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Líder religioso considera paz um bem precioso


Angop
 Bispo da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo no Mundo, Afonso Nunes
Bispo da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo no Mundo, Afonso Nunes

O bispo da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo no Mundo (Tocoista), Afonso Nunes, considerou que a paz trouxe para Angola um desenvolvimento considerável do ponto de vista material e social.
O líder religioso em entrevista à Angop em alusão ao sétimo aniversário dos acordos de paz que se assinala a 4 de Abril, afirmou que após a sua assinatura o país começou a criar as bases para um desenvolvimento irreversível.
Segundo Afonso Nunes, após sete anos de paz importa fazer uma reflexão para se identificar os benefícios alcançados e os erros cometidos de forma a preservar o bem e corrigir o que está mal.
Na óptica do líder religioso, “a paz é sempre um bem precioso que faz com que todo o ser humano consiga desenvolver as suas actividades em tranquilidade e harmonia”.
“Ela não é somente quando se calam as armas ou quando dois exércitos assinam acordos de cessar fogo, é também a tranquilidade entre as pessoas, harmonia social e o entendimento entre todos e nesta parte a Igreja tem criado as condições espirituais e psicológicas necessárias para a recuperação das pessoas”, referiu.
Para ele, a igreja ganhou com o alcance da paz pois conseguiu atingir um maior número de cidadãos do país ao chegar a lugares antes de difícil acesso devido as minas existentes nas vias e ao constante perigo de serem atacados ao longo do percurso.
Segundo o bispo Afonso Nunes, “a paz também consiste em criar as condições sociais que permitam ao homem trabalhar bem, viver bem, dormir bem, pensar bem quando na verdade tem esperança de encontrar algo para vestir e comer entre outros objectivos, facto que temos verificado nos últimos sete anos ao vermos obras em todo o lado”.
Aproveitou a ocasião para enaltecer o anúncio do chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, na última reunião do Comité Central do MPLA da realização este mês da conferência sobre habitação, facto que permitirá traçar melhores políticas nessa área.
“Como líderes as nossas mensagens tem que ter o poder de influenciar as pessoas, neste sentido ao longo deste período procuramos nas diversas actividades eclesiásticas e sociais transmitir a esperança nos corações das pessoas de possam ainda ter fé e criar harmonia no seio das pessoas por causa guerra”, referiu.
Questionado sobre os inúmeros casos de violência do género que se têm verificado ultimamente, o prelado considerou que o este fenómeno é consequência dos longos anos de guerra que o país viveu, onde as mentes ainda não estão desarmadas, facto que obriga a Igreja a desempenhar o seu papel de pacificador dos espíritos.
O Dia da Paz e da Reconciliação Nacional resultou do Memorando de Entendimento do Luena, como complemento ao Protocolo de Lusaka, de que são signatários o Governo de Angola e a UNITA.

Angola Press

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