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Pastor é atacado por muçulmanos ao evangelizar na Índia

Um pastor evangélico, na Índia, foi atacado por uma multidão de muçulmanos após ser acusado de falar sobre Jesus Cristo e tentar forçar a conversão dos ouvintes ao cristianismo.
O incidente ocorreu em 23 de novembro, quando o pastor Lewis Mascarenhas estava falando a um grupo de muçulmanos locais; os mesmos começaram a fazer perguntas sobre as crenças dos cristãos e assim iniciaram uma discussão sobre os ensinamentos de Cristo.
Com muita calma, o pastor distribuiu algumas literaturas explicando a natureza do evangelho e também outras informações sobre a fé cristã, bem como o que a Bíblia diz especificamente sobre o nascimento, vida, morte e ressurreição de Cristo.
A notícia deste fato se espalhou rapidamente pela cidade, e logo depois, um grupo de muçulmanos furiosos (que não estava presente quando o pastor fazia sua explanação) se reuniu. Eles pensaram que Mascarenhas havia forçado os muçulmanos a se converterem ao cristianismo.
A multidão começou a atacar o pastor sem antes perguntar sobre o que de fato havia acontecido. Então, o pastor foi arrastado até a delegacia mais próxima, gravemente ferido, e lá o grupo registrou uma queixa contra ele. A multidão alegou que o pastor havia forçado muçulmanos a se converterem ao cristianismo.
Depois de ouvirem brevemente as denúncias, as autoridades levaram o pastor para o BC Acharya Hospital em Hospet, onde foi internado como paciente e se encontra sob custódia da polícia.
Como a notícia se espalhou rapidamente, os muçulmanos começaram a atacar igrejas e instituições administradas por cristãos em Hospet, sendo necessária uma proteção policial para ambas.
A Índia encontra-se em trigésimo segundo lugar na Classificação de países por perseguição, fornecida pelo Portas Abertas em 2012.

TCP via Portas Abertas

Um comentário:

  1. Diz um provérbio bíblico que o prudente vê o mal e se esconde. O próprio Paulo (que é tido como um segundo Jesus por certos fanáticos cristãos) procurou não se expor ao levar a 'Boa Nova', e mesmo assim foi perseguido por seus ferrenhos oponentes. Trazendo para os dias atuais, eu diria que ele lançou mão da máxima 'em terra de sapos, de cócoras com eles'. E isso não significa que ele tenha se violentado em seus conceitos. Simplesmente (sem ficar em cima do muro, agradando a gregos e troianos), soube se posicionar usando de bom senso e moderação nas ocasiões mais delicadas... E ainda assim, pagou alto preço, como todos sabem.

    E hoje não é diferente. Em culturas diferentes, principalmente onde a violência e a opressão religiosa se confundem com a própria lei, há outras formas de se levar o evangelho sem tanta exposição, sob risco de tornar-se tão intolerante quanto aqueles e ainda sofrer as sanções locais.

    Por outro lado ( e eu nunca perco a chance de dizer), essa alegação alvoroçada é bem típica de mentes fundamentalistas que temem que suas crenças sejam abaladas. Inclusive já vi essa defesa exacerbada dentro de denominação que se diz cristã e a única portadora da chave do céu. E isso, em relação a outras denominações igualmente cristãs. Aprisionando mentes e as matando, ainda que em vida. Para mim, essa alienação é bem mais grave, pois que usando o nome de Jesus...

    Não costumo pautar minha vida em frase sintetizada, até porque não devemos 'cessar de falar do livro da lei'. Mas, bora combinar que tem hora que é bem prudente seguir a máxima, ora atribuída a Agostinho, ora a Tomás de Aquino: "Pregue o Evangelho, se necessário, use palavras".

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