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Estado Islâmico "reduziu a pó" templo venerado por cristãos e muçulmanos


O Estado Islâmico reduziu a escombros o templo de Jonas, venerado por cristãos e muçulmanos, ao fugir de Mossul, no Iraque.
O templo, construído no século VIII Antes de Cristo, era uma referência para muçulmanos, que conheciam o profeta como Yunus, e cristãos, que o conhecem como Jonas. A descoberta da destruição foi feita nos últimos dias, quando as tropas iraquianas recuperaram parte da cidade velha de Mossul.














"O Estado islâmico destruiu totalmente o templo de Nabi Yunus", disse um responsável pela preservação do patrimônio local, sob anonimato, em declarações à agência de notícias AFP.
Segundo aquele testemunho, os terroristas precisaram de quase uma hora para colocar explosivos em volta de todo o templo. Depois de evacuarem a área, fizeram explodir o templo, perante uma numerosa assistência.
Segundo fontes locais, os terroristas destruíram mais de 30 templos e 15 mesquitas nos últimos meses, na região de Mossul. "O pior foi a destruição do templo de Nabi Yunus, que ficou reduzido a pó".
Crê-se que Jonas, para os cristãos, é tido como um dos autores do Antigo Testamento. Segundo a Bíblia, terá sido engolido por uma baleia, no ventre da qual permaneceu três dias e três noites.
Yunus, para os muçulmanos, teve uma experiência semelhante. Segundo o Corão, foi engolido por "um grande peixe", durante uma tempestade, glorificando Deus na barriga do peixe.

Originalmente publicado em JN


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