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Governo de Israel preocupado com a possibilidade de 250 mil judeus fazerem "ALIYAH" para o país


Ao contrário do que se passa com outros países em questões de imigração, o retorno de judeus a Israel dos "olim" é bem acolhido, mesmo às custas de enormes despesas públicas com educação e alojamento.
Só que agora, uma combinação da pandemia do covid-19 associada ao crescente antissemitismo está criando condições para a possibilidade de milhões de judeus quererem emigrar para a Terra dos seus ancestrais.
O problema é que o governo israelita, já esticado ao limite, manifesta uma justificada preocupação de não conseguir cumprir a profecia de forma correta.
O Comité do Knesset para a "Imigração, Absorção e Assuntos da Diáspora" reuniu-se na passada Quarta-Feira para abordar um crescente dilema: espera-se que a imigração judaica duplique no próximo ano, só que os constrangimentos orçamentais dificultarão esse processo de absorção difícil, senão até impossível. 
No início deste mês, o diretor da "Agência Judaica" Isaac Herzog relatou ao comité que se estima que umas 250 mil pessoas, na sua maioria jovens, irão emigrar para Israel nos próximos 3 a 5 anos. 
Herzog acrescentou ainda que o número de pessoas de países de língua inglesa que têm estado a contactar a "Agência Judaica" sobre a possibilidade de fazerem "aliyah" aumentou em 50%, e em 70% em países de língua francesa.
Israel poderá vir a receber 90.000 imigrantes até ao final de 2021 - cerca do triplo dos recebidos em 2019.
Embora estes dados possam provocar manifestações de alegria pelo cumprimento das profecias sobre o retorno dos exilados, lidar com a recepção desses imigrantes em Israel exige a preparação de vasos físicos para acolherem as bênçãos divinas.
Alguns acreditam que se está a iniciar uma nova fase de imigração em massa de judeus para Israel, tanto mais que os Estados Unidos estão presentemente a ser abalados pela pandemia e pelo crescente antissemitismo.
Mas os desafios são gigantescos. De facto, Israel é o país do mundo que mais imigrantes recebeu per capita. Nas palavras do rabi Gimpel: "Não é fácil, mas é o propósito fundamental do estado de Israel providenciar um lar nacional para o povo judeu."

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