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Sudanesa cristã condenada à morte é libertada

Mulher deu à luz na prisão após ter sido condenada por negar o Islã.
Sentença provocou fortes críticas de vários governos ocidentais.
Uma sudanesa cristã condenada à morte por negar o Islã foi libertada após dar à luz na prisão, informou um de seus advogados nesta segunda-feira (23). "Meriam foi libertada há cerca de 1 hora", afirmou o advogado dela, Mohamad Mustafa.
A condenação à forca de Meriam Yahia Ibrahim Ishag no dia 15 de maio provocou fortes críticas de vários governos ocidentais e grupos de direitos humanos.
Filha de muçulmano, a mulher foi condenada pela lei islâmica, que proíbe conversões, depois de ter se casado com um cristão, com quem já tinha um filho de 1 ano e 8 meses.
Ela também foi condenada a 100 chicotadas por adultério, já que, segundo a interpretação sudanesa da sharia (a lei islâmica), as uniões entre uma muçulmana e um não muçulmano são consideradas traição conjugal.
Quando foi condenada, a mulher estava grávida e deu à luz uma menina 12 dias depois do veredicto.
Após o parto, foi levada da cela que dividia com seu primeiro filho e outras mulheres para o hospital da prisão. Mustafá e outros quatro advogados especializados em direitos humanos se encarregaram da defesa da jovem, gratuitamente. Vários líderes políticos e religiosos europeus pediram que fosse revogada a "sentença desumana" pronunciada contra ela.

AFP via G1

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