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Após seca, lago onde Jesus andou sobre as águas será enchido

Pedra marca o local do milagre da multiplicação dos pães e peixes, nas margens do Mar da Galileia
Israel aprova plano para bombear 100 milhões de metros cúbicos para o Mar da Galileia
Situado no nordeste de Israel, entre as Colinas de Golã e a região da Galileia, está um lago tão grande que é chamado de mar. Local de inúmeras passagens bíblicas, incluindo o milagre de Jesus Cristo de caminhar sobre a água, o Mar da Galileia vem encolhendo por causa da seca nos últimos anos. Em 2017, a Autoridade de Água e Saneamento de Israel informou que o lago alcançou seu nível mais baixo em um ano. Para solucionar o problema, o governo aprovou o bombeamento de 100 milhões de metros cúbicos de água por ano até 2022, para reabastecer o reservatório.
— Nós estamos transformando o Kinneret (como o Mar da Galileia é chamado em hebraico) em um reservatório para água dessalinizada — afirmou o primeiro ministro, Benjamin Netanyahu, segundo o “Guardian”. — Isso é inovador e importante, pelo menos na medida em que estamos fazendo isso e que não tinha sido feito até agora.
Localizado a 200 metros abaixo do nível do mar, a cerca de 45 quilômetros da costa, o Mar da Galileia é uma importante fonte de água doce para a região desde os tempos bíblicos. Foi lá onde Jesus Cristo recrutou o pescador Pedro e seu irmão André, além dos irmãos João e Tiago, segundo a crença cristã. O milagre da multiplicação dos pães e peixes também aconteceu nas margens do lago.
Quando cheio, o Mar da Galileia cobre uma área de aproximadamente 160 quilômetros quadrados, com 21 quilômetros de comprimento e 13 quilômetros de largura. Sua principal fonte de água é o Rio Jordão, que flui do norte para o sul, mas a região foi castigada por uma forte seca nos últimos anos.
Há uma década, o Kinneret fornecia 400 milhões metros cúbicos de água por ano, sendo o maior reservatório de água doce de Israel. Mas após uma série de invernos secos, a captação foi limitada entre 30 milhões e 40 milhões de metros cúbicos anuais.
Para evitar o racionamento, o governo de Israel investiu na construção e operação de usinas de dessalinização ao longo da costa do Mediterrâneo. Segundo Yechezkel Lifshitz, ministro da Energia e da Água de Israel, essas instalações fornecem 670 milhões de metros cúbicos anualmente, que respondem por 80% da água consumida no país.
Para alimentar o Mar da Galileia serão construídas outras duas usinas, uma na costa da Galileia e outra ao sul de Jerusalém. O plano de longo prazo, informou Lifshitz, é bombear 1,1 bilhão de metros cúbicos de água dessalinizada por ano, ou até 1,2 bilhão quando necessário, até 2030. A custo relativamente baixo, cerca de US$ 0,70 por metro cúbico.

Publicado originalmente em Globo

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