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Fiéis oram pelo sucesso das eleições

Momento em que o reverendo Nguimbi usa da palavra no culto ecuménico na Cidadela

As igrejas reconhecidas em Angola realizaram ontem no Estádio da Cidadela, em Luanda, um culto ecuménico sob o lema “Feliz a Nação cujo Deus é o Senhor” a favor de eleições gerais pacíficas, marcadas para esta sexta-feira.
Durante o culto, os líderes religiosos oraram também pelos partidos políticos e coligações de partidos concorrentes às eleições.
Os bispos, apóstolos, profetas e pastores que orientaram o culto foram unânimes em afirmar que as igrejas têm a responsabilidade de orar para que as eleições decorram de forma pacífica num clima de tranquilidade com vista à consolidação da democracia. O secretário-geral do Conselho de Igrejas Cristas em Angola (CICA), reverendo Luís Nguimbi, que leu a mensagem no acto, disse que as igrejas realizaram o culto como reconhecimento de “tudo o que está a ser feito para que as eleições sejam pacíficas, livres e tranquilas”.
O reverendo disse que o país vai entrar num dos momentos mais importantes da sua história. Por isso, as igrejas têm a responsabilidade de pacificar os espíritos. No culto, o reverendo Luís Nguimbi apelou aos cidadãos a continuarem“ calmos, serenos e humildes e estarem atentos contra aqueles que querem perturbar o processo, porque as eleições não podem dividir os cidadãos ”. Apelou aos fiéis para afluírem em massa às urnas no dia 31 para escolherem o partido que vai governar nos próximos cinco anos. “Os cidadãos devem continuar a considerar as eleições o processo certo, através do qual se escolhe o partido que forma o governo para o país nos próximos cinco anos”, afirmou.
O reverendo afirmou que a vitória nas eleições não é do partido que vencer, mas de todos os angolanos. Por isso, disse, os partidos concorrentes às eleições devem considerar uma “bênção de Deus” o facto de terem sido seleccionados para participarem nas eleições de 31 de Agosto.
Nguimbi disse que os líderes concorrentes devem encarar as eleições como uma etapa da sua trajectória política e não como o fim: “os partidos concorrentes devem cada um aceitar, com justiça e humidade, o que o povo lhe atribuir na urna e continuar a trabalhar para o futuro”.
O secretário-geral do Conselho de Igrejas Cristas em Angola encorajou a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) a continuar a preparar o processo eleitoral, com base na legislação eleitoral aplicável.
O vice-presidente do MPLA, Roberto de Almeida, considerou importante a iniciativa do Conselho de Igrejas Cristas em Angola em rezar a favor das eleições gerais. Para Roberto de Almeida, o compromisso com a paz deve ser uma preocupação de todos. Reforçou que todos os cidadãos devem cumprir o seu dever cívico no próximo dia 31 e manter uma postura de tolerância depois da votação. “Os militantes dos diferentes partidos concorrentes às eleições devem manter uma postura de tolerância, porque a festa é nacional e participam nela todos os angolanos e devemos cultivar melhor a relação entre todos”, disse.
O líder da UNITA, Isaías Samakuva, em declarações ao Jornal de Angola, considerou “uma boa atitude” o facto das igrejas reunirem os fiéis para orarem pela paz e pela democracia. “É bom que os angolanos se preocupem com uma situação que toca a vida de todos e a UNITA está solidária com esta iniciativa. Esperamos que Deus nos ouça”, disse o líder do maior partido da oposição.
O governador de Luanda, Francisco “Bento Bento”, pediu que as eleições sejam transformadas na festa da paz: “os cristãos têm um papel insubstituível em ajudar os políticos e governantes a trabalharem para o desenvolvimento do país”.
A ministra da Família e Promoção da Mulher, Genoveva Lino, disse à nossa reportagem que os angolanos estão “moral e espiritualmente preparados” para votarem no dia 31.
Para Genoveva Lino, além da preparação política que os partidos políticos e coligações fazem para os eleitores, a Nação deve estar preparada espiritualmente. A ministra da Família e Promoção da Mulher apelou a todos os cidadãos para, no dia 31, votarem com ordem, disciplina, tranquilidade e harmonia.

Jornal de Angola

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