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Estados Unidos decidem não processar tribo que matou missionário

Povo indígena assassinou o norte-americano John Allen Chau a flechadas depois que ele invadiu seu território
O governo dos Estados Unidos declarou que não vai tomar nenhuma ação contra os sentineleses, tribo indígena isolada da Ilha Sentinela do Norte, localizada no Oceano Índico entre Índia e Myanmar, que matou a flechadas o missionário norte-americano John Allen Chau, em novembro de 2018.
A decisão, em última instância, recai sobre a Índia. Contudo, Samuel D Brownback, embaixador dos Estados Unidos na entidade Liberdade Religiosa Internacional, afirmou que seu país não está pressionando o governo indiano a tomar qualquer ação legal contra a tribo.
"O governo dos Estados Unidos não procurou qualquer tipo de sanções que o governo indiano faria contra o povo indígena neste caso", comentou Brownback em uma conferência de imprensa em Washington DC. "É uma situação e caso trágicos."
Segundo o site IFLScience, isso está de acordo com o que a maioria dos especialistas em direitos indígenas tem dito desde que o missionário foi morto. Para eles, o homem representava uma ameaça maior para os sentineleses do que o contrário. Inclusive, em seu diário, Chau afirmara que gostaria de pregar o cristianismo aos membros daquela comunidade tradicional.
Os sentineleses são uma das tribos mais isoladas do mundo atualmente. Como resultado, eles não adquiriram imunidade às muitas doenças comuns, por exemplo.
Stephen Corry, diretor da organização Survival International, afirmou que qualquer justificativa da visita ilegal de Chau na ilha mostrava um "extraordinário nível de ignorância". "Por isso que é tão perigoso para as pessoas ficar perto de tribos isoladas", acrescentou.

Publicado originalmente em Galileu

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