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Aplicativos da Bíblia aumentam a frequência de leitura, diz pesquisa

Pesquisa investiga a influência da tecnologia na vida espiritual.
A pesquisa “A Bíblia Digital e a geração do Milênio”, realizada pelo Centro de Investigação de Teologia Digital da Universidade de Durham, na Inglaterra, pretende mostrar como os aplicativos de Bíblia influenciam esta geração que hoje tem entre 18 e 35 anos de idade e vê com naturalidade as modificações que a internet trouxe ao cotidiano.
Recentemente, a Sociedade Bíblica Americana e o Grupo Barna publicaram os resultados de seis anos de investigação sobre os hábitos de leitura da Bíblia e mostraram que menos de 40% dos cristãos praticantes leem as Escrituras regularmente.
Este novo levantamento da Durham focou especificamente em como os aplicativos estão (ou não) substituindo a leitura em cópias físicas. De fato, a “geração dos milenares”, também chamada de “geração Y” estatisticamente está abandonando a igreja com uma frequência preocupante.
Mesmo assim, a pesquisa mostra que aqueles que ficam geralmente levam a fé e a Bíblia mais a sério que seus pais. Por exemplo, o levantamento mostrou que dentre os membros da geração do milênio que frequentam a igreja, 87% acreditam que as Escrituras foram inspiradas por Deus.
A grande maioria – 96%- dos entrevistados acredita que a Bíblia contém tudo o que uma pessoa precisa para viver uma vida significativa e 55% entendem que a leitura bíblica é mais importante que a frequência à igreja.
Um aspecto que possui influência decisiva sobre essa são os avanços tecnológicos que também influenciam as mudanças na maneira de se ler a Bíblia. A digitalização da Bíblia para aplicativos deixou que o acesso ao texto ficasse literalmente “a apenas um clique de distância”. O app mais popular do tipo é o Youversion, que possui 250 milhões de usuários e está disponível em mais de mil línguas. Uma das funções mais usadas é o plano de leitura “A Bíblia em um ano”.
No material divulgado pelos pesquisadores, 66% da geração do milênio ‘na maioria das vezes’ lê a Bíblia na internet, enquanto 51% o fazem usando um aplicativo. Um em cada quatro (25%) dos entrevistados, afirmam que passaram a ler a Bíblia com mais frequência após a terem instalada em seu smartphone ou tablet.
Curiosamente, 81% dizem que ainda são mais propensos a ler a Bíblia impressa quando vão à igreja.

Bíblia é perigosa
Ainda segundo a pesquisa do Centro de Investigação de Teologia Digital, os membros da geração do milênio que não frequentam a igreja são bastante resistentes à mensagem. Sessenta e dois por cento deles nunca lê a Bíblia. Questionados sobre como a viam, as descrições mais comuns são “história” (50%), “mitologia” (38%), “simbólica” (36%), “conto de fadas” (30%).
Enquanto 19% dizem que a Bíblia é “um livro ultrapassado sem relevância para hoje”, 27% acreditam que a Bíblia é “um livro perigoso de dogma religioso usada durante séculos para oprimir o povo”.

Publicado em GP
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