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Suspeito de desviar dízimo, capelão da Polícia Militar é preso em SP

Padre e tenente-coronel Osvaldo Palópito está em presídio militar de SP.
Secretário diz que ele pode deixar de receber aposentadoria da corporação.
O capelão reformado da Polícia Militar (PM) e tenente-coronel Osvaldo Palópito foi preso na segunda-feira (25) por suspeita de desviar o dízimo dos fiéis. Ele também deve receber a excomunhão da Igreja Católica, segundo informou o secretário de Segurança Pública, Alexandre de Moraes nesta quarta-feira (27) durante evento na Zona Norte de São Paulo.
Aposentado desde janeiro deste ano, quando foi para a reserva, o capelão era responsável pela Paróquia de Santo Expedito, na Luz, Centro da capital, local onde funcionava a Capelania Militar.
A PM diz que ele é acusado de crimes militares de abandono de serviço, prevaricação e peculato, além de improbidade administrativa. “Esse capelão praticou vários crimes, mas não em relação ao dinheiro público. O dinheiro que ele subtraída era da igreja, era o dinheiro dos fieis, era o dízimo que ele subtraía para ele", disse o secretário após participar de cerimônia de formatura de soldados da PM no Sambódromo do Anhembi.
A conduta do capelão é contrária ao regimento da Polícia Militar, segundo Alexandre de Moraes. A prisão foi determinada pela Justiça Militar e ocorreu após pedido do corregedor da PM, o coronel Levi Anastácio Félix, responsável pelo inquérito que investiga o caso, aberto em 2014.
De acordo com o secretário de Segurança Pública, o capelão reformado deve ser expulso da corporação e deixar de receber a aposentadoria. O policial reformado foi levado para o Presídio Militar Romão Gomes, no Tremembé, na Zona Norte da capital paulista.
“O inquérito policial militar está sendo concluído para que imediatamente ao processo administrativo possa ser julgado e ele seja expulso, ou seja, como ele é da reserva ele será expulso e terá a aposentadoria cassada”, afirmou.
Moraes também informou que pediu a excomunhão do padre à Igreja. “Além disso, houve a comunicação para a Igreja Católica para que dê início um processo de expulsão dele como padre, para que ele seja excomungado”, ressaltou.
A Secretaria Estadual de Segurança Pública não soube informar o valor que foi apropriado indevidamente pelo capelão. No entanto, reportagem divulgada pelo jornal “O Estado de S.Paulo” em fevereiro, Palópito era investigado pelo desvio de R$ 2 milhões da Capelania Militar.
O cargo de capelão da Polícia Militar foi extinto no início deste ano após Palópito se aposentar. A decisão foi tomada pelo comandando da PM Ricardo Gambaroni em conjunto com o secretário de Segurança. “Nós conversamos sobre a desnecessidade desse cargo de capelão da polícia até em virtude da pluralidade religiosa”, disse Moraes.

Publicado em G1

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