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Marcelo Freixo (PSol) defende aproximação entre esquerda e evangélicos

Deputado estadual no Rio de Janeiro destaca que os evangélicos são os que mais rejeitam a afirmação "bandido bom é bandido morto".
Embora os principais líderes das igrejas evangélicas estejam sendo cortejados pelos candidatos de centro-direita e de direita, os evangélicos não estão fora do espectro da esquerda brasileira.
Um dos defensores da aproximação com o grupo que geralmente é taxado é conservador é o deputado estadual Marcelo Freixo (RJ).
Em uma roda de conversa em São Paulo, o deputado afirmou que a esquerda precisa muito avançar para separar os líderes evangélicos como o pastor Silas Malafaia e a comunidade evangélica.
Candidato à Prefeitura do Rio de Janeiro em 2016, Freixo perdeu a disputa para Marcelo Crivella, bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus.
É preciso saber que entre os evangélicos existe uma resistência e muito projeto popular. Para o deputado, o que liga a comunidade à esquerda é o flerte com a utopia.
"A esquerda não pode não trabalhar com a utopia, a esquerda não pode aceitar a retro-utopia. Uma geração atrás, o pai olhava para o filho e podia garantir que ele teria um futuro melhor. Hoje, não. Hoje o pai tem certeza que o futuro vai ser pior. Isso leva a olhar para o passado com mais simpatia que o futuro. Isso é a morte da utopia. É muito grave para qualquer sociedade transformadora."
Ele ressalta que a ideia não é "disputar com os conservadores". "Mas é trazer esse universo popular evangélico para uma perspectiva popular de esquerda. Esse é um desafio nosso", emenda.
Um dos argumentos do deputado para endossar essa afinidade entre os grupos é o dado revelado pela Datafolha de que os evangélicos são os que mais rejeitam a afirmação "bandido bom é bandido morto".
"Sou daqueles que acham que não vai ter nenhum processo revolucionário se o Brasil não entender o papel dos direitos humanos na luta pela vida e na superação do medo."
Assessor de Freixo, o pastor Henrique Vieira é um dos militantes que tenta fazer essa aproximação com os evangélicos. Em um de seus vídeos no YouTube, o pastor pede para que não se generalize os evangélicos.
Nem todos são conservadores. Esse setor representa um risco à democracia aos direitos humanos e a diversidade. Vieira pontua que há líderes na igreja que antes de pregarem uma doutrina de amor são "coronéis da fé" e "mercadores da religião" e "fiscalizadores de corpos".

Publicado em HuffPost Brasil

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