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Nova edição da Bíblia Sagrada será lançada pela CNBB

Em breve, uma nova tradução oficial da Bíblia Sagrada estará disponível para os fiéis. A CNBB já divulga o livro, que servirá de referência para a Igreja no Brasil.
Após 11 anos de trabalhos, a nova versão da Bíblia será lançada oficialmente em 21 de novembro próximo, durante a reunião do Conselho Permanente da CNBB, na sede provisória, em Brasília, às 11h.

Conforme recomenda o Concílio Vaticano II, a tradução se baseia nos textos originais hebraicos, aramaicos e gregos, cotejados com a Nova Vulgata - a tradução oficial católica.

O projeto teve início em 2007, quando a coordenação de tradução e revisão, composta pelos padres Luís Henrique Eloy e Silva, Ney Brasil Pereira e Johan Konings fizeram a revisão integral conjunta, que contou ainda com a colaboração dos professores, Padre Cássio Murilo Dias e Paulo Jackson Nóbrega de Souza, e da professora Maria de Lourdes Lima.

A coordenação de tradução e revisão da Bíblia da CNBB afirma que o desejo é o de proporcionar aos católicos do Brasil uma tradução oficial da Bíblia, a ser usada nas futuras publicações oficiais da Igreja no país, como lecionários litúrgicos e demais documentos, servindo também de referência para que, sempre quando preciso, se possa encontrar uma tradução segura, reconhecida pelo Magistério da Igreja Católica no Brasil e no mundo.

"Seguimos de perto a nova tradução que depois do Concílio Vaticano II foi publicada, em latim, para a Igreja Católica inteira, a Nova Vulgata. Ao mesmo tempo levamos em consideração a fluência e a beleza, para que o texto possa entrar facilmente no ouvido e ser guardado no coração como alimento espiritual", declara a coordenação de tradução e revisão da Bíblia da CNBB.

O texto está mais fluido que o existente em outras versões, e agora, apresenta-se simples e transparente nas narrativas, mantendo a riqueza dos textos originais e a tradição litúrgica e espiritual através dos séculos.

Ainda segundo a equipe de coordenação de tradução e revisão da Bíblia da CNBB, essa edição se distingue da anterior, sobretudo pela maior fidelidade aos textos originais conforme as opções adotadas pela Nova Vulgata.

"Ao tomar por modelo a Nova Vulgata, não traduzimos do latim, mas dos textos originais em hebraico, aramaico e grego, segundo os mesmos critérios que tinham sido adotados para a nova tradução latina. Outro distintivo é que o texto inteiro da Bíblia foi retomado pela equipe dos três principais colaboradores, para garantir a homogeneidade da linguagem e do estilo", lembra a coordenação. (LMI)

Publicado originalmente em Gaudium Press, com informações da CNBB
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