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Tribunal confirma condenação à morte da cristã paquistanesa Asia Bibi

O tribunal de recurso em Lahore, no Paquistão, confirmou, esta quinta-feira, a condenação à morte da cristã Asia Bibi, acusada de “blasfêmia” e condenada em primeira instância em 2010.
A notícia é avançada pela Agência Fides, do Vaticano, por um dos advogados de defesa, o cristão Naeem Shakir.
A defesa procurou desmontar a acusação, considerando que os testemunhos eram “pouco credíveis” e que havia fortes indícios de depoimentos falsos.
Shakir afirmou que a justiça paquistanesa “está cada vez mais nas mãos dos extremistas” e anunciou recurso para o Supremo Tribunal, agora a última esperança de Asia Bibi.
A cristã foi condenada à morte por enforcamento em Novembro de 2010, tendo sido insuficientes os apelos à libertação feitos pelo governador Salman Taseer e o ministro cristão das Minorias, Shahbaz Bhatti, ambos assassinados entretanto.
O observatório para a liberdade religiosa no mundo da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) afirma a respeito do Paquistão que "o pior instrumento de repressão religiosa é a lei da blasfêmia, a qual continua a causar cada vez mais vítimas".

Esta lei refere-se na realidade ao Artigo 295, B e C, do Código Penal paquistanês. A secção B refere-se a ofensas contra o Alcorão que são puníveis com prisão perpétua; a secção C refere-se a atos que enxovalham o profeta Maomé, puníveis com prisão perpétua ou com a morte.
Na prática nunca ninguém foi executado ao abrigo da lei, mas em muitos casos os condenados acabam por ser assassinados ainda na cadeia ou depois de libertados.
No seu site, a fundação pontifícia AIS explica Asia Bibi foi condenada à morte por blasfémia, na sequência de um desentendimento com duas irmãs muçulmanas, “apenas por ter bebido um copo de água de um poço”.
O caso remonta a Junho de 2009, quando as mulheres muçulmanas que trabalhavam com Asia Bibi foram ter com um responsável religioso e acusaram a cristã de proferir blasfêmias contra o profeta Maomé.

Renascença

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