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Cristãos indígenas são alvo de ameaça e violência sexual


Na maioria dos grupos indígenas na Colômbia(*), a prática da fé cristã é punida com tortura psicológica e física, privação de liberdade, expropriação e violência sexual. Entre 2016 e 2017, cerca de 1.591 indígenas registraram queixas por assédio ou violência sexual por causa de sua fé, afirma o departamento de pesquisa da Portas Abertas na Colômbia.
Em meados de 2017, os adolescentes Soraya Moringa e Hernán Patiño, que pertencem ao abrigo para crianças indígenas da Portas Abertas (La Casita), foram convocados diante das autoridades indígenas para se proclamarem não cristãos publicamente. Assim, eles seriam aceitos pela comunidade e evitariam ameaças e assédio contra eles e suas famílias. Apesar das ameaças, eles tomaram a decisão arriscada de ignorar as imposições e continuar com a formação espiritual e acadêmica que recebem na La Casita.
Soraya e Hernán são de Sierra Nevada de Santa Marta, uma área de alto risco para cristãos, que são obrigados a viver a fé em segredo. Sabe-se que lá, em 2016, cerca de 20 cristãos indígenas foram detidos e torturados física e emocionalmente.
Sabemos agora, como divulgamos alguns dias atrás, que Soraya está sob o poder de líderes indígenas de sua comunidade. “Nós não temos liberdade, o inimigo nos ataca”, compartilha Elvia María, a mãe de Soraya. Continuemos a orar por Soraya, Hernán e por todos os cristãos perseguidos na Colômbia. De modo especial, por essas crianças e adolescentes em situação de risco.

Nota:
(*) A Colômbia faz parte da Lista Mundial da Perseguição 2018, ocupando a 49ª posição.

Publicado originalmente em Portas Abertas
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