhado, definindo também que a sua altura não supere um décimo do tamanho da construção.
Oficialmente, o número de cristãos na China continental rondará os 24 milhões, o que não chega a 2% da população.
A Academia Chinesa de Ciências Sociais estima que haja cerca de 130 milhões de cristãos ligados às chamadas "igrejas clandestinas".
Os bispos chineses são nomeados pelo Governo, ao contrário da maioria dos outros países, onde aquele é um direito do Vaticano.

Publicado em Notícias ao Minuto

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