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Estudantes detidas por beijo gay pedem indenização de R$ 2 mi a Feliciano

Jovens entraram com ação na Justiça contra o deputado; ‘Elas alegaram homofobia, mas isso não existe nem na Constituição e nem no Código Penal’, disse o chefe de gabinete do político.
Duas jovens que se beijaram, foram retiradas de um culto evangélico ministrado pelo deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) e depois detidas em setembro de 2013, entraram com uma ação na Justiça de São Paulo contra o parlamentar. Elas pedem uma indenização de R$ 2 milhões por danos morais.
A informação foi divulgada no início da tarde desta segunda-feira, 26, pelo jornal Diário da Região e confirmada pela assessoria do deputado. Durante o culto, Feliciano mandou também prender as duas estudantes após o beijo, em São Sebastião, no litoral paulista. “Essas duas precisam sair daqui algemadas”, disse Feliciano, sob aplausos dos evangélicos, que assistiam à cena por meio de dois telões instalados no local.
Joana Palhares, de 18 anos, e Yunka Mihura, de 20, foram detidas, algemadas por agentes da Guarda Civil Municipal e levadas ao 1.º Distrito Policial de São Sebastião. O beijo, segundo elas, era uma forma de protesto contra a homofobia.
A assessoria de imprensa afirmou que o deputado já foi informado sobre o processo e está tranquilo. “Elas alegaram homofobia, mas isso não existe nem na Constituição e nem no Código Penal. Elas estavam seminuas montadas nas costas de dois rapazes, foi ridículo. Elas estão fazendo o Judiciário perder tempo.
Estamos tranquilos, serenos. A ação carece de fundamento. É mais um absurdo”, disse o chefe de gabinete do deputado, Talma Bauer.
Na época, Joana afirmou ter sido agredida. “Eles (guardas) me jogaram na grade e depois nos levaram para debaixo do palco, onde fui agredida por três guardas. E ainda levei dois tapas na cara”, disse Joana. Yunka disse não ter apanhado. “Me senti impotente enquanto a Joana apanhava e eu não podia fazer nada”. Ela reclamou que o mesmo não foi feito com casais heterossexuais que se beijaram durante a pregação.
Depois que elas foram levadas pela polícia, o deputado comparou as estudantes a um “cachorrinho”. “Ignorem, ignorem. Cachorrinho que está latindo é assim, você ignorou, ele para de latir”, disse aos fiéis. Na delegacia, Joana passou por exame de corpo delito. Ela tinha hematomas nos braços e pernas.

Publicado em Agência Estado

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