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Cristianismo perseguido: 3 histórias de perseguição aos cristãos no mundo

Cristãos são acusados por “posse de Bíblias e oração”
Faz pouco tempo que a polícia religiosa recebeu autorização do governo para deter cristãos; as leis no reino saudita são contraditórias arabia saudita mulheres andando
Recentemente, 27 cristãos de origem libanesa, entre eles mulheres e crianças, foram presos por participar de um evento religioso realizado na Arábia Saudita. A polícia religiosa invadiu suas casas, perto de Meca, e os levou para a prisão, acusando-os de “realizar orações cristãs” e por “posse de Bíblias”. Os cristãos perderam seus vistos e foram deportados para o Líbano em seguida.
A Arábia Saudita é o maior país árabe da Ásia e da Península Arábica, ocupando a 14ª posição na atual Classificação da Perseguição Religiosa. Faz pouco tempo que a polícia religiosa recebeu autorização do governo para deter cristãos. “Orar e possuir Bíblias é uma acusação absurda para turistas, já que eles têm o direito de viajar com suas Bíblias para uso pessoal. Os policiais fizeram isso com os viajantes por que as autoridades negam a existência de cristãos sauditas no país”, comenta um dos colaboradores da Portas Abertas.
As leis no Reino Saudita são contraditórias. Por um lado, o governo reconhece o direito dos não-muçulmanos de adorar em particular, mas por outro lado, a polícia religiosa, muitas vezes, não respeita esse direito. Como a lei não está formalmente codificada, a situação jurídica da prática religiosa privada permanece confusa, o que torna a situação dos cristãos muito delicada, como ilutrou esse incidente. Ore por essa nação.

Cristãos nigerinos enfrentam a violência do Boko Haram
A presença dos militantes torna a vida cristã ainda mais difícil e as atividades religiosas são cada vez mais arriscadas
A violência de grupos extremistas islâmicos está se espalhando rapidamente pelo Níger. Milhares de civis estão deslocados, campos de refugiados também foram atacados e há crise humanitária em várias regiões. A presença dos militantes torna a vida cristã ainda mais difícil e as atividades religiosas são cada vez mais arriscadas.
Recentemente, o Campo de Refugiados Tabareybarey, das Nações Unidas, que fica ao Sudoeste do país, foi atacado por homens armados não identificados, matando pelo menos duas pessoas. O campo abriga cerca de 10 mil refugiados, a maioria vinda do Mali, que também fugiu da estrema violência do Boko Haram em seu país. Em contrapartida, o exército nigerino matou 38 combatentes do Boko Haram e capturou uma quantidade significativa de armas, numa recente operação em conjunto com o exército do Chade.
Um dos colaboradores da Portas Abertas, comentou: “Ao passo que o Boko Haram se torna menos ativo na Nigéria, ele se torna mais visível no Níger”, disse ele. Os resultados são inúmeras igrejas destruídas e ataques cada vez mais violentos. Os cristãos foram esquecidos pelo governo e suas grandes perdas têm causado muitos traumas. Em suas orações, interceda pelos cristãos perseguidos no Níger.

Nível de impunidade aumenta entre os indianos
A situação da igreja é ainda pior do que antes e, depois de tantos anos, após incidentes violentos, não houve conscientização social e nem do governo.
Recentemente o ICC (International Christian Concern), uma instituição que dá assistência às minorias religiosas perseguidas e a Comunidade Cristã da Índia, relembraram o 8º aniversário dos motins anticristãos ocorridos no Estado de Orissa, amplamente considerados como a “pior fase de perseguição aos cristãos na Índia”.
No dia 24 de agosto de 2008, a violência daqueles que rejeitam o cristianismo no país praticamente varreu o distrito de Kandhama. Na ocasião, vários cristãos foram responsabilizados erroneamente pelo assassinato do líder Vishwa Hindu Parishad. Depois de três meses de violência, mais de 100 cristãos foram mortos, muitos agredidos até a morte com machados e facões, e pelo menos três mulheres cristãs foram violentadas.
Além disso, cerca de 56 mil pessoas foram deslocadas e forçadas a fugir para as florestas por conta dos incêndios que queimaram mais de 5.600 casas e 300 igrejas e instituições cristãs. Até os dias de hoje, a comunidade cristã tem que lidar com as sequelas e a dor. A maioria das famílias perderam tudo, inclusive seus campos e meios de subsistência. O ativista cristão de direitos humanos na Índia, Dr. John Dayal, disse que “a sensação de insegurança continua e muitos estão vivendo como refugiados”.
Ou seja, a situação dos cristãos é ainda pior do que antes e, depois de tantos anos, após os incidentes, não houve conscientização social e nem do governo. Pelo contrário, o nível de impunidade para aqueles que atacam os cristãos continua crescente. O primeiro semestre desse ano registrou um grande número de ataques aos cristãos, mas isso não impediu a igreja de continuar perseverante e os cristãos perseguidos continuam unidos na fé.

Publicado em Portas Abertas


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