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Em visita ao Piauí, Marina Silva fala sobre ser líder evangélica

A ex-ministra do Meio Ambiente e atual líder da Rede de Sustentabilidade, Marina Silva, está presente em Teresina hoje (20) para debater questões ambientais do Piauí e sobre seu novo partido.
Em entrevista coletiva cedida hoje pela manhã a jornalistas no Hotel Palácio do Rio, onde está hospedada, Marina falou sobre a proposta da #Rede e as atuais manifestações que o Brasil enfrenta.
“Quanto aos jovens que fazem a mobilização contra o aumento da passagem de ônibus, a gente sabe que o que está em jogo não são os 20 centavos. Porque como diz o Victor Hugo “nada é mais potente que as ideias cujo tempo chegaram, só que as ideias cujo o tempo chegam, precisam de pessoas que se disponham a elas. Eu aprendi na minha região, que ideias são como as águas dos grandes rios, quando elas são represadas elas não ficam paradas elas viram pororocas, e agora nós temos uma grande pororoca das mobilizações, que tem uma causa específica. Os manifestantes não são espectadores da política”, disse Marina.
Quanto à sua pré-candidatura a presidência de 2014, Marina Silva disse que não está focada nisso, e agora é o momento de trabalhar em questões de seu partido, e também trabalhar para a população. “Estou focada na contribuição política, e não é uma perspectiva de curto prazo e simplesmente eleitoral, é uma contribuição para esse novo sujeito político. As eleições fazem parte e no momento certo nos vamos discutir essa questão, mas eu sou contra a antecipação das eleições. Parece que as pessoas não conseguem fazer um intervalo e estão viciadas em estar disputando o poder pelo poder. Esse é o momento de se discutir saúde, educação, saneamento, segurança”, afirmou a líder da Rede.

CANDIDATA EVANGÉLICA?
Marina Silva além de ter uma forte atuação no meio ambiental, é considerada uma líder evangélica à frente da política brasileira. Em resposta ao Blog Gospel, a líder da Rede disse que não se considera uma candidata somente para os evangélicos.
Marina disse: “Nós vivemos em um estado laico. E um estado laico é para defender o direito e os interesses de todos os cidadãos. Cristãos são cidadãos, mas os ateus também são cidadãos. Então num estado laico a política é para defender o direito de todas as pessoas e a constituição já assegurou a liberdade religiosa para todas as pessoas, que é o que nos interessa no ponto de vista da democracia. Eu sou contra a ideia de que se você é um deputado apenas de um segmento, ou senador de um segmento. Você não pode criar uma ideia de favorecimento a apenas algum grupo”.

MARCO FELICIANO
Marina também falou sobro o comportamento de Marco Feliciano como presidente da Comissão de Direitos Humanos. “Foi o governo que negociou com o partido do Feliciano, a ida dele a comissão de direitos humanos. E do mesmo jeito que negociou a ida do Blairo Maggi para a comissão do Meio Ambiente. É preciso olhar de uma forma mais abranjente. O Feliciano não tem preparo para a comissão de direitos humanos. Ele não tem preparo para lidar com os desaparecidos políticos e os indígenas. É a primeira vez que o presidente não esta junto com os indígenas. Então as pessoas estão criticando a posição político equivocada do Feliciano. Eu sou evangélica, fui da comissão de Meio Ambiente, e da comissão de Direitos Humanos, e sempre tive uma atuação na defesa dos direitos humanos dos indígenas, da democracia e na defesa que a comissão da verdade pudesse fazer seu trabalho”, disse Marina.
Depois da entrevista coletiva, Marina prossegui para cumprir sua agenda. Ela foi ao encontro dos rios Parnaíba e Poti, na zona Norte para conversar com ambientalistas e toda a sociedade. À tarde, às 16h, Marina Silva participa de evento fechado do partido. Já durante a noite, a partir de 19h, a ambientalista vai proferir palestra na Universidade Federal do Piauí (UFPI).

MN

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