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Novas comprovações científicas da destruição de Sodoma e Gomorra


Uma equipe multidisciplinar de cientistas fizeram uso das evidências de há 3.700 anos do projeto extraído das escavações em Tall el-Hammam, na Jordânia, para a compreensão do fim abrupto da civilização na região do atual Mar Morto.
Segundo a convicção destes cientistas, e as evidências comprovadas pela arqueologia local, o desastre de proporções bíblicas que destruiu as cidades da região ocorreu devido a uma explosão massiva semelhante à ocorrida há 100 anos na Rússia.
Decorria o ano de 1908 quando uma explosão massiva perto do rio siberiano Stony Tunguska arrasou por completo cerca de 2 mil quilômetros quadrados de floresta inabitável da Sibéria. Nenhuma cratera foi curiosamente encontrada na zona, levando os cientistas a explicarem o estranho fenômeno através de uma explosão de um meteoro a uns 5 ou 10 quilômetros acima do terreno.

Um meteoro penetrou os céus da Rússia, nas montanhas do Urais, em fevereiro de 2013, provocando violentas explosões e ferindo centenas de pessoas, incluindo muitas atingidas com o estilhaço de vidros.
Esta equipe de cientistas veio agora usar este exemplo da explosão na Rússia como modelo para explicarem o igualmente enigmático término de uma civilização florescente que viveu durante milhares de anos nos vales do Mar Morto.
Segundo os relatos publicados recentemente na revista científica "Science News" pelo arqueólogo responsável das escavações na Jordânia, os cientistas descobriram evidências de um evento explosivo de "intenso calor" a Norte do actual Mar Morto e que "devastou instantaneamente cerca de 500 quilômetros quadrados."
A explosão teria feito desaparecer por completo todas a forma de civilização na área afetada, incluindo as cidades e vilas da Idade Média do Bronze. Segundo os cientistas, esta explosão teria morto instantaneamente as cerca de 40.000 - 65.000 pessoas que habitavam na Média Ghor, um planalto circular na Jordânia com um raio de 25 quilômetros.
Para além disso, o solo fértil teria sido roubado dos seus nutrientes devido à intensidade do calor e as ondas do Mar Morto carregadas de sais que teriam varrido toda a região num verdadeiro tsunami. A intensa explosão teria, por outro lado, provocado ventos fortes e muito quentes que teriam depositado uma chuva de grãos de minério encontrados nas cerâmicas achadas nas escavações de Tall el-Hammam.
Foram já escavadas na região cinco grandes cidades na mesma região que apresentam as mesmas evidências de um brusco fim da existência de vida ocorrido ao mesmo tempo daquele verificado no desastre em Tall el-Hammam.
Segundo a "Science News", a datação do radio-carbono da evidência orgânica arqueológica comprovou que as estruturas das "paredes de tijolos de barro desapareceram subitamente há 3.700 anos, deixando apenas as fundações em pedra."


Segundo o arqueólogo responsável pelas escavações na Jordânia, Phillip Silvia, a intensidade do calor produzido pela explosão deverá ter sido "tão alta como a da superfície do sol."

600 anos para recuperar
"Com base na evidência arqueológica, terão sido necessários pelo menos 600 anos para recuperar suficientemente da destruição e da contaminação do solo antes que a civilização pudesse novamente ser estabelecida na região oriental da Média Ghor" - afirmam os cientistas.

Uma explicação bíblica
Poderá esta explosão massiva explicar a história bíblica da destruição de Sodoma e Gomorra?
Segundo um artigo publicado em 2013 pelo Dr. Steven Collins na "Biblical Archeology Review", o sítio arqueológico de Tall el-Hammam é um forte candidato à localização da cidade bíblica de Sodoma, e isso devido a um número de factores: A revelação do desastre e a sua localização exacta, que ele liga às referências bíblicas de "ha-kikkar" (a campina).
Entre outras citações bíblicas referidas no seu artigo, o Dr. Collins cita Gênesis 19.24-25: "Então fez o Senhor chover enxofre e fogo, da parte do Senhor, sobre Sodoma e Gomorra. E subverteu aquelas cidades e toda a campina, e todos os moradores das cidades, e o que nascia da terra."
O Dr. Collins pôde testemunhar em primeira mão tão grande destruição no pleno local do sítio arqueológico. Ele escreveu, numa descrição viva: "A conflagração violenta que acabou com a ocupação de Tall el-Hammam causou o derretimento da cerâmica, fundiu as pedras das fundações, provocando metros de cinzas e de entulho enegrecidos."
Teria esta destruição das cidades bíblicas sido causada pela explosão de um meteoro e sua catastrófica queda, como causas naturais da aniquilação divina que arrasou a totalidade desta cidade mencionada na Bíblia?
Segundo estes cientistas, "a evidência física de Tall el-Hammam e das cidades circunvizinhas apresenta sinais de um evento térmico concussivo altamente destrutivo que se pode deduzir das descrições narradas em Gênesis 19."

Cratera no Arizona (EUA) provocada pelo impacto de 10 bilhões de megatons, por um meteoro, e que fez deslocar 300 milhões de toneladas de pedra. A cratera tem 200 metros de profundidade e 5 quilômetros de circunferência.
Tendo como base estudos feitos pelo pesquisador da energia atómica Samuel Gladstone, os autores do artigo escreveram que "uma explosão de ar de 10 megatons sobre o canto oriental do Mar Morto seria suficiente para produzir os estragos físicos observados a 10 kms, em Tall el-Hammam. Note-se que isto é apenas uma metade da energia produzida com a explosão de ar em Tunguska (na Sibéria), bem próximo da "recente" experiência humana com explosões de ar causadas por meteoritos."
"A destruição, não só de Tall el-Hammam (Sodoma), mas também das suas cidades vizinhas (Gomorra e outras cidades da campina) foi provavelmente provocada por uma explosão de ar causada por um meteorito" - concluem os autores do artigo.

Mais uma vez, a Bíblia ao serviço da ciência, e não o contrário.

Publicado originalmente em Shalom Israel
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