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Evangélico e com grande identidade com o Flamengo, Jorginho é o novo técnico


Aos 48 anos de idade, oito anos após começar a carreira de treinador, o carioca Jorge de Amorim Campos, o Jorginho, terá o grande desafio de comandar o Flamengo, clube em que ele surgiu para o futebol como jogador. Na profissão, teve a imagem um pouco arranhada quando foi auxiliar de Dunga na seleção brasileira, por desentendimentos com a imprensa e a eliminação na Copa do Mundo de 2010, mas se destacou ao fazer um bom trabalho no Figueirense em 2011. Religioso e identificado com o Flamengo, Jorginho foi anunciado pela diretoria rubro-negra na noite de domingo e já começa a trabalhar nesta segunda-feira.
Pouco depois da confirmação, o treinador escreveu uma mensagem no Twitter e comemorou o acerto. "Amigos, acertei um contrato de dois anos com o Flamengo! Muito feliz por retornar à nação Rubro-Negra e preparado para esse novo desafio!!! Obrigado, amigos, pelas mensagens de apoio, um beijo no coração de vocês!!!".
Como atleta, Jorginho foi revelado pelo América-RJ, mas foi no Flamengo que ele ganhou holofotes no período que atuou, entre 1984 e 1989, conquistando o Campeonato Carioca de 1986 e 1987. Depois, também jogou por Bayer Leverkusen e Bayern de Munique, ambos da Alemanha, Kashima Antlers, do Japão, São Paulo, Vasco e Fluminense, na volta ao Brasil. Pela seleção brasileira, disputou 68 partidas e faturpu o tetra na Copa do Mundo de 1994.
Como treinador, começou a carreira no América-RJ, em 2005, quando viveu um episódio curioso que criou polêmica. Religioso e frequentador assíduo da igreja evangélica, Jorginho sugeriu ao presidente do clube que trocasse o diabo, símbolo do clube, por uma águia, o que acabou não acontecendo.
Depois, ele foi convidado para ser auxiliar do técnico Dunga na seleção brasileira. Ficou no cargo de 2006 até 2010, ganhando a Copa América de 2007 e a Copa das Confederações de 2010. A dupla foi demitida após a Copa do Mundo de 2010, na Àfrica do Sul, depois de o Brasil ser eliminado nas quartas de final pela Holanda. Apesar dos bons resultados obtidos até o Mundial, Dunga e Jorginho nunca conseguiram ficar livres de críticas. O relacionamento com a imprensa nunca foi bom, e o auxiliar, mesmo não sendo a figura principal da comissão técnica, acabou tendo sua imagem desgastada pela parceria com Dunga.
A partir daí, Jorginho começou a tentar reconstruir a sua carreira como treinador ainda em 2010. No Goiás, não teve sucesso. Ficou apenas dois meses e foi demitido deixando o time praticamente rebaixado para a Série B do Brasileiro. em março de 2011, assumiu o Figueirense, teve mais tempo para mostrar o seu trabalho e se destacou. Jorginho levou o time catarinense à sétima colocação, ficando a apenas dois pontos de conseguiu uma das cinco vagas na Libertadores. No ano seguinte, comandou o Kashima Antlers, do Japão, conquistado a Copa da Liga Japonesa e a Copa Suruga Bank, mas ficando apenas na 11ª posição no Campeonato Japonês.
Agora no Flamengo, Jorginho chega para substituir Dorival Júnior em uma época que a nova diretoria rubro-negra tenta equilbrar as finanças do clube. O antigo treinador foi demitido por não aceitar a proposta de reduzir o salário em 50%, e o novo comandante se adequou ao perfil financeiro que os dirigentes queriam.
Identificado com o Flamengo, Jorginho vai tentar repetir o sucesso que alguns ex-jogadores do clube tiveram como técnico, como Carlinhos, que conduziu a equipe aos títulos brasileiros de 1987 e 1992, ou Andrade, campeão brasileiro em 2009. Hoje um pouco mais experiente, Jorginho garante que não mistura religião com futebol e diz ter aprendido com erros e acertos na seleção brasileira. No clube onde deixou seu nome marcado como jogador, vai tentar também fazer história como treinador.

Msn via Correio do Povo de Alagoas

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