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Igrejas do Brasil arrecadam cerca de R$ 39,1 milhões em dízimos, diz Receita Federal

A doutrina do dízimo, contestada por muitas pessoas que não praticam a fé cristã - e até por teólogos - vem se tornando a inspiração para diversas reportagens da mídia secular.
O anúncio da Receita Federal (RF) de que, diariamente, as igrejas cristãs arrecadam R$ 39,1 milhão em dízimos e ofertas levou o jornal Diário de S. Paulo a editar uma matéria sobre o assunto.
Segundo o levantamento da RF, as igrejas evangélicas e católica arrecadaram, juntas, R$ 20,6 bilhões em 2011. Deste valor, aproximadamente R$ 11 bilhões seriam de ofertas voluntárias esporádicas, R$ 3,47 bilhões em dízimos, R$ 3 bilhões através da venda de bens, produtos e serviços e outros R$ 460 milhões obtidos com o rendimento de aplicações financeiras.
Nas entrevistas concedidas pelos fiéis, o discurso em torno da contribuição é permeado por conceitos que vão desde a busca pela prosperidade, até a criação de uma proteção ao patrimônio. "Faço essa doação até como proteção da minha vida financeira", afirmou a juíza do trabalho Vanessa de Almeida Vignoli, membro da igreja Sara Nossa Terra.
A denominação liderada pelo bispo e cantor Robson Rodovalho é a igreja com maior número de fiéis com formação superior, de acordo com dados do IBGE. "Depois que entrei na igreja, consegui passar no mestrado da USP, na primeira fase do concurso para juíza do trabalho e trabalhei nos melhores escritórios", relata a juíza.
A crença de que doar o dízimo "dá resultado" também é compartilhada pelo médico Romeu Nunes: "Posso dizer que prosperei e aumentei meu patrimônio em pelo menos seis vezes depois que passei a contribuir com a igreja", conta, empolgado.
"Fiquei viúvo, com duas filhas e dificuldades financeiras. Quem me ajudou em todos os sentidos foi a igreja. Naquele momento, entendi a importância do dizimo e nunca mais deixei de contribuir", endossa o empresário e dentista Carlos Eduardo Caporal.

Folha do Sertão

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