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Feliciano Amaral, o primeiro cantor gospel a gravar no Brasil, morre aos 97 anos


Em 1974, o mineiro Feliciano do Amaral viveu um dos momentos mais marcantes de sua carreira: foi o único cantor gospel a se apresentar no Maracanã, para mais de 35 mil pessoas, num evento do evangelista americano Billy Graham.
Ao longo de mais de 70 anos, Amaral acumulou outros feitos importantes na carreira. Foi o primeiro músico gospel a gravar um disco no Brasil e, em 2009, entrou para o "Guinness Book" como o cantor do segmento com a carreira mais longa em todo o mundo.
A música esteve presente na vida de Amaral desde criança. De origem humilde, ele nasceu em Miradouro (a 206 km de BH), e começou a trabalhar para ajudar no orçamento familiar aos 13, como aprendiz de sapateiro.
No início da juventude resolveu conciliar o tempo na sapataria com o de músico na banda de jazz da cidade. De voz marcante e afinada, não demorou muito para ficar conhecido como o "Rouxinol do Sertão".
A grande mudança na vida e profissão de Amaral aconteceu em 1942, quanto atuava na construção da BR-116, no trecho Rio-Bahia. Na época, a convite de amigos, decidiu tornar-se evangélico.
A partir daí não abandonou a música, mas mudou o estilo, passando a levar ao público, por meio das canções, mensagens de paz, esperança e fé.
Apesar das viagens e dos compromissos em vários estados, sempre foi um pai amoroso e um marido presente. Fazia questão de reunir a família numerosa, com 11 filhos, ao redor da mesa para fazerem juntos as refeições.
Morreu no último dia 7, em Rondônia, por complicações de uma pneumonia. Deixa a esposa Rubenita, filhos, netos, bisnetos e um trineto.

Publicado originalmente em Folhapress via Bem Paraná
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