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Cristãos visitam a fronteira e oram pela unificação da península coreana

Fitas multicoloridas, com orações em vários idiomas pedindo a paz na Península da Coréia, dependuradas na cerca de arame farpado que separa os dois países na região, ganharam visibilidade no domingo, 3. As orações pedem a Deus que as duas Coreias voltem a ser um país de novo.
Aos pés da cerca de arame farpado, marco divisório entre a Coreia do Sul e a Coreia do Norte, cristãos de todo o mundo oraram pela reunificação dos dois países. Um trem levou centenas de participantes da X Assembleia do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) de Busan, sede do evento, até a capital, Seul. De lá seguiram, num percurso de 50 quilômetros, de ônibus em direção norte, na fronteira.
Uma parte do grupo dirigiu-se ao morro Doura, de onde se avista uma parte do território da Coréia do Norte. Outro grupo foi a Imjingak, um parque construído próximo à zona desmilitarizada, rodeado de arame farpado que protege parte da fronteira entre os dois países, relatou a repórter Joanna Lindén-Montes.
A zona desmilitarizada é uma faixa de 4 Km criada depois do armistício que pôs fim à Guerra de Coréia, que durou de 1950 a 1953. A guerra civil dividiu a península da Coréia, que, por sua parte, foi o resultado da divisão política entre o norte, sob proteção das forças soviéticas depois da Segunda Guerra Mundial, e o sul, ocupado pelos militares dos EEUU.
O pastor presbiteriano Km Young-jin é um entre os muitos coreanos que têm razões especiais para desejar a reunificação. Seus pais fugiram de Kaesung, na Coréia do Norte, durante a guerra, e se deslocaram para o sul. Mas uma tia e avôs de Kim ficaram na Coréia do Norte. Ele nunca ouviu falar deles e não sabe dizer se ainda estão vivos.
"Podemos unir os dois países sem guerra. Como cristãos, devemos ser verdadeiros, trabalhando pela unidade e a paz. E sem a palavra de Deus não se pode fazer isso", disse, no caminho à fronteira acompanhando a um grupo de participantes da Assembleia.
A visita à fronteira coreana fez o reverendo Archimandrita Ignatios Sotiriadis, da Igreja Ortodoxa da Grécia, reportar-se à divisão política no Chipre, causada pela invasão turca no norte, na década 1970.
"Foi muito emocionante ver nossos anfitriões levando-nos a um lugar de dor e tristeza nacional. Oramos pela paz, justiça e reconciliação neste país", disse.

ALC

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